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2011-02-04

Davide Antunes Vaz - ALMADA

 Meus caros,

 Antes de mais cumprimentos a todos.

 Peço desculpa ao Pedrosa por não ter estado presente no lançamento do seu livro mas baralhei as datas e .. passou-me.

Tenho pena de não poder estar presente em Poiares mas fica para uma próxima.

 No Jornal CINCO QUINAS, do Sabugal saiu agora um artigo de um ex-seminarista que também sente os problemas vividos no seminário e publicou um artigo a esse propósito muito interessante sob o título "OS INJUSTIÇADOS". Porque também somos um pouco INJUSTIÇADOS achei por bem transcrevê-lo e  podem lê-lo na rubrica "Pontos de Vista". É um depoimento que merece a leitura.

2011-02-04

António Gaudêncio - Lisboa

Ó amigão Peinado

Eu ( que nunca tive uma dor de dentes, não tenho  nenhum dente cariado nem furado )  deixava arrancar um deles para estar presente nessa bacalhaus(z?)ada em Poiares. Mas,como diz o Alexandre, não vou revelar razão alguma para justificar a minha não presença nesse almoço que, antecipadamente, já prevejo, irá ser um sucesso. ( Os mouros, por motivos que me escapam não sabem tratar tão bem o bacalhau como a gente do norte ). Mas tenho pena de não poder ir. Fica para a próxima " LAMPREIADA ".

 

2011-02-04

Alexandre Gonçalves - Palmela

Viajantes de Todas as Ilhas, não acreditem, mas ando sem tempo para afagar os ditos! Eu não sou só aquele agricultor romântico, que anda por aí a destroçar courelas, sem que com isso aumente em um cêntimo o rendimento nacional. Também não direi por onde esbanjo os frágeis dias que nos estão a ser dados completamente à borla. Por pudor, claro! Mas vai-me chegando o tempo para tomar notas. Para me sentar à noite, já fora do recolher obrigatório, diante desta cousa misteriosa e mágica que nos põe a todos em fala simultânea, apesar das mais diversas distâncias. A primeira conclusão é que a Palmeira mexe, ora ostensivamente, ora no mais recatado silêncio. Pressentem-se frutos no ar, quando não directa e subitamente numa helénica mesa, num telefonema demorado, num texto que em segredo medra por aí. Que houve muitas sementes ninguém duvida. Os semeadores largavam cedo o severo leito, adubavam a terra de mil maneiras, jogavam as sementes com gestos redondos e largos. Regressavam tarde a casa e ninguém lhes garantia nem colheitas nem distribuição. Não consta que nos seus armazéns se tenha acumulado o trigo, ou qualquer outro cereal. Se pobres eram, mais pobres foram ficando. E já muitos partiram das suas terras sem verem Sião. Porém, as sementes caíram como puderam nos arados campos e se as circunstâncias forem favoráveis terá ou teria de haver frutos. Eu, o melancólico, aquele que saiu cedo de casa e nunca mais conseguiu regressar, eu acredito que os frutos crescem. Que os campos estão vivos e verdes. Que as árvores erguem vastas e viçosas copas, umas de bucólica sombra, outras com flores e aromas exóticos, outras ainda carregadas de maçãs e tâmaras. Aproveito para saudar o regresso da poesia. E para uma palavra de exclamação para quem a trouxe com gestos excessivos e livres. Como quem se despe diante de tantos olhares ambíguos, que trazem à flor da pele camadas de pudor colegial. Parabéns, Aventino, pelas tuas tempestades súbitas, a resgatar uma intensa e original subjectividade, que jaz frequentemente adormecida no nosso silêncio colectivo. (...) E agora, generosa criatura, a quem a doce alegria da vida mobilizou para aqueles suaves prazeres da mesa, isto é, ó nórdico Peinado, recuso a falta injustificada em que inevitavelmente vou cair, no próximo dia dez, em Poiares. São muitas as razões mas nem uma direi. Existir em privado tem a sua complexidade. Poupo a toda a gente o desconforto duma desculpa. Mas garanto que muito gostaria de repetir a dose. Sou daqueles que vêem na mesa uma herança grega. Portanto altamente recomendável. Desde que seja lenta, líquida e imoral. É nela que floresce a mais pura das amizades. Isso já lhe chega. Quanto aos "mouros do sul", meu caro Sousa Pires, foi um acto de humildade. Como que a dizer, somos infiéis, pouco dados à salvação do mundo. Mas ainda preservamos a memória. E nela todos os amigos, como se fossem eles o nosso passado.
2011-02-03

Arsénio Pires - Porto

Obrigado, Alex, pelo teu relato sobre a apresentação do livro do nosso companheiro José Maria Pedrosa. Ficámos elucidados e com pena de não estarmos presentes. Mas fomos bem representados!

Um só e pequeno reparo. A certa altura ousas escrever "os mouros do sul”! Oh, infiel criatura! Oh infiel e ousada produção de Mafoma! Como te atreves a pronunciar tal blasfémia?! No norte NÃO há mouros!

Que D. Afonso, o Primeiro, te perdoe que nós não conseguimos, carago!

2011-02-03

Assis - Folgosa - Maia

Amigos:

Venho dar a mão à palmatória pois, lendo agora, vejo que não chegou completa a minha mensagem às mãos do nosso "SERVO" Manuel Vieira. A todos vós, e sobretudo ao amigo Manel, aqui apresento as minhas desculpas.

Os curiosos, e os desejosos, que cliquem pois em:

WWW.jornalfraternizar.pt.vu 

vosso,

Assis

 

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