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2011-04-27

Arsénio Pires - Porto

Jovens:

Neste tempo de silêncio aqui, neste nosso portal, apetece ciciar:

O caminho de cada um de nós para a Verdade é um caminho solitário, embora possamos encontrar outros peregrinos durante a viagem. Mas, a decisão de caminhar é só nossa.


Sabemos que a Verdade não se encontra à venda em nenhuma montra. Já Pilatos perguntou a Jesus o que era a Verdade, mas Jesus calou-se. Quereria Jesus dizer que a Verdade é o silêncio?


Onde está o silêncio nos nossos dias? Percorramos a cidade à procura dum só pequeno espaço onde ele habite! Liguemos o rádio ou a televisão para ver se o ouvimos ou vemos!

Para onde foi o silêncio?
E, no entanto, é daí que viemos. É para aí que havemos de ir.

Entre o vir e o ir nos encontramos. E é aqui, perante a evidência do Ser em ebulição e evolução, que nos encontramos. E é aqui, no silêncio, que teremos de decidir:

Absurdo ou Mistério.

O resto é erva do campo: de manhã nasce e à tarde seca.

O Grande Encontro está próximo!

2011-04-23

MANUEL VIEIRA - esposende

Estamos na Páscoa e de uma forma ou outra todos lhe dão significado, mais não seja pelo gozo do feriado e da tolerância de ponto que lhe estão associados.

A Igreja procura movimentar os seus fiéis e o comércio não prescinde da dinâmica consumista da época. A doçura tem larga tradição à mesa, para além do cabrito no forno e do arroz dos ditos e em muitos lugares as casas são pintadas por dentro e por fora para receber o Compasso.

E como me transmite ar de festa, quero remeter aos meus estimados amigos que por aqui passam, os votos de festejos pascais com muita alegria, sabores requintados  e bons folares.

2011-04-21

Arsénio Pires - Porto

Jovem!

O nosso próximo Encontro Nacional vai ser um SUCESSO!

Ele foi noticiado no Jornal do Sabugal, "Cinco Quinas", como já o nosso presidente, Manuel Vieira, notificou por e-mail para todos nós.

Quem não tiver recebido essa notícia pode consultar este endereço:

http://www.cincoquinas.com/index.php?progoption=news&do=shownew&topic=3&newid=4420#coment

Mais! As pré-inscrições aproximam-se velozmente do número 50. Alugámos já um autocarro de 50 lugares que partirá de Lisboa e, em Coimbra, recolherá os colegas que partem do Porto noutro autocarro de 25 lugares (já temos 20 pré-inscrições no Porto).

Só podemos garantir as primeiras 50 pré-inscrições!

Após este número, faremos uma lista de espera para o caso de haver desistências.

Se tens intenção de ir... apressa-te!

2011-04-20

António Gaudêncio - Lisboa

Carago, bem me parecia que me tinha faltado qualquer coisa.

É que, para além das " bolas " e das " bulas ", eu  devia falar, também, das " BÔLAS " Por isso, agradeço ao nosso Presidente essa boa recordação que é a bôla transmontana.

 Quando era feita segundo os cânones ancestrais, a bôla era um monumento a que nenhum cristão resistia.

 Duante muitos anos tive o grato privilégio de a comer confeccionada pela minha sogra, uma transmontana de gema e aquilo era de se lhe tirar a boina. ( Mas ela, que cozia as bôlas para toda a família na Sexta Feira Santa, naquele dia, com bula ou sem bula, nunca me deixava pôr o dente nas ditas cujas por ser dia de abstinência  e elas quentinhas sabiam tão bem !) 

Agora ainda se vai encontrando, pela região, o produto genuíno mas o que prolifera mais são imitações baratas que nem sempre convencem. 

Concordo com o amigo Arsénio que, por vezes, aparecem temas com real interesse nos " Pontos de Vista " mas que  passam sem qualquer comentário por motivos pouco explicáveis. É pena!!!

Gostei da franqueza e clareza do nosso Decano que se vai mantendo bem atento lá pelas terras dos Arcos.  E já fiquei com a pulga atrás da orelha sobre essa " extravagância " que irá acontecer qualquer dia. Força amigo Martins Ribeiro, e que  nunca as mãos lhe doam para fazer coisas boas !

2011-04-20

manuel vieira - esposende

A compra de favores sempre ocorreu dentro ou fora da Igreja e tem sempre como propósito a benesse pecuniária para reforço dos cofres. A corrupção na vida pública só peca em comparação por ser ilícita, pois a bula pretendia vender o favorecimento a troco de dinheiro ou bens, de forma protocolada.´A descredibilização da Igreja foi a consequência no crente mais bem formado.

Curiosamente nesta fase que precede a Páscoa em que os obrigacionistas se cingiam aos sacrifícios no consumo restringido da carne, a lampreia foi sempre ditada como peixe pelos zelosos frades pois dessa forma podiam compensar e desbundar no prato, iludindo assim  as rigorosas exigências clericais.

Mas falou-se em bôla ou em bola e fez-me lembrar o folar transmontano onde o pão abafa os enchidos em preciosa miscigenação de sabores com expressiva tradição.

Páscoa é isto também: reviver estes costumes transumantes que são partilha de culturas, onde o Vieira do litoral se engoda nas preciosidades de sabores do interior transmontano, que correm montes e serras até à beira mar, lá onde os enchidos ganharam raça, o azeite simula o oiro escurecido e o pão grande e redondo já foi cozido em forno aquecido com giesta enxuta.

Fui crescendo com estas imagens sensitivas de fim de férias de Páscoa que ia mastigando em seco à espera da vinda dos colegas do interior,  "carregados" de malas de cartão com estes encantos comestíveis, que bem cheiravam e melhor sabiam .

Folar no Minho sabia a doce amarelado dos ovos e o de lá dos montes cheirava a pão que esmigalhava a mostrar o presunto e os enchidos únicos de sabor.

Páscoa era também isto, que revelo em saudades...

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