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2011-03-26

Ismael Malhadas Vigário - Braga

Eu lamento não ter ido a Fão. Claro que era apetecível, pois nunca comi lampreia, apenas lampreia de ovos, iguaria muito apreciada pela minha família. Ir a Fão significava para mim ir ao encontro de amigos, partilhar a palavra, o olhar. A iguaria da lampreia e o vinho eram apenas o condimento da amizade. Ninguém vai a Fão pela lampreia, ninguém vai a Fão pelo topónimo, embora seja uma localidadade onde o mar é plano e se espraia em terra, e o rio mansamente se abraça ao mar como uma fratria natural. Vai-se a Fão, porque um sentimento de partilha é superior à nostalgia da solidão dos dias passados. Porque o sentido da viagem é um convite ao futuro, à vontade de cortar atalhos. Ir a Fão é uma visita ao Manuel Vieira, um grande amigo da AAAR, que com a sua chama de generosidade aquece os ânimos mais arredios, desfaz malentendidos, recria pontes, prolonga percursos novos e recria, com o seu talento, sempre novas formas de ser amigo. Em Fão ou noutro lugar, onde se serve a amizade como prato forte, será sempre um bom  lugar bom para se ir.

 

 

2011-03-23

manuel vieira - esposende

Caros amigos,

O Grande Encontro 2011 está já desenhado e pretende-se  aproveitar o feriado do dia 10 de Junho (uma sexta-feira) e juntá-lo ao sábado, num mês ainda de Primavera para percorrer terras de Vergílio Ferreira e o Sabugal (concelho de muitos ex).

No site em "Actividades" já podem ver um esboço do Programa.

2011-03-20

Assis - Folgosa - Maia

Também eu por lá estive... e fui comer aquilo que nunca havia comido. Lampreia. Comer cobra do rio e ainda de cabidela, era coisa que nunca me convidava... A cabidela nunca foi prato que me atraísse, nem a de  GALINHA  CASEIRA... Fui, porque a amizade me atraiu e, por certo, se reforçou neste pequeno encontro ainda que de poucos. Mas também a lampreia e o bom vinho colaboraram e bem. Achei, como todos os restantes, que o manjar estava uma delícia e se deverá repetir sempre que a amizade entre nós, os que passámos pela Barrosa, nos possa religar ainda mais. Obrigado aos anfitriões, Manel e Peinado e a todos os que em Fão se quiseram congregar. Dizem os peritos que os evangelhos começaram a ser escritos à volta duma mesa partilhada. Também em Fão se escreveu uma página bela do evangelho, a da amizade sincera e desinetressada. - Agora uma nota positiva também para o realizador M. Ribeiro. Pelo andar da carruagem - olhem bem para a sua fotografia - ainda ultrapassará em longividade o nosso querido M. de Oliveira. Irá fazer filmes até que o último membro da AAAR se vá?...Eu pelo menos penso que sim e, creio, tudo isso se deve às boas águas que correm frente ao seu palácio...ou será ao bom alvarinho?...

2011-03-19

Davide Antunes Vazdavidevaz - Almada

Meus Caros: Eu também fui a Fão e quero dizer-vos que só podia ter gostado. A receoção fos nossos companheiros foi excelente como, aliás, já foli dito pelos que me antecederam nos comentários. Por isso nada mais acrescento, até porque eu não sei melhor que eles. Espero por mais encontros semelhantes e, quem não fôr, que fique "ougado" que é para não faltar. Ao ler o jornal "Cinco Quiqs", o jornal do meu Concelho (Sabugal) deparei lá com um texto muito interessante sobre "os culpados" da geração rasca. Achei interessante a perspectiva ali abordada sobre o tgema e, por isso vou publica-lo em "Pontos de Vista". Um abração
2011-03-19

manuel vieira - esposende

Dizia o Ribeiro que o filme era curto e mostrou mais as andanças para conhecer as lindas terras e acolhedoras e o audio foi qb, a condizer com o ambiente.

A comer não se fala, sobretudo quando é lampreia porque o arroz é corrido e não dá tempo para intervalos. É de comer à colher! Mas também comemos à bordalesa!

Na recepção na casa do Peinado falou-se bem alto e no "cantinho da má língua" em Fão também se levantou a voz, mas conviveu-se bem, como mostram os depoimentos e só quem esteve ausente ouviu  o silêncio. Mas como diz o Gaudêncio, venham mais cinco!

Claro que um "vinhão" verde tinto de 12 graus das encostas do Monte de Faro produzido na Quinta da Seara alegrou as vozes numa mesa corrida mas conviveu-se bem e isso foi bom.Também houve champagne das caves do Diamantino, que acompanhou bem a doçaria local.

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