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2011-05-25

Aventino Pereira - Porto

E vós saboreais já o repasto imaginado no falado Albertino em Folgozinho. Varreu-se-vos da vossa memória a palavra gula e a palavra pecado com que tantas vezes nos varreram a nossa cabecinha de meninos imberbes e sonhadores de um prato cheio de comida como outros tinham, num outro lugar, de um outro país? Ou, porventura, não se varreu nada e lá está a sêmea e a maçã, o grão de bico e a sopa e os esquálidos corpos dos meninos da Barrosa pendurados em ossos que mesmo assim teimavam em crescer?

Havia um desses meninos que era alérgico ao leite. De manhã vinham umas cafeteiras de café com leite para todos mas esse menino não o tomava porque sabia que se o tomasse haveria de o vomitar de seguida e vomitar era, òbviamente, proibido. Havia ainda o medo, o medo de ser diferente, de ser doente e o menino que fosse doente haveria de ir embora, se não nesse mesmo dia, ao menos no fim desse período escolar. Era o medo, palavra bela para quem o impõe, palavra tenebrosa para quem o sente. Então durante os primeiros dois anos, esse menino não tomava o pequeno almoço e assim estava toda a manhã sem nada de comer no corpo e com muito pouco sentir na alma. 

Quem sabe se a gula no Albertino de Folgosinho a que vos aprontais não nos é a catarse desses tempos de fome e incerteza, desses tempos de todos os dias iguais de uma solidão consentida. Não se me varreu tudo desses tempos, não, infelizmente, e mais tarde percebi que é preciso espalhar o medo no coração de uns para que os outros reinem e que por este mundo maravilhoso profileram tantos e tantos que todos os dias, a todas as horas, o fazem em todos os continentes. E o pior de tudo isso, é que o fazem com êxito

2011-05-24

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Depois do silêncio comatoso que pairou sobre o nosso site parece que, finalmente e com a chegada do Peinado de umas primeiras férias, (a gente fina goza várias) as línguas, isto é, as canetas se começaram a  soltar. Ainda bem! 

Foi o Arsénio, depois o Alexandre e também o Vieira que botaram faladora versando as maravilhas do tal Mestre Albertino de que eu já tinha ouvido falar mas sem conhecer em pormenor os seus dotes culinários, não me custando acreditar, por isso, no que dele relatam os referidos companheiros aqui intervenientes e muito mais credenciados que eu para ajuizar tal matéria de comes e bebes. Conheço bem Folgosinho, no entanto, estou a vê-lo pela sua vertente cultural, também digna de ser mencionada. Tem como principal característica a difusão de centenas de quadras que proliferam, debruadas com desenhos em filigrana, estampadas em painéis de azulejos dispersos por tudo quanto é prédio, fonte ou monumento. Creio bem que, depois das moedelas da viagem, saberá pela vida parar para descansar e tomar um “folegosinho”, em Folgosinho.

Já tive o prazer de falar com o Guerreiro que teve a gentileza de me contactar logo acabado de chegar das Terras de Vera Cruz. Vamos ter o gosto de o abraçar no nosso programado encontro.

Diz o Vieira que fizeram falta alguns dos companheiros habituais para quebrar o silêncio ocorrido e que não estiveram para aí virados, mormente o J.Marques: quem, Vieira? Cruzes canhoto, abrenúncio, t’arrenego, vade retro e demais latinórios esconjuradores do demo. Só se o amigo J.Marques vier com um discurso comedido que, se vir com a explanação das suas “heresias”, fará aqui tanta falta como um elefante enfurecido dentro de uma loja de cristais; no meu entender, claro. Gostaria, isso sim, era de vê-lo lá para Setembro no  planeado repasto dos nossos "duros", pois tenho a certeza de que sairia de lá muito mais santificado.

2011-05-24

PEINADO TORRES - porto

Bom dia companheiros Vejo que os meus amigos estão a sair do marasmo a que estavam acomodados. Posto isto, quero dar as boas-vindas a esta página ao JOSÉ PEDROSA, de quem fiu condiscípulo, e tenho boas recordações do tempo em que convivemos na quinta da BAROSA. E agora vou lembrar os meus caros amigos de que o FUTEBOL CLUBE DO PORTO , ganhou nesta época A TAÇA CANDIDO OLIVEIRA, A LIGA PROFISSIONAL DE FUTEBOL, A TAÇA EUROPEIA DE CLUBES, e finalmente o TAÇA DE PORTUGAL, e que quero eu dizer com isto? apenas o seguinte: O F C PORTO é o expoente máximo da minha CIDADE, é conjuntamente com BRAGA e GUIMARÃES a força dinamizadora de toda uma região deste PORTUGAL que tão mal tratado tem sido pelo9s nossos governantes e por todos nós, e temos ainda uma região que é o DOURO TRÁS OS MONTES e o norte da BEIRA ALTA que produz o melhor vinho do MUNDO que é o VINHO DO PORTTO. Alem disso como pudemos ver pelas televisões . a onda de euforia ordeira que vivemos nesta CIDADE, foi o pão e o lenitivvo para muitos milhares de pessoas para esquecer momentâneamente as agruras da vida. Li o programa da visita que o ALEX elaborou desde já lhe endereço os meus parabéns, vai ser qualquer coisa de fantásticco e sobretudo o ALMOÇO NO ALBERTINO. O GRANDE ENCONTRO de 2011 vai ser um exito, estarei presente espiritualmente, já agora recomendo a todos os meus amigos que se guardem para a " FODA DE MONÇÃO " encontro que se irá realizar a convite do nosso prezado amigo MARTINS RIBEIRO lá para Setembro. A todos enivio um grande abraço- VOLTAREI
2011-05-23

manuel vieira - esposende

Pois... O nosso Alexandre levantou a lebre ao falar do mestre Albertino.

Ouvi há muito dizer  que o Albertino de Folgosinho é catedral de bom comer, onde não há mistério encoberto  pois a genuinidade dos produtos autóctenes dá garantias de bons sabores e ninguém de lá sai sem vontade de voltar.

Para além das entradas  de morcela ou chouriça,  o Menu pode ter vários pratos como Arroz de cabidela de coelho, cabrito assado no forno, leitão à Albertino, vitela de Folgosinho* e javali com feijão ou batata.

Normalmente a sobremesa inclui arroz doce ou leite creme, um pouco à moda das terras do Lima no Minho e também um requeijão com doce de abóbora.

A alta cozinha com estrelas Michelin também aposta numa diversidade grande de pratos e diferencia-se muito no empratamento, uma técnica de arte visual que reduz a quantidade e dá um toque estético que consola também as vistas. Os produtos são geralmente muito caros na origem, como são exemplo as trufas. É a cozinha gourmet com os grandes “Chefs” de Escola, que normalmente não passaram por Folgosinho, provavelmente com algumas excepções em busca de inspiração na confecção tradicional.

Claro que o nosso Alexandre podia ter escolhido outras mesas, mas não era a mesma coisa…

2011-05-23

Arsénio Pires - Porto

É verdade, Vieira.

Temas não faltam!

Para os mais esquecidos, prometo lembrar aqui a tabuada dos nove!

Era a mais difícil, lembram-se?

Em notícias, recordarei como quase todos nós aprendemos a ler.

Sem as "novas pedagogias", até nem sei como nós conseguimos...!

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