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2010-12-08

Assis - Folgosa - Maia

Ao Arsénio e ao António Alves de Castro.

Acabo de enviar uma mensagem para um amigo e antigo colega de tropa, também antigo colega do Duarte de Almeida no seminário da cidade de Viseu. Trata-se de um Juiz aposentado, presidente da Comissão Justiça e Paz e que trabalha como voluntário da diocese no campo específico do Direito Canónico. Estou seguro que, contactado, prontamente se oferecerá para indagar o que seja necessário.

Fico pois aguardo notícias vossas

Assis

2010-12-07

Ãntonio Alves de Castro - CURITIBA PARANÁ BRASIL AMÉRICA DO SUL

Arsenio, aproveitando o espaço, se for permitido, quero informar que sou descendente de sacerdote e tabelião da igreja matriz de Viseu e meus antepassados eram da cidade de São Felix lá pelos anos 1850 e anteriores, o nome familiar era PAIVA, mais precisamente SIMÕES DE PAIVA, e PAIVA CORREA. Tenho as cópias dos documentos de óbito, nascimento, batizado e casamento copiados de fitas fornecidas por entidades de Portugal. O que eu gostaria de ter era uma foto da Matriz onde meu tio-avô foi pároco. Chamava-se Vicente Simões de Paiva. Mas eu sei que para isso é preciso que tenhas as informações exatas. Por enquanto contento-me se me responderes esta mensagem. Só para saberes o quanto é importante para mim e para a história do nosso país o que estou procurando, informo-te que Augusto Simões de PAIVA CASTRO FOI O ÚLTIMO CONFEITEIRO-MOR DE SUA MAJESTADE DOM PEDRO II  E ANTES DE INSTALAR-SE A REPÚBLICA NO BRASIL, MEU AVÔ RECEBEU ALGUNS OBJETOS COMO RECORDAÇÃO E FOI MORAR NUM CASARÃO HOJE ANTIGO E QUE CONSEGUI VÊ-LO E COMPROVAR A AUTENTICIDADE EM CARTÓRIO, POIS MEU PAI VIRIATO SIMÕES DE PAIVA CASTRO ALI NASCEU. BEM, PARA NÃO ALONGAR-ME PARO AQUI. AGUARDO SUAS NOTÍCIAS QUANDO ACHAR CONVENIENTE E POSSÍVEL DE DÁ-LAS. UM ABRAÇO DO EX-SEMINARISTA REDENTORISTA. ANTONIO. 

2010-12-07

Antonio Alves de Castro - Curitiba (PR) Brasil

Um tema que talvez seja uma revelação de Fátima e que está ocorrendo exatamente neste momento é a pedofilia na Igreja e que acho que SS o Papa está dando muita colher de chá, como se diz no Brasil, às seitas rrmistas. Na minha opinião esse problema se resolveria com a permissão de casarem-se os sacerdotes, pois o que macula ao homem exercer a sua sexualidade? A não ser que o motivo seja outro, como a condução dos religiosos como de um exército, em que ele possa ficar livre e mais ágil para penetrar em qualquer sociedade. Mas não estão fazendo assim os soldados e marinheiros, que ficam largo tempo longe de suas famílias? Bem, o assunto, confesso é mais profundo, mas é preciso começar a discutir esse problema livremente para se chegar a um resultado, não acham? De um ex-seminarista brasileiro de primeira linha intelectual quando no seminário e que deixou o seminário por razões relacionadas. Hoje tenho uma bela família, só para afirmar que o motivo foi mesmo uma peneira excessivamente rígida à época (anos 43-48). Foi bom? Foi ruim. Da nossa turma de 60 alunos ficaram 8 padres. Tenho dito, perdoem-me se fui muito franco..

2010-12-07

Assis - Folgosa - Maia

Aos meus amigos, tudo de bom!

Não gostaria de ser eu a meter-me em conversas teológicas. Desejava que outros com maior formação teológica - e há muitos entre os nossos associados - o fizessem. Contudo, a propósito do escritor do Expresso, cujo artigo se encontra nos Pontos de Vista, pouco mais poderei dizer que me parece se preocupa demasiado com Deus, e muito pouco com os Homens. Do que dele tenho lido - não muito é certo - parece esquecer-se de que "não podemos amar a Deus sem amar o próximo, aquele a quem vemos". Já o Pe. Américo aconselhava os doutores teólogos a irem ao Barredo aprender "teologia, e da melhor", com uma determinada prostituta...

Quanto aos livros propostos, tanto pelo Arsénio, como pelo Gaudêncio, nada posso dizer, já que ainda os não li. Deixo aqui, todavia, embora repetindo-me, a velha frase do nosso Cícero: "A História é a mestra da Vida". E esta é paciente, esperando que o tempo a faça luz clara. Infelizmente a história do comunismo, bem como a do capitalismo, ainda estão longe de serem luz que nos esclareçam suficientemente para que possamos tomar qualquer posição a favor de qualquer um delas. O que podemos, e devemos fazer hoje é, sim, estarmos contra toda e qualquer barbaridade que estes dois sistemas fizeram e continuam fazendo ainda hoje. E não pôr-nos a contabilizar quem fez mais ou menos...- Não quero, antes de acabar estas breves linhas, deixar de vos aconselhar a ler dois textos que considero belos e cultos que vêm no último FRATERNIZAR. São eles dos teólogos brasileiros Frei Betto e L. Boff. Seus títulos, respectivamente: "O Mercado é o novo Fetiche" e "Por que persiste a Igreja-Poder?". Digo-vos que não perdereis o vosso tempo.

Um abraço fraterno

2010-12-07

Arsénio Pires - Porto

Meu caro Gaudêncio:

 

Como seria bom que, serenamente, todos nós soubéssemos discutir e aprofundar alguns dos temas que o nosso tempo nos põe diante dos olhos. Infelizmente, já nem de pensar somos capazes. Parece! Aqui!

 

A nós coube (e cabe…) ser testemunhas duma das maiores crises da história humana. O Homem total está em crise. O polvo neoliberal estendeu os seus braços pela Terra inteira espalhando a confusão e o desequilíbrio em que nos encontramos: económico, social, cultural, climático, religioso, ético e espiritual. E, como consequência, essa confusão e desequilíbrio atingiu o essencial: o sentido da vida deste ser a que chamamos Homem!

E desistimos. Parece que baixámos os braços dizendo:

- Não podemos fazer nada. Deixa andar! A ver em que tudo isto vai parar...

 

Tu dizes, e muito bem: “O que julgo é que, em épocas de crise, na ausência de valores firmes e no desaparecimento das utopias, a sociedade tende a virar-se e a agarrar-se a qualquer coisa que possa substituir o vazio que nos  desnorteia presentemente.”

 

Fizeste-me reflectir e dei comigo a perguntar-me:

- Será que o Homem só é capaz de pensar em si e no seu destino quando está em crise?

Será que o Homem tem andando tão distraído com o seu umbigo que nem sequer encontrou tempo para se olhar "olhos nos olhos"?

Será que só agora se deu conta que o ser humano é um ser “vazio” a exigir plenitude?

Será que só no silêncio deste deserto de crise o homem consegue encontrar um sentido para a sua existência?

Será que a crise tem, ao menos, esse lado positivo?

Será?

(Alguém aqui virá dizer que “isto” é muita filosofia para tão pequena camioneta. Será?).

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