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2011-05-23

Arsénio Pires - Porto

É verdade, Vieira.

Temas não faltam!

Para os mais esquecidos, prometo lembrar aqui a tabuada dos nove!

Era a mais difícil, lembram-se?

Em notícias, recordarei como quase todos nós aprendemos a ler.

Sem as "novas pedagogias", até nem sei como nós conseguimos...!

2011-05-23

manuel vieira - esposende

Não vou citar o Vergílio Ferreira!

Mas  dizia hoje Jerónimo de Sousa em campanha numa das Herdades sonolentas: “Sou como o Jacinto, tanto faz branco como tinto” ao ser questionado sobre as suas preferências vinícolas.

Não é que eu morra de amores pelo tinto, pese o aveludado e macieza do envelhecimento em casco de carvalho francês, também pode ser americano, seja duriense ou alentejano ou d'outras regiões, pois boas colheitas não nos faltam e as caves  estão mais especializadas nas castas e nos saberes quase científicos.

Aprecio a frescura do branco no tempo certo com paladar frutado da boa casta loureiro,  claro que estou a falar do verde que encima as ramadas do Minho.

Já mencionei o Vergílio, já transcrevi o Jerónimo, não o nosso colega, já falei do branco e do tinto, só para provar e comprovar que aqui se pode falar de tudo um pouco, com a moderação dos copos que refrescam e ou entusiasmam.

Podemos "falar" até cansar. Depois descansa-se em longa folga e regressa-se a esta ardósia digital.

Temas não faltam...

2011-05-23

Alexandre Gonçalves - Palmela

bem, após as previsíveis saudações, um único autocarro nos levará a Gouveia, a Melo(aldeia de V. Ferrera) e a Folgosinho, já em plena serra, onde almoçaremos os famosos cinco pratos assinados pelo mestre Albertino. Refeitos da jornada, retomaremos o itinerário pelas elevadas cotas da montanha no sentido norte-sudeste, passando por Vale de Rossim, nascente do Zêzere, Manteigas, indo acabar esta etapa na belíssima cidade do Fundão. Porém, no final do dia estará à nossa espera uma festa de cerejas na aldeia de Alcongosta, com tasquinhas do melhor que na região se produz. Para este fim de dia, que se presume feliz, sugere-se o método da autogestão...Após o que, será o hotel do Sabugal e a noite por conta da imaginação. Excepto o direito a uma sopa camponesa e a uns petiscos de circunstância, no bar da vila. Regime voluntário gratuito. No dia seguinte, após um inebriante pequeno-almoço, haverá a visita à cidade, ao castelo e à barragem, bem como um porto de honra na casa do castelo. Iremos então até ao Rio Coa, o rio mais belo que corre em Portugal, "porque é o rio da minha infância"... Segue-se o almoço no Soito, onde nos vai surpreender uma original "canja de cornos", e o mais que se verá. Por fim, fazem-se os discursos, canta-se o "V(B)ivat" e damos início ao regresso, desta vez pela A25, não sem antes o nosso esclarecido Rei Davide nos aclarar a úitima invasão napoleónica, destroçada aqui pela valentia patriótica dos nativos... nossos conterrâneos. Por tudo isto e muito mais que aqui não se revela, é imperioso não haver desistências. Os compromissos estão tomados, a lotação esgotou-se e perder uma oportunidade destas seria um acto de distracção imperdoável. O resultado previsível ultrapassará as expectativas. Trata-se dum regresso à mais remota infância, lá onde ficámos um dia na esquina do frio, à espera que nos viessem buscar. Provavelmente ainda por lá estaremos, quietos e mudos, porque às vezes não sabemos de onde nos chega uma incerta dor abstrata... Que "a abundância de dias enriqueça/ esta velhice desprendida,/ de forma a os frutos lúcidos da terra/ dispensarem maior sabedoria"(F.Echevarría). Sigamos este conselho do nosso poeta da casa e não nos arrisquemos a sobrar, porque os anos acumulados não dispensam a urgência de preservar a vida enquanto o vento ainda sopra. Preservá-la é convocar aqueles que estiveram perto, que riram connosco e connosco viajaram. Afinal, este programa não é mais que um hino à montanha, de onde partimos um dia. À água, em cuja pureza lavámos a memória. Às cerejas e ao fogo que nelas há, onde ardemos pela primera vez e gritámos de alegria pelo esplendor da terra. Vinde e vede se há melhor ventura do que este regresso de todos a tudo, porque tudo está nestas paisagens, nestes rostos, nestes gestos, nestas palavras que se foram dizendo para virmos. Para quê, perguntará o Sanches. Porque a vida inteira, responderá Vergílio, estará toda numa simples janela que se abre pela manhã para a montanha.
2011-05-22

manuel vieira - esposende

Com temperaturas que fazem lembrar os estios e os areais retemperadores apetece quebrar este silêncio ensurdecedor que mostra que as pausas fazem parte de qualquer menu da vida.

Quem costuma fazer uma pausa no bulício de Brasília é o nosso amigo Luís Guerreiro, que chegou estes dias à sua casinha em Gondarém, de onde avista o rio Minho e as terras galegas e onde vai esticar as suas férias habituais.Esperamos vê-lo no Encontro Anual!

Também o nosso amigo Assis tem vivido mais tempo na sua aldeia do Minho e daí os constrangimentos na utilização das novas tecnologias, com as consequentes ausências nesta palmeira.

Mas neste espaço sentem-se outras ausências, algumas por contágio de outras ausências. Claro que tem feito falta o nosso amigo JMarques, não só pela acutilância quando entra mas também pelas vezes que entra, pese a sua já longa ausência. Alguns colegas reclamaram várias vezes pelo desconforto da sua forma de interpretar conceitos ou preconceitos. Mas concluo que foi bom enquanto durou e até o nosso amigo Martins Ribeiro terá já saudades de algumas provocações amistosas.

A pausa foi longa, o nosso Grande Encontro perspectiva-se como um momento grande de convívio, cultura e lazer e vamos dar fogo nisto!

2011-05-21

Arsénio Pires - Porto

5 x 1 = 5

5 x 2 = 10

5 x 3 = 15

5 x 4 = 20

5 x 5 = 25

5 x 6 = 30

5 x 7 = 35

5 x 8 = 40

5 x 9 = 45

5 x 10 = 50

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