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2010-11-27

manuel vieira - esposende

O Assis tem razão, enfim "coisas de Elisa" como alguém diria.

Mas afinal, onde pára o Aventino? Pára do verbo parar no dia 4 às 9.30h, algures na Invicta cidade.

Nos "Pontos de vista" consta já um texto interessante sobre as técnicas de condução da mente através dos média, o que vem no seguimento de alguma discussão implícita no dia a dia de cada um de nós.Somos objecto e vítimas das técnicas de marketing.

2010-11-27

Assis - Folgosa - Maia

A Elisa, meus amigos, levou-vou para outras paragens e esquecemo-nos de responder ao convite do amigo Aventino.

É para as 9,30 h do dia 4  de Dezembro que se avizinha a passos largos. Talvez as respostas às adivinhas do Arsénio tenham algo a ver com as intenções do Aventino na sua qualidade de cicerone. Não sei... Ele o dirá, ou talvez o seu silêncio será a melhor forma de nos incentivar a marcar presença em esse encontro. - Lá procurarei estar fazendo companhia ao duo Aventino/Peinado, apenas duo por enquanto, estou seguro. Outros se lhes juntarão comigo certamente.

Um abraço

2010-11-26

Arsénio Pires - Porto

Pois é. O Vieira anda bem informado.

Alex, verdade é o que dizes. E, pela mesma razão, expuz aqui a sabedoria de Guerra Junqueiro.

Aquela VERDADE vem na sua obra, "Pátria". Já em 1896 se falava do Bloco Central, dos dois galos para um só poleiro.

Quem souber, que nos diga qual a diferença entre os dois capões...

Nós é que somos sempre "uns iguais", "uns capados"!

2010-11-26

manuel vieira - esposende

Guerra Junqueiro era assim que falava dos partidos de então e tantos anos depois o discurso adequa-se a estes tempos,na perfeição,  quase a dar a perceber que decerto não há cura,  como não o haverá para outras coisas, mas a mudança obriga a um grande esforço, às vezes em vão.

Também temos de perceber que a inovação não é tarefa para cérebros velhos, embora esta velhice muitas vezes nada tenha a ver com a idade e daí a importância o exercício mental a contraditar as rotinas.

Não sei quantos ais deu o Arsénio ao puxar pelaa memória, mas o que é certo é que o mote do Ribeiro já deu frutos.

2010-11-26

alexandre gonçalves - Palmela

Parabéns mais uma vez, Arsénio, pela oportunidade do teu achamento. Dificilmente se pode encontrar uma síntese mais luminosa para caracterizar a mediocridade perversa que chegou ao poder na nossa melancólica democracia. Mas também não é fácil adivinhar o seu autor, pois o leque dos possíveis é muito grande. Qualquer comentador de serviço lá podia chegar, com mais ou menos expressividade. E até na oposição parlamentar se encontrariam voluntários para assinar de cruz. Por isso, assino por baixo às escuras, convicto de que são essas nódoas envernizadas do bloco central os mais directos culpados do esbanjamento das oportunidades "que abril abriu". Mas também há uma culpa indirecta de todos os portugueses que de boa fé votaram neles. Às vezes a ingenuidade e a condescendência também é crime, não punível pela lei mas altamente reprovável pela consciência colectiva.

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