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2019-09-27

Aventino - Porto

Meu querido ARSÉNIO:

Se eu tivesse facebook não concordava. Como, não tenho, concordo PLENAMENTE.

Um dia escrevi nesta coisa inexistente: "não escrevo para mortos".

Errei, claro que errei. "erros meus, má fortuna, amor ardente".

Errei.

Agora, ressuscitados que são todos os AAAR's pelo facebook, desejo que se facebookem todos.

2019-09-26

Arsénio de Sousa Pires - Porto

Meus caros AAR:

Saudações.

Como já há bastante tempo percebemos, a nossa intervenção neste nosso Website tem vindo a diminuir. Penso que este facto não terá tanto a ver com o “adormecimento” dos colegas como, sobretudo, com este meio de comunicação que não é tão intuitivo e dinâmico como, por exemplo, o Facebook onde temos uma página bastante dinâmica já há anos.

O Website tem o seu papel que não podemos desprezar. Ele dirige-se mais a intervenções “de fundo” sobre temas que poderemos (e temo-lo feito…) suscitar e fomentar o diálogo mais aprofundado.

A nossa página de Facebook permite-nos mais rápido contacto e facilita-nos a colocação de fotografias e comentários em cima do acontecimento. É muito simples e imediato.

VENHO FAZER UM APELO AOS QUE AINDA NÃO SOLICITARAM A ADESÃO A ESTE GRUPO DE AAR QUE O FAÇAM.

JÁ SOMOS 61 MEMBROS!

Permitam-me, então, que relembre a finalidade de termos avançado para esta nossa página de Facebook:

ABRANGÊNCIA:

Uma página só para Antigos Alunos Redentoristas (Grupo fechado) e para quem o nosso Presidente achar que, por excepção, mereça entrar. Por exemplo: Luís Guerreiro e familiares, por razões óbvias.

LIBERDADE:

Todo o AAR pode colocar aqui o seu “post” e fotografias que falem do nosso passado e presente.

CONTEÚDO:

Exclusivamente assuntos que se refiram à nossa vida passada e presente como Antigos Alunos Redentoristas que fomos: Fotos e relatos dos tempos antigos, vídeos e relatos dos tempos actuais (ex: encontros Regionais, Nacionais ou encontros espontâneos de grupos de ex-alunos); discussão de qualquer tema referente à nossa vida associativa. No fundo, tudo e só aquilo que diga respeito à nossa vida como antigos seminaristas e, agora, como ex-seminaristas e amigos.

Qualquer outro assunto que não diga respeito à nossa vida passada e presente de AAR, vamos reservá-lo, por exemplo, para o nosso Website ou para o “Mural” de cada um. Ok?

 

VAMOS A ISTO?

É SÓ ACEDER A ESTE “LINK” E SOLICITAR ADESÃO AO NOSSO GRUPO:

https://www.facebook.com/groups/1489354918039993/?ref=bookmarks

2019-09-03

Aventino - Porto


HÁ UMA VOZ AZUL

QUE NOS ACENA.

VEM DE ALI ?!

VEM DO ALÉM?!

DE QUEM?!


HÁ OUTRA VOZ AZUL

QUE NOS CONDENA.

SERÃO PÁSSAROS TRISTES,

QUE VOAM TRISTES, 

CUMPRINDO PENAS?!

2019-08-04

Aventino - Porto

ALEXANDRE GONÇALVES

Magnífico soneto; magnífico.

Morreremos todos, morreremos, certamente; mas embalados pelo belo da poesia, morreremos melhor.

2019-08-04

alexandre gonçalves - palmela

AINDA O ANO NOVENTA

Saudações marítimas a todos os AAARs que ou já navegam pelo infinito oceano ou estão de partida! Aproveito para reconhecer a excelente qualidade dos textos, em homenagem ao L.Guerreiro. Não sendo pertinente referir nomes, sempre direi que alguns revelam uma escrita madura irrepreensível, quer pela reflexão produzida quer pelo exercício da escrita alcançada.

Não me tendo sido possível, em tempo útil, entregar a minha colaboração, sirvo-me deste meio para divulgar o "Soneto de Navegação", já enviado na data respectiva ao seu legítimo destinatário.  

 

 

 

SONETO DE NAVEGAÇÃO




Aqui nesta praia onde

Não há nenhum vestígio de impureza,

Aqui onde há somente

Ondas tombando ininterruptamente,

Puro espaço e lúcida unidade,

Aqui o tempo apaixonadamente

Encontra a própria liberdade.

 

Sophia M.B. Andresen (Mar Novo)

Na minha aldeia passa um rio antigo,

que tem exactamente a minha idade:

foi ele que me deu identidade,

fui eu que o escolhi p’ra ser comigo.

 

Na solidão opaca do perigo,

nas ciladas obscuras da cidade,

procurei com angústia a liberdade,

que em guarda estava num abraço amigo.

 

O meu rio nem quis parar na foz.

Foi nele que aprendi a navegar.

E à voz do mar juntei a minha voz.

 

E tu, Milene, se alguém me chamar,

explica aos que mais perto estão de nós

que o som das ondas canta o verbo amar.

 

 

(Ao Luís Guerreiro, ao mestre que à palavra sempre associou uma prática de assinatura; ao homem serenamente inquieto, que trocou todos os confortos e ambiguidades por uma coerência à prova de fogo; ao cidadão do mundo, a cujas causas deu a vida, o pensamento e o coração; ao escritor, ao penoso exercício da escrita, a quem atribui a belíssima longevidade e onde perpassa uma autobiografia cheia de coragem e pudor, por tantos e tão grandes desafios que teve de enfrentar; com profundo afecto e admiração, A.G.)

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