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2011-05-10

alexandre Gonçalves - palmela

Começo por V. Ferreira:"A pessoa que somos, e que parece evidente, aprende-se devagar."A lentidão não pode ser uma consequência de um certo modo indolente de existirmos. Ela é a distância mais curta entre o que somos e o que temos de ser. A vertigem contemporânea, que os dias nos enche de ruído e pressa, ignora a urgência de dar algum sentido a esta cousa flutuante que é a vida. A próxima paragem é a montanha. Viajantes da vasta terra, parai um pouco! Não vedes como tudo isto se vai desmoronando? Não vedes como os dias estão a fugir para o outro lado da terra? Será a resignação uma boa resposta para a decadência? Estará nos hábitos a salvação? A montanha é um lugar sagrado, território habitado pela transcendência. Deixai cuidados, esquecei a vinha, desligai o microondas, cuspi o último cigarro. Vinde praticar o vagaroso exercício desta viagem de interrupção voluntária da morte! Cair como tordos no solo estafado e desiludido duma vida a prazo é a coisa mais fácil deste mundo. O contrário é mexer, é romper contra a repetição, é mudar-se, é caminhar rente ao mar todos os dias, é dar um grito ou um murro ou um abraço demorado, sem texto nem aparência. Já conhecem a paisagem? Então por que motivo não vêm? Aproveito para saudar os que estão chegando. Os que sabem dos muitos perigos que resultam de ir ficando. Os que , pelos mais variados caminhos, aproveitam o vento brando que está soprando das altas serranias. Saúdo todos os que já escreveram o nome na pedra, nomeadamente os Guerreiros, os Pedrosas e tantos outros que, por força da vontade e do sentido, da lei da idade se vão libertando. Eternos serão e felizes, porque, no vagaroso exercício da existência, aprenderam de onde vem a luz. A vida também se merece. E sobretudo, com paciência e humildade, também se aprende.
2011-05-08

Ismael Malhadas Vigário - Braga

Também sinto a morte do Pe. Bernardo, por quem nutria uma admiração e carinho. O Pe. Bernardo era um homem muito amável e de um trato suave e muito elevado. Em Lisboa, onde tive o provilégio de com ele conviver, apeciei a sua cultura, a sua generosidade e uma ironia muito sorridente nas nossas tertúlias filosóficas e teológicas. Tinha a faculdade de criar amigos e fazer amigos em diferentes estractos da sociedade. Admirava-o pela sua capacidade de encaixe, sempre aberto à novidade e à interpretação de Deus nos sinais dos tempos. É com um sentimento de alegria que o recordo hoje, uma  sensação de que temos sempre de estar preparados para este gesto final terreno. As minhas condolências aos familiares, à fraternidade redentorista e aos seus amigos.

2011-05-07

manuel vieira - esposende

 

É com muito agrado que leio esta mensagem do nosso colega Pedrosa que era uma promessa de presença neste nosso espaço.

Várias referências às notícias boas que aqui foram coladas e que evidenciam o património de cultura e arte que nos rodeia e a força das palavras de quem percebe que a amizade é importante na vida.

 

Também o nosso amigo Assis lá vai "navegando"  no alto do lugar de  Cabanas em Orbacém, de onde avista o Atlântico que é mais vistoso em fim de dia com sol, o que não será hoje o caso.

Parece-me que hoje celebra mais um aniversário, este ano com um número esquisito. Para ele vai um abraço grande de parabéns e de votos de muita saúde, que é o melhor prémio.

Estamos a correr para o Grande Encontro deste ano que acontecerá nos próximos dias 10 e 11 de Junho e contamos com uma boa presença.

2011-05-07

José Maria Pedrosa Cardosoo - Oeiras

Chegou a hora!

Chegou a minha hora de entrar nesta carruagem da associação. Para aderir à  solidariedade necessária. Para engrossar o sim à esperança. Para apostar na Vida contra os sinais de morte.

Chegou a hora de agradecer as referências à minha pessoa, aqui e ali, por artes e manhas da vida, com ecos de amizade que tenho lido verdadeira e, portanto, refrescante. Aquilo das palestras sobre música, das conferências de Rates, aquilo do AVC de Setembro último, felizmente ultrapassado, isto da apresentação do meu livro, com surpresa agradável da presença de alguns bravos colegas da mesma carruagem... tudo  exigia de mim um sinal de que estou vivo e presente na amizade uma vez iniciada, nunca desmentida e, ao menos por aposta, teimosamente afirmada.

Chegou a hora de dizer adeus, provisoriamente cremos nós, a alguns que, em bravura, certamente sincera, lutaram por causas de Mistério que nos tocaram a muitos, tais como, para nomear os últimos, o Eulógio Ibanhes e o Manuel Bernardo.

Chegou finalmente a hora de partilhar a alegria do encontro programado para terras das Beiras, em 10 e 11 de Junho. Lá estaremos para cantarmos o que a Vida ainda nos reserva, e que ninguém nos pode tirar. 

2011-05-05

Assis - Folgosa - Maia

Meus amigos:

Para todos vós os meus votos de boa saúde.

Hoje, venho apenas para me associar a vós na hora de condolências para com os familiares, e particularmente para com o seu irmão Pe. José e para com a família Redentorista pela morte do nosso amigo Pe. Manuel Bernardo.

Deixou-nos um BOM HOMEM. Esta simples frase dirá tudo o que muitas palavras não seriam capazes de dizer.

O Pe. Manuel Bernardo foi realmente uma daquelas pessoas que nos cativaram desde o primeiro momento que temos a sorte de encontrar na vida.O meu encontro primeiro com o Pe. Manuel Bernardo deu-se em Valladolid. Foi lá que conheci um Verdadeiro Amigo na sua pessoa. A sua sinceridade e o seu sorriso cativaram-me desde esse primeiro dia. Como eu, certamente muitos outros terão tido a sorte de ser seus amigos. Como todos, eu quero manter em minha mente o seu sorriso de amigo sincero e perpetuar a nossa Amizade.

Amigo Pe. José: aceite este pequeno tributo e as condolências de um amigo.

F.Assis


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