fale connosco


2016-04-28

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Tal como deixei dito, a nossa revista nº. 39, depois de lida, ficou aqui, por perto.

 

Considero que o “fale connosco” pode ser um espaço mais interactivo e confluente ou, ao contrário, um escaparate de divergências naturais entre nós, relativas a assuntos incontornáveis e prementes.

 

Hoje, desejando manter-me dentro dos limites da conveniência e cordialidade, vou provocar um pouquinho o Guedes de Oliveira e os seus temas fracturantes. Permites, rapaz?

 

Começas por referir o orçamento e os nossos problemas por causa do Banif, dos Swaps, do BES e já agora, acrescento eu, do BPN, da SLN e dos demais que estiveram  e virão a entrar na calha.

 

Poderia ser fonte de grandes discórdias ou apenas de acaloradas discussões perguntarmo-nos como lá chegámos ou quem nos levou para elas. Dava, pelo menos, um lauto e animado simpósio.

 

Nestas lateralidades ou, se quiseres, marginalidades fiquei e continuo embrenhado/baralhado, incapaz de opinar assertivamente.

 

Na substância não quero nem posso acrescentar nada, até por saber o que é o espartilho das 750 palavras! Todos cumprissem(os) outros, bem necessários, relativos à ética, à competência e à eficácia. Ficaria ainda largo campo para o “errare…”.

 

No que toca aos deputados da nação, nada de novo! Continua aquela surpreendente persistência em alternarem opiniões e comportamentos, conforme estejam no poder ou fora dele.

 

Desde que não resultassem danos graves, até preferia que, de quando em quando, houvesse alguns bofetões em vez das insinuações, insultos e incongruências que por lá se debitam. Não era mais divertido?

 

Prosseguindo… e sendo mais abrangente: aceito e compreendo as atitudes dos deputados e do PR. Não são eles que detêm boa fatia do poder?

 

Aceito e compreendo, mas com alguma estranheza, que entre casais homossexuais haja sentimentos que possam competir com os dos casais heterossexuais. Os relativos à procriação, não. No reconhecimento legal de iguais direitos e deveres concordo.

 

Sobre a adopção, divulgados e conhecidos certos comportamentos nos casais ditos normais, perturba-me pensar: no superior interesse da criança com quem estaria mais bem acompanhada?

 

Na interrupção voluntária da gravidez, em termos éticos todos ou quase todos estaremos no mesmo lado. Agora as marginalidades:

 

·         Qual a justificação para, até há pouco tempo, a censura social recair quase exclusivamente sobre a mulher?

 

·         Se a delegação divina do poder e a sua normalização legal estivessem com elas, que tribunais e sentenças teríamos nós?

 

·         Que atitude tomar perante gravidezes resultantes de violações, sobretudo as praticadas sobre menores de idade?

 

·         Havendo sucesso no acompanhamento até uma reconsideração, como, até quando e quem acompanharia essas mulheres?

 

Sobre a eutanásia, a palavra não deixa de ser irónica, aí vão as questões:

 

·         É ou não verdade que a medicina tem prolongado a vida mas nem sempre garante a qualidade suficiente dela?

 

·         Será vontade divina ou humana mantermos artificialmente a vida, ligados a uma máquina?

 

Na interrupção voluntária da gravidez e na eutanásia seria sempre garantido o direito à objecção de consciência.

 

Fracturante e pertinente seria também discutir o tema do suicídio e o da carnificina sofrida e praticada nas guerras com tanto silêncio e/ou tolerância.

 

Este articulado fugiu um pouco ao plano inicialmente previsto mas vai ficar assim.

2016-04-27

Assis - Folgosa

Meus caros AAARs

Ainda não li a Palmeira, no seu formato de papel, embora me tenhais nomeado como um dos "trabalhadores" da mesma. Nada disso. Não contribuí nem com uma vírgula. O seu a seu dono, diz o nosso povo.

Todavia, acabei agora mesmo de ler todos os vossos belos textos aqui publicados, apartir do último que havia lido em 21 de Fevereiro, o texto do Aventino "Inútil?! Inútil é sentir"

Sem crítica ou louvor especial, deixo a todos os autores o meu agradecimento pelo vosso suor e inspiração.

É verdade. Ainda não consegui - já vão alguns dias a mais além de dois meses - porque fui forçado a abandonar o meu cantinho minhoto a fim de me preparar para uma pequena intervenção cirúrgica ao nariz. Uma primeira intervenção teve lugar precisamente no dia do 1º aniversário em que o nosso amigo Peinado nos disse adeus, motivo para que eu o recordasse em sua clara amizade, assim na do meu compadre Cipriano, também falecido nesse mesmo 14 de Março. Três semanas depois, uma nova cirurgia para me puxarem pela pele e cobrirem o buraco deixado na anterior. Há dias tiraram-me os dois últimos pontos.Tudo correu normalmente e hoje sinto-me bem. Só os óculos continuam arrumados na gaveta, longe da cana narina. Contudo, além da erva, as favas continuam a crescer e o dia da favada irá chegar a tempo, estou convencido. Talvez lá para o início de Junho ou ainda nos finais de Maio.

Não vou convidar ninguém em particular, pois todos vós já pertenceis à família. Apenas indicarei o dia na altura devida e lá vos aguardarei.

O meu abraço fraterno


2016-04-20

Arsénio Sousa Pires - Porto

Meu caro amigo Aventino:

Pois acho mal o teu programa de consultas para erradicares o silêncio!

Nem tu vês mal com os que a terra te há-de comer.

Nem as tuas mãos te tremem como quem tange viola desafinada.

Nem os teus neurónios definham nas suas conexões como margens sem cacilheiros.

Do que tu precisas é dum bom biólogo especialista em palmeiras.

Diz que as palmeiras não são árvores mas sim ervas grandes porque só têm um tecido produtor de folhas e, quando o insecto a ataca, é certo que a palmeira vai morrer.

Não consultes curandeiros!

Basta-te só armadilhar e caçar o insecto. E quanto a mezinhas, consulta as tuas tias! Aquelas de quem carinhosamente nos falaste na viçosa Palmeira.

Depois, avisa-nos por favor.

 

Tá?

2016-04-20

ANTÓNIO GAUDÊNCIO - LISBOA

Considero estupendas estas entradas do nosso "anarquista" mor que é o Aventino.   E, não sei dizer se me agrada mais quando ele  provoca ou se quando escreve. Lembro-me de boas provocações mas também recordo excelentes textos dele.

Entendo que, para a AAAR, são óptimas estas duas facetas do Aventino. Claro que estas "farpas" devem ser entendidas como um acicate para todos nós. Certamente que o Aventino, ao provocar-nos deste jeito, não pretende que as coisas tomem o rumo do ditado brasileiro : «deixa estar como está para ver como é que fica ». 

Espero que o Aventino acerte na consulta que vai fazer  e que  o " curandeiro" especialista que ele visite o "oriente" para que  nos torne a brindar com aqueles belos textos que tão bem sabe escrever.

Um brinde, amigo Aventino, com um HENDRICKS ( mas eu ando baralhado com o elevado número de óptimos gins que, nos últimos tempos, inundaram o mercado). Mas esse serve!!!!!!!!!!! 

2016-04-19

AVENTINO - PORTO

A PALMEIRA Nº 39

 

1.O que penso:

Nada.

2.O que gostaria de pensar:

Nada.

 

Após a leitura de tanta pronúncia sobre A PALMEIRA, arquivei os dois textos que escrevi sobre ela: "o seu ser" e "o seu dever ser".

Marquei, porém, três consultas médicas:

-uma no oftalmologista;

-outra no neurologista;

-outra no psiquiatra;

Receio bem que esteja afetado na minha capacidade de ver, de sentir e de entender.

Do que for o resultado dessas consultas, voltarei ao meu arquivo; ou não. 


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