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2011-07-31

A. Martins Ribeiro - TERRAS DE VALDEVEZ

Caros amigos e companheiros:

Estou a preparar a tralha para ir uns dias por esse País fora,  que é como quem diz e de forma pomposa, para ir de férias. Como “trabalho” muito, entendo que me assiste esse direito. 

No entanto, o que me traz aqui é o seguinte: como ficou previsto e que ainda nenhum dos possíveis interessados contestou, vai ser no dia 13 de Setembro o ataque á “dita cuja” da minha terra e preciso de saber, impreterivelmente até ao dia 20 de Agosto, quem vão ser os valentes que estão dispostos a entrar na liça. Porque  tão transcendente cometimento não se pode preparar assim em cima do joelho, nem isto é como na casa da mãe Joana. Tem que ser dada a ordem de execução pelo menos quinze dias antes para tudo poder estar operacional na devida altura. Tenho tentado contactar alguns dos possíveis interessados - e continuarei a fazê-lo até lá - através do telefone mas até agora ainda o não consegui. Se me permitis e sem querer preterir ninguém - a porta está aberta para quem quiser entrar - apenas iria sugerir alguns dos nomes que já trilharam os caminhos destas andanças: Vieira, Peinado, Diamantino e Arsénio já os dou como certos, no entanto e pelo menos, gostaria tambm que o Davide, o Gaudêncio, o Alexandre, o Assis e o Meira também pudessem estar presentes. Garanto que ninguém se irá arrepender. 

Portanto fico á espera das vossas "faladuras" que podem ser dadas para o meu e-mail, telefone ou neste site; também podem ser combinadas com o Peinado, Vieira ou Arsénio. 

Cá vos espero e agora … ala, que vou de abalada até ao Alentejo!

2011-07-26

Arsénio Pires - Porto

O Vieira veio focar um problema que me toca profundamente:

O próximo desaparecimento da Editorial e da revista Míriam.

 

Este é um grande sinal dos tempos que, a meu ver, se prende com a Igreja em geral:

A Igreja institucional, com o seu esquema tradicional que remonta aos tempos constantinianos do séc. IV, já não diz nada a quase ninguém.

Mas parece que ninguém quer enfrentar a realidade.

A autêntica mensagem de Jesus foi deturpada, quando não mesmo “rasgada”, ao longo dos séculos por esta instituição que consegue chegar ao séc. XXI com um esquema absolutista, nada democrático e com práticas que, nalguns aspectos, infringem os fundamentais direitos humanos no que à igualdade dos mesmos diz respeito. Dou um exemplo: a condição subserviente e limitativa de ascensão a postos de serviço da mulher (disse “SERVIÇO” e não honrarias ou eminências…reverendíssimas… sumos pontífices…) quando comparada com o homem.

Felizmente que o principal desta Igreja (mas, infelizmente, o menos visível… ou talvez não…) perdurou ao longo dos séculos e não largou o cap. 25 de Mateus!

 

Por isso me dá dó ver desaparecer um posto tão privilegiado de difusão do evangelho de Jesus, como é o duma Editorial e um revista, por não terem sabido adpatar-se aos tempos modernos, insistindo na venda de livros que pouco mais falam do que de novenas, terços e jaculatórias.

Quem pode comprar livros assim?

Onde estão os grandes temas que afectam os homens e mulheres de hoje?

Onde está, também na mensagem escrita, a Igreja que se quis “semper reformanda”? Que temas temos visto serem tratados na Míriam que interessem minimamente aos cristãos de hoje?

Depois… não há leitores? Pudera!

Quem aguenta?

 

Nota: Houve uma proposta formal feita à Congregação (que incluía  um grupo de ex-alunos redentoristas) para dar continuidade à Editorial e à Miriam, que viria a ser dentro duma linha moderna, com raízes no esquecido (ignorado?) Concílio Vaticano II, aberta à sociedade dos homens de hoje.

Resposta: NÃO!

2011-07-26

manuel vieira - esposende

Hoje voltei a Gaia. Fui dar um abraço ao Nabais que vai reformar-se estes dias. Mais uns dias de trabalho e acaba o seu vínculo profissional com a Editorial Perpétuo Socorro, onde labutou bastantes anos.

A Editorial deve-lhe seguir os passos ao que penso, pois a Revista Miriam não deve passar do final do ano e já não há novas publicações de livros.

Os tempos são outros e os temas merecem ser outros e a tal magia que atrai gente já não existe.

Como o Mário Soares dizia há dias do seu partido, é preciso refundar a Edtorial, isto porque o fenómeno da leitura tem oferta diversificada e o mundo dos leitores tem de ser estimulado.

Claro que o Manuel Fernandes ainda no sábado lançou o seu livro seguindo os moldes tradicionais e tem o seu mercado.

Sinto e penso que a Comunidade Redentorista tinha como veículo da sua mensagem a sua Editorial e a sua revista Miriam, e a sua missão tende a desfalecer com este desaparecimento.

A não ser que se reconfigurem os meios...

2011-07-24

manuel vieira - esposende

Hoje o Manuel Fernandes apresentou o seu novo livro e o salão do seminário esteve bem composto com alguns colegas nossos a ocupar lugares ao lado de muitos amigos e familiares do autor.

O Fernandes convidou para a mesa 2 poetas da sua amizade que declamaram poemas de criação própria e também de autores conhecidos e que encantaram a plateia.

A apresentação da obra foi bem estruturada pelo seu antigo colega, o sociólogo José Luís Ferreira, que dissertou longamente sobre  cenários da infância do autor em terras de Vale de Espinho.

Também Alberto Pacheco abordou temáticas do livro que referenciam e estimulam a uma leitura desta segunda obra do Manuel Fernandes.

Amanhã vou-me abrigar da nortada deste Julho e vou aproveitar para dar um avanço na leitura.

 

2011-07-21

manuel vieira - esposende

Parece que a minha açorda lá vai fazendo "arrotar" boa gente, presumo que pela força do alho, condimento imprescindível na sua estrutura de sabores e que tem por companheiro sensível o aroma da fervura dos coentros.

O bacalhau bem lascado de boa cura também é parte preciosa na terrina e só evidencia que os bons produtos são essenciais a uma confecção no ponto.

Quando o Peinado tirar férias em Esposende (vai ter de fazer reciclagem ao português de tanto ir para Espanha), então vamos ter pano para mangas, como manda a boa Escola dos Comungantes da boa mesa, com outras conversas pelo meio.

Entretanto, no próximo Sábado, o nosso colega Manuel Fernandes apresenta o seu novo livro no Salão do Seminário e lá espero estar para visitar também o novo espaço destinado à AAAR. Espero rever por lá alguns colegas.

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