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2011-05-22

manuel vieira - esposende

Com temperaturas que fazem lembrar os estios e os areais retemperadores apetece quebrar este silêncio ensurdecedor que mostra que as pausas fazem parte de qualquer menu da vida.

Quem costuma fazer uma pausa no bulício de Brasília é o nosso amigo Luís Guerreiro, que chegou estes dias à sua casinha em Gondarém, de onde avista o rio Minho e as terras galegas e onde vai esticar as suas férias habituais.Esperamos vê-lo no Encontro Anual!

Também o nosso amigo Assis tem vivido mais tempo na sua aldeia do Minho e daí os constrangimentos na utilização das novas tecnologias, com as consequentes ausências nesta palmeira.

Mas neste espaço sentem-se outras ausências, algumas por contágio de outras ausências. Claro que tem feito falta o nosso amigo JMarques, não só pela acutilância quando entra mas também pelas vezes que entra, pese a sua já longa ausência. Alguns colegas reclamaram várias vezes pelo desconforto da sua forma de interpretar conceitos ou preconceitos. Mas concluo que foi bom enquanto durou e até o nosso amigo Martins Ribeiro terá já saudades de algumas provocações amistosas.

A pausa foi longa, o nosso Grande Encontro perspectiva-se como um momento grande de convívio, cultura e lazer e vamos dar fogo nisto!

2011-05-21

Arsénio Pires - Porto

5 x 1 = 5

5 x 2 = 10

5 x 3 = 15

5 x 4 = 20

5 x 5 = 25

5 x 6 = 30

5 x 7 = 35

5 x 8 = 40

5 x 9 = 45

5 x 10 = 50

2011-05-20

Arsénio Pires - Porto

Maravilha!

Ausentei-me do Porto durante 5 dias

e venho agora verificar

que a meditação silenciosa continua neste nosso site.


Lectio Divina!

 

2011-05-11

Arsénio Pires - Porto

Meu caro Ismael:

Já coloquei esta mensagem no "Pontos de Vista" mas repito-a aqui para o caso de nem todos terem lido o teu comentário ao meu artigo:

Fico contente por teres condensado o essencial da minha reflexão feita ao correr das teclas.

É o que me vai na alma!

Estes novos sofistas a quem chamamos políticos, primeiro que tratar da cidade, tratam-se e tratam dos seus, incluindo amigos, com despudor! Todos a nível planetário fazem o mesmo. Portugal não é uma ilha. Nem os daqui são melhores ou piores do que os outros.

Mas, se com eles não podemos viver, sem eles muito menos. Pelo menos enquanto continuarmos a velar este sistema que é já cadáver há anos.

Temos que mudar de linha e de destino. Até mesmo de comboio.

A crise apanhou o planeta de calças na mão. E regressará em breve tempo se as nações não mudarem de paradigma.

Uma sociedade baseada no TER não pode SER grande coisa!

"Vemos, ouvimos e lemos

Não podemos ignoorar!" (dizia a Sophia).

Enquanto é tempo!

2011-05-10

alexandre Gonçalves - palmela

Começo por V. Ferreira:"A pessoa que somos, e que parece evidente, aprende-se devagar."A lentidão não pode ser uma consequência de um certo modo indolente de existirmos. Ela é a distância mais curta entre o que somos e o que temos de ser. A vertigem contemporânea, que os dias nos enche de ruído e pressa, ignora a urgência de dar algum sentido a esta cousa flutuante que é a vida. A próxima paragem é a montanha. Viajantes da vasta terra, parai um pouco! Não vedes como tudo isto se vai desmoronando? Não vedes como os dias estão a fugir para o outro lado da terra? Será a resignação uma boa resposta para a decadência? Estará nos hábitos a salvação? A montanha é um lugar sagrado, território habitado pela transcendência. Deixai cuidados, esquecei a vinha, desligai o microondas, cuspi o último cigarro. Vinde praticar o vagaroso exercício desta viagem de interrupção voluntária da morte! Cair como tordos no solo estafado e desiludido duma vida a prazo é a coisa mais fácil deste mundo. O contrário é mexer, é romper contra a repetição, é mudar-se, é caminhar rente ao mar todos os dias, é dar um grito ou um murro ou um abraço demorado, sem texto nem aparência. Já conhecem a paisagem? Então por que motivo não vêm? Aproveito para saudar os que estão chegando. Os que sabem dos muitos perigos que resultam de ir ficando. Os que , pelos mais variados caminhos, aproveitam o vento brando que está soprando das altas serranias. Saúdo todos os que já escreveram o nome na pedra, nomeadamente os Guerreiros, os Pedrosas e tantos outros que, por força da vontade e do sentido, da lei da idade se vão libertando. Eternos serão e felizes, porque, no vagaroso exercício da existência, aprenderam de onde vem a luz. A vida também se merece. E sobretudo, com paciência e humildade, também se aprende.

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