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2011-07-07

manuel vieira - esposende

O nosso colega Manuel Fernandes convida-nos para a apresentação do seu livro  "Memórias de Infância...Raízes do Coração" que vai  ocorrer  no próximo dia 23 de Julho pelas 15.30 no Salão do Seminário de Cristo Rei em Gaia.

O autor escreve  sobre costumes, tradições, rituais, histórias (com alguma ficção à mistura), passadas nos anos quarenta, cinquenta e sessenta na sua terra natal, Vale de Espinho, concelho do Sabugal  e também no Seminário de Cristo Rei , onde estudou.

Será servido um Porto de Honra e haverá também um momento  para autógrafos a quem o desejar.

2011-07-04

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Agora vejo que, na verdade, sou um "miúdo" muito distraído! De facto, apercebi-me de que na assembleia realizada no Hotel de Gouveia, se falava sobre um tema que, nessa altura, não percebi bem e a que nem sequer dei qualquer atenção. No entanto, tendo lido agora o tópico do Gaudêncio, direi como o criado do bar do Alexandrino, (rima com Albertino) exibido no filme "A canção de Lisboa", que ao meter no ouvido um pequeno funil, exclamava triunfante para o freguês que o interpelava: ..."ah, meu salvador, entendi perfeitamente!". 

E então aproveito para corroborar a posição exarada nesse texto: eu também não estou de acordo com a entrada da nossa AAAR para essa tal Federação religiosa. Não é que tenha nada contra os sacristães, padres, diáconos ou bispos, mas é, do mesmo modo, uma posição minha. Se, porventura, tal fosse decidido em assembleia específica para o efeito, haveria apenas de respeitar a decisão tomada, sem prejuízo do meu próprio juízo, desculpai o trocadilho. Não digo que desertaria, mas teria de engolir alguns sapos. Pronto, como não o manifestei na assembleia, pois não tenho dotes oratórios, marco aqui a minha postura. Caro Gaudêncio; não entremeio o "acordo", apenas o ignoro e para mim não conta.

Já que puxei da pena aproveito para vos dizer que terminei o DVD com o conteúdo total dos filmes efectuados por mim e pelo Samorinha, estes sim misturados por não haver divergências entre eles. Só precisava era dum título artístico e bombástico quanto baste para o nomear como convém; se houver sugestões aqui estou para as apreciar e elas virão ainda a tempo, pois as gravações ainda não foram encetadas. 

A propósito deste assunto recebi há dias um telefonema do Davide dando-me conta das amargas queixas da Senhora que ofereceu o Porto de Honra no Sabugal por a figura dela não constar do resumo que se encontra no YouTube. Explicada a razão da "falha" ao nosso colega, tranquilizei-o com a garantia de que nas imagens completas agora editadas, nelas consta a imagem da dita senhora e lhe enviarei posteriormente um exemplar gravado.

Quanto ao passeio, apesar de certos passos notoriamente feridos pelo improviso, suponho já ter expressado a minha opinião que, de um modo quase total, considero particularmente inesquecível em todas as vertentes. Oxalá para mim as possa usufruir muitas mais vezes! 

 

2011-07-04

manuel vieira - esposende

Água mole em pedra dura... daria para relembrar depois das palavras iniciais do Gaudêncio, que em boa hora abordou o nosso Encontro em vários ângulos.

Aquele aperitivo junto ao berço do Côa foi magnífico e as cantatas aos ventos da Serra das Mesas abanaram as giestas de flores amarelas. Imagens que durarão até aos fins da memória pela liberdade que brotou de todos os recantos.

Os Fóios, o Soito, os Castelos e todo o Sabugal espalhado em imagens soberbas. Os sabores também marcam.

Da Assembleia a Direcção sentiu o importante e é óbvio que apenas lhe competiu estender a mesa. No tema que o Gaudêncio aborda o Plenário é soberano e competente.

Compreendo que a Igreja faça as suas leituras e estabeleça o seu plano de acção e a tal" Federação" siga o seu caminho. Percebo essa sua preocupação. Mas não vai haver deserções.

2011-07-03

António Gaudêncio - Lisboa

É de louvar o esforço tremendo que o nosso estimado Presidente fez para por os participantes do Encontro Anual a falar do mesmo. Mas, como se constata,os resultados foram escassos ou, praticamente, nulos. Para além de outras causas, admito que o calor pode ter tido as suas influências.... Mas, no fundo, bem no fundo, eu  julgo que o calor pouco ou nada tem a ver com este silêncio quase total. As causas são outras e conhecidas!!!!!

E eu também não vou falar sobre o Encontro, nem sobre o passeio. Sobre isso direi, apenas, que o passeio foi bonito, o Albertino não decepcionou, a homenagem a Vergílio Ferreira foi, para mim, uma frustração ( podíamos ter feito mais e melhor e o escritor merecia-o )e as visitas a alguns lugares históricos,foram proveitosas ( obrigado, David, pelas tuas explicações ). A noite no Hotel do Sabugal, para alguns, foi para esquecer mas foi importante a visita ao Castelo das Cinco Quinas, foi simpático o Porto de Honra oferecido pelo amabilíssimo casal no âmbito da visita ao castelo, o cafezinho nos Fóios, no estabelecimento do filho do Pacheco, também foi agradável, mas, para mim, o ponto alto  foi o aperitivo, o convívio, a paisagem e os nossos cânticos na nascente do Rio Coa ( Bem hajas, Alexandre, e oxalá mantenhas, por muitos anos, a tendência para te lembrares de coisas boas e bonitas ). Diferente, mas muito agradável, foi, também, o almoço no Soito que eu não me importaria de repetir já para a semana. Sobre o regresso nada a apontar a não ser a " fúria " do Morais, quando, ao chegar a Lisboa, verificou que o seu saco, com a roupa, documentos pessoais e da viatura e os seus medicamentos tinham viajado para o Porto. Mas quem conhece o Morais sabe que a sua bondade natural e o seu bom feitio não lhe permitem alimentar aquelas raivinhas miudas que só nos infernizam a vida. Passados minutos já tinha acalmado e desculpado a maldade que lhe tinha batido à porta.

Sobre isto já falei bem mais do que esperava. Por isso, vou entrar no assunto que me levou a intervir neste nosso sítio.

Na Assembleia Geral, realizada no Hotel de Gouveia,falou-se sobre uma reunião exploratória, a que a AAAR assistiu, sobre a hipótese de as Associações de Antigos Seminaristas se agregarem numa Federação Nacional. A descrição dessa reunião(desculpem a cacofonia) deixou-me com os poucos cabelos que tenho em pé quando ouvi que, na mesma, estavam presentes três Bispos, quatro Cónegos, sete presbíteros e umas dezenas de papalvos(!!!!). Então as Associações de Seminaristas precisam do apoio dessa cangalhada toda para constituir uma Federação??? Não têm cabeças pensantes que cheguem e precisam dessa trupe para lhes fazer os desenhos?? Haja pachorra!!!!

Claro que a presença daqueles " distintos" abutres é facilmente explicável porque sendo a Igreja uma instituição sinuosa, tortuosa, mafiosa e grande pescadora de águas turvas, já vislumbrou, com certeza, arte e maneira de sacar benefícios para ela desde que fique com a possibilidade de manobrar uma Federação que ela facilmente vai engolir.

Gostei da atitude prudente do M. Vieira mas também pressenti que a ideia de nos coligarmos já habita na cabecinha de alguns colegas nossos. Julgo que a melhor intervenção, feita sobre esta questão, foi a  do L. Guerreiro quando  disse que, atendendo ao espírito que ele pressente na nossa Associação, o melhor era não aderirmos a essa Federação mas participarmos numa outra qualquer em que prevaleça o espírito humanista e não o religioso. Nada tenho contra os colegas que tenham sonhos de voltar a ser diáconos, padres ou bispos mas, por favor,não metam a nossa Associação nessa bendita Federação que irá ser um instrumento nas mãos da  Igreja!!!!!!!!.Basta atentar no cuidado, interesse e apetência que está a por na sua formação!!

Creio que o assunto ainda está numa fase incipiente mas convém não o perder de vista e espero que qualquer decisão tomada pela Direcção venha a ser ponderada por todos os associados.

Para terminar esta conversa quero deixar bem clara a minha posição sobre este assunto; e, claro está,  não é uma ameaça é, apenas e só,  uma constatação: No dia em que a AAAR aderir a tal FEDERAÇÃO, repito o que o David disse nessa mesma Assembleia Geral : EU DESERTO. ( Também não tenho ilusões sobre o facto de não fazer falta nenhuma à Associação, descansem !!! ).

* Este escrito foi escrito conforme o Velho Acordo Ortográfico com misturas também do Novo. É um sinal dos tempos ( e da idade).   

2011-07-02

manuel vieira - esposende

"Há poucos desejos tão fortes como o de ser tratado com respeito e evitar a humilhação. Sentir admiração e amor no olhar dos outros ou simplesmente ter a sua atenção. A indiferença pode ser um terrível e solitário castigo..."

Em "Pontos de Vista" podes ler uma interessante abordagem a um livro de Alain Botton intitulado "Status Ansiedade", que mais deveria chamar-se a Ansiedade do Estatuto pois seria uma tradução mais certa do seu de título.

Claro que o tema nada terá a ver com os silêncios de Verão que tanto pacificam esta nossa rubrica.

São as férias, a acomodação aos prazeres da boa vida e alguma preguicite mental que afecta os nossos cérebros em jeito de força da inércia da pouca actividade, a tal que contraria os fluxos de energia de quem não consegue parar.

Como o dinheiro faz dinheiro, suponho que a "melancolia de verão" gera melancolia e o afastamento da escrita pode ser uma consequência disso.

Daí a curiosidade do tema do Pontos de Vista para estimular, no mínimo, as pestanas.

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