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2011-09-15

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Ainda não disse nada sobre a “tão falada” e pornográfica iguaria porque tenho andado um pouco atarefado aqui com a minha vida. Como todos sabem, adoro as tecnologias e sempre tive uma cobiça (um pecado) que foi possuir um iPhone, pois a nossa ambição, por vezes, não tem limites e então ontem fui até á cidade e lá consegui satisfazer o meu sonho. Devo dizer-vos que já não sou criatura de usar chupeta mas, por vezes, de velhos voltamos a meninos e, dessa forma, a minha chupeta agora é esse fascinante brinquedo. Mas que trabalheira - e também que gozo - ele não dá; para o configurar e personalizar!

Também vou fazer um filmezito da nossa aventura, para que conste, mas como não gosto de trabalhar á pressão, estou como o Bocage: ele há-de sair!

Digo-vos que adorei aquele encontro á volta do sagrado lenho, feliz expressão do Alexandre, daquela descontracção de quem já não corre atrás do tempo, gostei de toda a amizade que nos une e até da Natali; lembrou-me vagamente a mítica Elisa como que se materializasse saída da opaca bruma da recordação, não pavorosamente como um fantasma, mas docemente como angélica aparição.

Peço a vossa compreensão por se alguma coisa saiu errada e pouco do vosso agrado ou que tivesse defraudado as vossas expectativas; mas dei toda a minha capacidade para que tudo corresse na maior perfeição; acreditai que desejaria ser um ente superior para vos proporcionar uma fruição sem entraves nem limites.

Mas o que é isto? Despede-se o Peinado, dizendo que vai novamente de férias e ento  eu pergunto: outra vez? Vede lá; e eu que trabalho tanto, também já fui, é certo, mas agora só para o ano. 

Ide aparecendo pois é o que se leva!

2011-09-14

Peinado Torres - Porto

Boa tarde companheiros. A dita já foi, agora resta-nos a próxima que se DEUS quizer terá lugar em Vieira de Leiria, com o famoso ARROZ DE MARISCO, em 18 de Outubro p.f. Depois de ler o poema que o ARSÉNIO nos dedicou, também vou dar uma ligeira achega, sobre o convívio que realizamos, e vai daí o lº ponto. Felicitar todos os presentes com o devido realce para o DELFIM e o PEDROSA. 2º) a ausência do DAVID, este companheiro quase da lª hora nestas andanças, não esteve presente e apesar so seu telefonema a sua ausência foi sentida. 3º Fontes merecedoras de todo o crédito, deram-me como quase certo as presenças do MORAIS e do GONÇALVES, infelizmente para nós não estiveram, talvez apareçam para a próxima. Resta-me dizer que a "FODA Á MONÇÃO " é um prato de muita categoria, e faço votos de que o nosso DECANO MARTINS RIBEIRO organizador e patrocinador de TAL REPASTO, goze de muitoa anos de vida e saúde, para que possa repetir tal feito, na nossa sincera amizade e companhia. VIVA a A A A R p s VOU PARA FÉRIAS. Adeus...Chau.... VOLTAREI
2011-09-14

Arsénio Pires - Porto

A Dita de Monção

(ao generoso Martins Ribeiro)

 

Como foi bom estarmos todos: Os presentes e os ausentes!

Que seria de nós sem uma mesa?

Sem um pão?

Sem um copo de vinho?

 

Já nada nos ama senão o estarmos AQUI.

 

O tempo que levamos não permite caras sérias.

De nós já nada mais vale que o abraço e o sorriso.

Já nem sequer lembramos tempos mortos.

As palavras tornam-se vastas e sobrantes.

Apascentamos o cordeiro

aquele que nos tira todos os pecados de então.

E estamos.  

E comemos como quem busca ração para uma vida longa.

E bebemos como quem prepara a sede

que vai ser eterna.

 

E regressamos. Sempre.

Como quem nunca saiu do seu lugar.

2011-09-12

manuel vieira - esposende

 

AQUELES QUE FICARAM
é porque não puderam vir ou não quiseram...

Estes Encontros à mesa são uma forma íntegra de accionar as turbinas da amizade, partilhando as conversas da vida com as sensações dos sabores que se vão descobrindo nos recantos dos saberes culinários.

Umas enguias da Gafanha, uma lampreia do Cávado em Fão, um bacalhau de Poiares, um cabritinho mamão dos Arcos, uma "foda à Monção" já perto da fronteira norte e outros pitéus em que se incluem as tripas à moda do Porto em qualquer catedral das ditas, são todas cartaz para qualquer encontro de amigos.

O Aventino sabe bem como estas coisas energizam a amizade e a sua vida profissional é porventura um óbice à sua presença, para seu desespero de alma, que os que lutam por estar presentes bem entendem.

O Aventino compreensivelmente glosa com a situação e lamenta nos seus termos a ausência, o que faríamos certamente no seu lugar em face de repetidas faltas e cheirosas comidas.

Claro que as mesas em qualquer lugar esticam e se adaptam à dimensão do grupo e o Martins Ribeiro não tem de se preocupar com estas conversas pois resultam de angústias da não presença e são reacções psicossomáticas normais pelo mero efeito reactivo ao imaginário de uma mesa farta no Alto Minho.

Pena temos que os nossos amigos não estejam todos a uma mesa comprida de cordeiro estonado em travessas com desenhos em azul e amarelo da fábrica de Viana, mas de certeza que os seus nomes vão ser lá lembrados pela oportunidade perdida, em alguns casos justificada.

Espero estar por lá...


2011-09-12

A. Martins Ribeiro - TERRAS DE VALDEVEZ

AQUELES QUE FICARAM 

foi porque quiseram. A data que se aventou foi lançada com tempo á consideração de todos os possíveis interessados, não tendo nenhum deles apresentado qualquer reclamação ou sequer sugestão, como se esperava.

Bem se diz, e com razão, que não há fome que não dê em fartura: um dos meus receios que, conforme se ia aproximando a horinha, se transformava em medo e angústia, era o de que o meu grito de chamada se perdesse no deserto da indiferença e da deserção. Podia lá ser!  Expliquei sempre e muitas vezes que esta era uma “guerra” especial que só podia ter êxito com uma  planificação á risca. Tinha que ser travada com um número certo de guerreiros e então que sucedeu? Quando o batalhão estava pronto e já dada a ordem de marcha, num repente, começaram a apresentar-se muitos mais recrutas e já não havia armas para eles todos nem se poderiam adquirir já a tempo. Como está bom de perceber, nunca se excluiu quem quer que fosse; precisamente o contrário.

Ninguém mais que eu teria uma alegria imensa em ver presente o Aventino e muitos outros mais. E então agora, triste de mim, que farei? Sinceramente, não sei! O que vos digo é que também não queria ficar com o papel de vilão nem com o ónus ilícito de decisões despropositadas.

Creio bem que falei, e até demais, aos meninos da minha carteira; o que me parece é que esses meninos, estouvados e traquinas, é que não quiseram ouvir e, quando se aperceberam, só não digo que já era tarde, porque para mim e para todos nós, tarde nunca é, nem tal podemos aceitamos.

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