fale connosco


2016-08-25

Arsénio Sousa Pires - Porto

Conheci o Pe. Henry, ainda em Gaia, na sua primeira visita a Portugal. Procurava ele aprender português para trabalhar junto dos nossos compatriotas emigrantes em Paris.

Depois, foram sucessivos encontros e os seus livros, sempre profundamente enriquecedores, que me ajudaram a perceber a verdadeira Boa Nova de Jesus, despida de ritos e rituais balofos que quase sempre tranquilizam a consciência e justificam o não fazermos nada pelos outros. Esta foi a Religião de Cristo. O contrário, foi o que Jesus combateu nos fariseus ou nos doutores da lei.

Ouvi-lhe muitas vezes este princípio que registei na memória como lema de vida: O que interessa não é aquilo em que acreditamos ou não acreditamos, mas aquilo que fazemos pelos outros! E lá vinha a frase que ele tantas vezes escreveu na dedicatória dos seus livros: "E os outros?" 

O Pe. Henry já é eterno porque encarnou Jesus servindo sempre os mais necessitados.

O resto... é erva que de manhã nasce e à tarde seca.

PARABÉNS e OBRIGADO, Pe. Henry.

2016-08-23

Delfim Pinto - Almada

Um homem de causas...
Um santo homem...
Uma simplicidade...
Uma referência para mim.
Obrigado padre Henri.

 

2016-08-23

manuel vieira - esposende

Hoje o padre Henri faz 96 anos e esta sua persistência em viver mostra-nos ou pretende-nos mostrar, como alguns estudos o afirmam, como é importante viver para os outros, como é relevante lutar contra a miséria, contra as injustiças.

Bretão de nascimento, não lhe fogem ao seu ADN estas profundas raízes genéticas de um lutador insistente, teimoso muitas vezes, visionário e arrebatador de fãs.

96 anos já lhe pesam pelo desgaste físico, um condicionamento que ele sabe ser um testamento próprio da longevidade e que lhe trará angústias próprias de um guerreiro a quem a armadura já pesa.

Posso durar mil anos mas o padre Henri será sempre e sempre o meu herói. Parabéns padre Henri, agora só quero que tenha muita saúde.

2016-08-11

Delfim -

Boa noite amigo Ribeiro:

desejo-te uma boa noite, pois parece que há problemas com o fogo...

Faço votos para que tudo se resolva sem problemas.

Um abraço e a minha amizade.

Delfim 

2016-08-11

alexandre gonçalves - palmela

 

 BARROSAL XXVI-Soneto Violento

 

Há quantos anos ando a despedir-me

de tudo quanto em ti não encontrei!

Já nada me sobeja do que amei, 

nem a graça que tinhas de sorrir-me.

 

Eu via nos teus gestos um chão firme,

nas tuas mãos eu nunca flutuei.

Nunca soube em que ponto me enganei

e nem sei se foi erro ou se foi crime.

 

Faz agora um verão cheio de ausência.

O tempo não tem pena do passado.

Viver às vezes é pura violência.

 

Mas agora o desejo está parado.

O verão é um fogo de consciência,

que não pára sem tudo estar queimado.



Quer partilhar alguma informação connosco? Este é o seu espaço...
Deixe-nos aqui a sua mensagem e ela será publicada!

.: Valide os dados assinalados : mal formatados ou vazios.

Nome: *
E-mail: * Localidade: *
Comentário:
Enviar

Os campos assinalados com * são de preenchimento obrigatório.

Copyright © Associação dos Antigos Alunos Redentoristas
Powered by Neweb Concept
Visitante nº