fale connosco


2011-02-26

Arsénio Pires - Porto

Às vezes chego a pensar que os padres fizeram muito bem em nos dar um pontapé no backside!

A avaliar pela quase ausência de espírito de iniciativa, capacidade de discussão e partilha de opiniões reveladas neste nosso site e nas nossas actividades colectivas (poucos são os que intervêm...), quase todos daríamos uns lustrosos, sebosos e barrigudos frades enterrados no fundo do sofá, ruidosamente arrotando quando não silenciosamente folatando após a sesta.

 Se lá ficássemmos, o Reino de Deus, por oposição ao Reino de César, ficaria para os outros, para aqueles que não fizeram os votos de pobreza, castidade e obediência como nós que pobres nunca seríamos, castos saberiam Deus e elas, obedientes nunca conseguiríamos sê-lo porque nunca suportámos chefes!

Miserere nobis, Domine, quia…

2011-02-22

PEINADO TORRES - PORTO

Bom dia companheiros O ano passado o colega Aventino convidou-nos para um encontro , por acaso marcado para um sábado, para falar do PORTO. Várioos aceitaram o convite, e por sugestão do Arsénio, o encontro foi desmarcado porque estavamos no Inverno. Fiquei a saber que o nosso companheiro Arsénio também não gosta das Quintas-Feiras, paciência amigo, é preciso descentralizar. deixemos os Sábados e Domingos para as realizações dos GRANDES ENCONTROS e outras grandes manifestações. O almoço que está marcado para o próximo dia 17 só vai quem estiver disponível e goste de conviver. O nosso amigo Manel Vieira já fez uma longa apresentação sobre a gastronomia da LAMPREIA, sugiro aos que gostam de LAMPREIA que não percam , pois a LAMPREIA do Rio Cávado cozinhada por quem sabe é das melhores do norte e do País. VOLTAREI
2011-02-20

Arsénio Pires - Porto

Hei por bem comunicar-vos que foi também por ela que me enamorei.

Não é mulher nem lampreia. Nem sequer rosa ou outra coisa feminina.

É a amizade que neutra é quanto ao género

e abraça toda espécie de amigos.

 

Também eu vos amo, AAAR’s, mas não à quinta-feira.

Sexta, pode ser mas é melhor um sábado.

Reformado trabalha e não é pouco.

 

Vinde todos!

Vem Aventino!

2011-02-20

manuel vieira - esposende

Deixei tudo por ela, deixei, deixei
Deixei tudo por ela, eu sei, eu sei
Deixei a minha vida tão bonita e singela
Deixei tudo o que tinha, deixei tudo por ela

Já cantava o Zé Cabra num sucesso de palco que não explica o tom em "Dó Maior", que depois passou a "Dó Menor".

E não estou a falar de lampreia, como todos perceberam e é óbvio.

Esse prato emblemático da gastronomia lusa que já foi pitéu nas cortes francesas, tem levado muita gente a deixar tudo por ela, a lampreia, mas ao fim do dia regressam consolados à sagrada mansão.

De arroz, à bordalesa, ensopada em champanhe bruto tinto ou assada no forno, esse digesto pitéu apresenta hoje outras formas de consumo associadas á cozinha gourmet como a lampreia fatiada  em cama de grelos, com açorda das suas ovas. Ainda em tradição no Alto Minho a lampreia seca e a lampreia fumada que pode ser adicionada a cozido de carnes, assada na brasa e frita, bem à moda de Melgaço.

Claro que Entre os Rios, Gondomar, Murtosa, Penacova, Mação, Montemor o Velho, Tomar e vários recantos ribeirinhos do Tejo fazem parte da rota da lampreia, para além dos santuários do Minho, entre Janeiro e Abril.

Este delicioso manjar afirma-se hoje no  produto turístico estratégico nacional que é a gastronomia e é uma mais valia na época baixa das regiões que procuram desenvolver o seu consumo.

Com maior ou menor sofisticação é sempre um prato de excelência com milhentos apreciadores e come-se em qualquer dia, desde que haja disponibilidade e temos de repensar talvez o dia de semana.

Eu virei para uma fonte de desejo carnal em várias formas de confecção e desenhei roteiro e ao Martins Ribeiro foge-lhe o sufoco para a tal Elisa e tudo o que lhe faça recordar cenários de antanho, a que não passo indiferente, claro.

Formas de amar o que é bom e a que não devemos fugir, sob pena de passarmos o tempo a imaginar...

Eu até compreendo a tentação

2011-02-20

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Eu sempre o venho afirmando: ainda bem que o amor volta mais uma vez ao site dos AAAR pelo inspirado cálamo do Aventino. Manifesto o meu aplauso porque isto andava muito chocho e, quanto mais não seja, a ver se arrebita.

Evocar o amor é lindo e deixa na alma uma patina indelével de ilusão feliz e de saudade gostosa de uma mulher que outrora adoramos. Para mim é tudo o que vale recordar na vida e o que permanecerá para além do pôr do sol.

E foi por essa inesquecível mulher que eu me apaixonei? Foi por ela que eu calcorreei o Destino? Foi por ela que eu percorri vales e montanhas, na escuridão e na luz, para lhe arrancar a anuência do seu amor? É verdade, tenho de reconhecer que foi tudo por ela. E esse Fado encontra-se agora gravado nas estrelas dum céu que foi meu e permanece ainda nos dias de hoje, sem pudor ou contrição. 

Mas estes arroubos e lirismos pertencem a um mundo onírico sem cabimento nos meandros do positivismo terreno. Se é verdade que devemos recordar o amor, não o é menos que também não podemos abandonar os deleites mais prosaicos da nossa fugaz caminhada.

Assim cuidando, lembremos então a endeusada mulher que adoramos outrora, mas  também não  tenhamos pejo de lhe sujar a memória com o animalesco sabor do sublime pitéu duma lampreia, porque são as faces opostas duma mesma moeda.

Por isso, venha a lampreia! E compareçam muitos AAARs para, ao redor do “sagrado lenho”, - onde é que eu fui buscar isto? - se poderem deliciar com ela e libarem com mais entusiasmo aos amores perdidos!

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