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2010-12-26

Arsénio Pires - Porto

O incêndio está pegado!

Vai ao "Pontos de Vista" e lê.

Para se aceder ao link que lá aconselho, basta copiá-lo, colá-lo na janela da internete e, claro, fazer "enter".

2010-12-26

manuel vieira - esposende

Mais um Natal que passou... já passou.

E como já passou já se pode esticar a corda, com fé ou sem fé, com solstício ou sem ele e nunca tinha ouvido tanto falar em solstício de Inverno, que ocorreu no passado dia 21 pelas 23 e tal.Já temos Inverno.

Podem ler em "Pontos de vista" um texto interessante sobre este tema mas aviso-os já: "pode causar danos irreversíveis em algumas mentes devido aos conteúdos chocantes".

Aconselho a leitura até ao final só a alguns e no pressuposto de que têm a inspecção feita.

Este tema levantado pelo Gaudêncio e que já foi sugerido por mais alguém,escutei-o glosado pelo padre Mário Oliveira, penso que no youtub, pesquisei-o na blogosfera e surpreendeu-me.

E se não tivéssemos mais Natal? alguém perguntou.Curioso....

2010-12-26

Arsénio Pires - Porto

O nosso J.Marques quer esticar (me) a corda e eu não sou de fugir a nenhuma peleja. No entanto, como genuíno transmontano, prefiro o jogo do malhão: os jogadores estão frente a frente e, quando há dúvida sobre o alcance da pedra, vão a meças.

A ti, caro JM, nem te vejo e, apesar de esticares acorda, não alcanço a ponta por onde puxas!

Mas vamos ao jogo.

Com a tua intervenção, deste-me fogo para produzir um texto, que tenho ainda na cabeça, sobre essa coisa da fé. O que é e para que serve.

Logo que o ponha em letra de forma, enviá-lo-ei para os “Pontos de Vista” e, depois, já veremos quem puxa a corda e para onde.

Aceitas o desafio?

2010-12-26

jmarques - penafiel

O colega Arsénio também quer música e um Natal sem música é como um anjo sem asas, mas vai ter de esticar outro instrumento.Mas vou-lhe dar alguma corda já que tanto se aprimorou nos galanteios.Acaba no desenvolvimento do seu texto por perceber e afirmar até que "a nossa fé só interessa na medida em que fazemos alguma coisa com ela em favor dos outros" e essa conclusão diagnostica a problemática em que assentam os costumes religiosos das nossas gentes, que corporizam a vivência cristã apenas à volta do seu umbigo, dos seus interesses e defendem dogmaticamente o que interiorizaram para assegurar o prémio final no dia do Juízo por mera fidelização, esquecendo que é agindo em favor do próximo desconfortado na vida que o seu espírito será compensado e repousará no ocaso final em paz.O Gaudêncio aborda com singeleza a cegueira religiosa, como poderia ser a cegueira política ou até desportiva e o tema daria pano para mangas. Fala fugindo ao tema, do Solestício de Inverno, cujo desenvolvimento deveria constar no tópico Pontos de Vista, para que houvesse uma percepção mais clara e relacional com a institucionalização do Natal, que é uma quadra que eu até aprecio, por associação à minha meninice, pelo frenesim que empolga as famílias e pela acalmia curiosa que influencia o coração dos homens. Mas é uma quadra que não faz mal, por tão bem que sabe.

2010-12-25

Ismael Vigário - Espinho

Um sinónimo da vida será a controvérsia, talvez mais que a concórdia.Esta é um desejo, uma força. Função da razão, como diria Hegel.Isto porque no inicio era o caos. Hoje, iludimo-nos com o cosmos.As explicações mais ou menos racionalizadas. Os artistas movem-se mais no caos que no cosmos. PREFEREM MAIS O EROS QUE O LOGOS. Saramago é um artista. E é neste âmbito que temos de o situar. Mesmo quando se explica, é no plano estético que ele se move. Saramago encanta-se com o texto bíblico e vê nele uma mina que sabe explorar. Não só explora a temática, mas até é ainda a Bíblia. Usa parábolas, imagens, alegorias e nomes bíblicos.Saramago recria e prolonga os temas num diálogo da cultura bíblica com a cultura actual. Saramago está sempre a fazer paráfrase de qualquer texto. Recorreu à História e aos nomes da nossa cultura."O ano da morte de Ricardo Reis", "Memorial do Convento" espécie de metáfora da luta de classes no tempo do Sr. D. João V. É criativo? É. É católico? Talvez não. Mas era sobretudo heterodoxo, polémico, controverso e inspirava-se e provoca-se com os teólogos (Carreira das Neves) O texto literário não é um texto ensaístico, diz mais do que diz, porque o fazem dizer, porque é aberto. A uns agrada, pela sua imaginativa metáfora, a outros pelas possíveis verdades que talvez nele se plasmem. Pessoalmente, prefiro os artistas e dar-lhes a liberdade de criação e sem peias e quaisquer cerceamentos. A controvérsia que se instala é com as várias leituras que fazem os vários leitores. Nada de criticável. Situamo-nos no plano do livre exame e da tolerância. Mas esta intenção de polémica conhecia Saramago e alimentava-a, pelo desejo de fama de todo o artista que faz jus ao seu público. A arte está além do artista. E não tem, necessariamente que ser dialectica. Platão no Ion distinguia muito bem esses planos. Mas nós somos amigos e podemos filosofar sem nos hostilizarmos, porque gostamos de partilhar diferentes pontos de vista. Continuação de Boas Festas para todos.

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