fale connosco


2011-07-13

Arsénio Pires - Porto

Amigo Peinado:

Que tu não ias ao Encontro só por motivo de férias, já eu sabia pois tínhamos falado poucos dias antes.

Por isso estava descansado. Interpretei aquela referência do Gaudêncio como uma suposição dele e não como uma certeza.

Foi bom ouvir-te. Como sempre.

Para a tal "Foda de Monção" já desde o início estou inscrito no livro de assentos do Martins Ribeiro. Levarei os meus ancestrais apetites e não as miraculosas medicinas de que, felizmente, ainda não necessito.

Só espero que, se for na 1ª semana de Setembro, combinemos com tempo o dia pois tenho dois dias ocupados mas ainda sem confirmação (dias 6 e 7).

É claro que também de "pés debaixo da mesa" se faz a nossa Associação!

Não falharei!

2011-07-12

PEINADO TORRES - PORTO

Boa tarde companheiros Efectivamente não foi a doença que me afastou do grande encontro no SABUGAL, mas sim uma oportunidade de férias, e as oportunidades têm que ser aproveitadas e as decisões também têm que ser tomadas. Devo acrescentar que os anos não perdoam, tenho alguns problemas de saúde que estão a ser tratados. O meu muito obrigado ao GAUDENCIO E ao nosso decano MARTINS RIBEIRO, pelas atenções prestadas e pelas palavras elogiosas que não mereço. Já visualizei o video do grande encontro, parabéns aos realizadores. Daqui envio o meu grande abraço de amizade e fraternidade ao meu distinto condiscípulo e amigo FERNANDO CAMPOS que já não o vejo à 52 anos, pois tive conhecimento de que também esteve no SABUGAL. A respeito de nos integrar-mos na FEDERAÇÃO anunciada, o meu voto é NÃO. E a propósito deste assunto acho que antecipadamente deveram ter divulgado os contornos da possível adesão, e as pessoas já iriam para a assembleia com umas luzes do que se ia tratar. Como não faço parte da fundação da AAAR não sei quem quiz fu8ndar " O CLUIBE DOS QUE SE SENTAM COM OS PÉS DEBAIXO DA MESA ", mas sou dos que pugno pela união, amizade e fraternidade entre todos os AAAR, e sou também ferrenho devorador de boas companhias e lautos almoços, isto não é novidade para muitos de nós, vou começar a tomar VIAGRA para me preparar para a " FODA DE MONÇÃO " que se irá realizar possivelmente durante a primeira semena de setembro a convite do meu companheito e ilustre amigo MARTINS RIBEIRO. SOU REFORMADO, DOENTE SEMI-PROFISSIONAL, E GSSTOR DOS MEUS NEGÓCIOS em parte time VOLTAREI P S ainda tenho uns talhões para vender no céu. Até breve
2011-07-12

Arsénio Pires - Porto

Pela rubrica "Pontos de Vista" também vão passando vários pontos de vista.

Porque o nosso portal não é só "Fale connosco", não te esqueças de clicar no "Pontos de Vista" e espreitar.

E intervir!

Vão aparecendo "coisas" novas!

2011-07-10

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Após ter lido os últimos textos exarados no nosso site, de repente, dei comigo a matutar no meu bestunto sobre uma chamada de atenção do Gaudêncio na parte final do seu tópico e na qual me foi dado entender que o grande amigo Peinado estaria doente e, por essa razão, não teria comparecido no nosso recente encontro do Sabugal. Não era essa a informação que possuía e que, segundo o próprio Peinado me confirmara, o motivo da sua não comparência se devia, isso sim, a um período de férias por terras de Espanha. Por isso, tenho andado a cismar e não tendo nada que me sugira o contrário, vou procurar deslindar o que se passa sobre o assunto. Sabia que o companheiro Peinado tinha alguns problemas de saúde, entretanto sob vigilância médica e com adequado tratamento como, é sabido, toda a “velhada” vai sentindo com maior ou menor acutilância. Nada, porém, que impeça certos pecados, principalmente os da gula. O Peinado faz parte do núcleo duro de certos “malucos” do nosso Grupo e nem sequer me passa pela ideia que não possa comparecer na próxima estroinice planeada para Setembro em terras do meu burgo.

Também verifiquei que os ânimos, até aqui tão calmos, parece terem começado a espingardear um tanto acirrados. Entendo que não valerá a pena seguir por esse caminho pois tendo sido eu, em tempos, um desenfreado sniper, cheguei a essa conclusão. Contudo, se for para animar este espaço e sem consequências de maior, haja forte tiroteio que quanto mais barulho fizer, melhor será. E não me chameis á liça porque senão também estarei lá para dar e levar.

Diz o nosso Vieira, apaziguador nato e poeta refinado, servindo-se duma  bela imagem literária de barcos tangidos á vara em águas calmas, como também eram os do meu rio Minho sem par, que alguns dos textos teclados neste sítio roçariam a poesia por serem incrivelmente musicais. Gostei muito desse parágrafo e devo dizer que tal género de intervenções são, de longe, as minhas preferidas, mas como não se pode viver sempre na lua dos arroubos poéticos, reconheço que, de vez em quando, também deverão ser dados uns valentes murros na mesa.

2011-07-10

manuel vieira - esposende

Animar um site não é fácil e esta rubrica do "Fale connosco" por vezes "assenta o casco na areia" e só com uma maré mais forte é que retoma a navegação.

O Arsénio espetou a vara e o barco retomou caminho... resultou.

E se alguns textos que por cá deslizam estão por vezes próximos da poesia, sendo incrivelmente musicais, outros mostram como a linguagem é por vezes um utensílio imperfeito.

Às vezes espeto o olhar a ver a maré crescer nos caneiros do rio junto à foz, onde eu moro.

Vou identificando os avanços e recuos da água pela esquerda e pela direita. E algum tempo depois a água já corre com a força natural num só sentido e as margens compõem-se num leito reluzente de murmúrios. Isto já me cheira a poesia...

Poucos dias depois do nosso Encontro ligou-me a Isabel Oliveira do Secretariado, a tal senhora que tem por missão contactar as Associações dos Antigos Alunos e tinha como tarefa desse dia fazer um ponto da situação junto dos grupos. Com a clareza das outras vezes informei-a de que a nossa Associação tinha abordado uns dias antes o assunto em Assembleia e que não estava nos seus propósitos a adesão a qualquer movimento de federação de organizações de antigos alunos de seminários, sendo consenso bem abrangente.

A Senhora percebeu e juntou certamente esta nossa opção a outras que tiveram o mesmo sentir, num cardápio onde também constavam indefectíveis do processo.

O colega com quem mais vezes troquei impressões sobre este Movimento desde o seu início foi o Arsénio, por factores diversos que favoreceriam a minha análise crítica sob variáveis diferenciadas que tinham também a ver com a sensibilidade geracional. As ideias do Arsénio foram sempre muito claras e na resposta ao Gaudêncio repetiu-as. Mas a abordagem frequente por parte do Secretariado obrigava-me a escutar sensibilidades e depressa percebi que a nossa forma de estar em grupo não tinha enquadramento nos propósitos de Fátima, onde se organizou o primeiro Congresso e onde quisemos estar presentes.

O assunto foi abordado nesta Assembleia com clareza, e para que ninguém mais tarde reagisse à omissão do assunto no local certo. É um assunto em que apenas a Assembleia tem capacidade para deliberar e o consenso foi claro e evidente.

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