fale connosco


2011-11-28

Peinado Torres - PORTO

Bom dia companheiros Depois de ter saboreado a vtória do meu F C Porto sobre o Braga, fui nanar e hoje quando cheguei ao escritório, depois de cumprimentar as pessoas, abri o meu correio electrónico . Li e despachei. Seguidamente fui ao site da AAAR . Não podia ficar mais contente, pois além doa avençados ( ASSIS, ALEXANDRE, MARTINS RIBEIRO ), apareceu creio que pela lª vez o NICOLAU, ex-presidário da quinta da BARROSA, que eu também já não via hÁ 52 anos, bem como o JÙLIO que tive dificuldade em reconhece-lo. São estes encontros de sã camaradagem e amizade, que nos dão vida e força para aguentar-moos os tempos dificeis em que vivemos actualmente, O encontro na Oliveira do Paraíso, em Palmela ,faz parte do nosso roteiro anual de convivios, cuja importância tem de ser realçada devido à devoção e amisade à causa que o ALEXANDRE dedica a todos nós. Parabéns ao NICOLAU pelo texto enviado e pela tua presença, é bom para a ternura dos SETENTA FELIZ NATAL PARA todos nós e FAMÍLIAS VOLTAREI
2011-11-28

Assis - Folgosa - Maia

27 de Novembro de 2011 - Dia do santo FADO...

Oh que belo FADO o d'hoje. Já ficou p'a trás o fado menor. Agora é só FADO  MAIOR. Parabens aos proponentes e a quantos à sua candidatura de PATRIMÓNIO MUNDIAL serviram em todo este tempo passado...Parabens! - Nunca eu ouvi tanto Fado como hoje, e adorei. Estou até sonhando com um dia me iniciar a cantá-lo. - Esperemos agora que o outro, o triste fado em que os nossos governantes, políticos e economicistas, nos embrulharam se venha um dia a desvanecer, senão com a celeridade com que nos tramaram, pelo  menos pouco a pouco. - Mas hoje é dia de Festa. Deixemos de parte a crise. - É festa também porque um novo FADISTA se apresenta entre nós: o Nicolau. E como ele canta bem o Fado! Os meus parabens pela tua entrada gloriosa em FADO MAIOR nesta nossa taberna, com V ou com B tanto dá. Sê bem-vindo, ou bindo! Só aguardamos que, à bela escrita agora vista, um poema por ti declamado se faça ouvir. Sei que és exímio no palco e, por isso, aqui o declaro para que todos o saibam e também a ele te chamem.  - Não me refiro às qualidades do anfitrião da "Árvore do Paraíso" porque de todos são já mais que conhecidas e apreciadas. Outras castanhas venham, do Soito ou de Macedinho do Mato, e por lá nos verá...tão mal fomos por ele tratados... - A confusão em que a ironia do Aventino me meteu ainda não me permitiu que, com igual ironia eu lhe dirigisse a palavra. Só o meu convite para o nosso encontro por terras de Orbacém, ou de Moledo, continua em pé. - E como o Nicolau me despeço de todos vós: Pegai do vosso pião e vinde jogá-lo comigo nas terras minhotas, à beira-mar. Eu já tenho andado a treinar, assim como a andar de andas. Nestas, treinei há tempos na feira medieval de Caminha. Posso apresentar testemunhas e defender-me sem advogado...

 

2011-11-27

Nicolau - Oeiras (Soito)


Conversa, à soalheira...

Foi no sábado, já lá vão 15 dias, que mais uma vez a festa aconteceu. Todos os caminhos iam dar a Palmela, mais exactamente ao santuário do Alexandre. Mas logo que deixámos o alcatrão, fomos guiados pelo silêncio, a lembrar as veredas das nossas aldeias. Não se viam os anjos, mas eles cantavam. Não se viam rebanhos, mas o som dos chocalhos, à solta, em loucas correrias,  faziam lembrar o meu rio, sempre a cantar... Não sei porquê, mas logo que  se passa o portão da entrada, com o olhar concordante do imponente Serra da Estrela, todo o espaço nos faz respirar uma energia muito positiva, energia essa que nos transporta para uma paz, harmonia, equilíbrio e um bem estar inigualável, pelo que somos obrigados a respirar a sensualidade de todo aquele espaço envolvente. Os sentidos, sem quaisquer restrições, aceitam e envolvem-se neste convite. Mais além, numa pequena leira, está o alfobre das palavras do anfitrião. Pelo viço que irradiam, adivinha-se uma boa colheita para uns bons regos de escrita. Ficarei à espera para ter o privilégio de os gulosar. E já que estamos a falar de palavras, quero aqui expressar que sou um ávido leitor da escrita do Alexandre, pois sente-se nela a força de um touro, a leveza da gazela, a rebeldia do vento e a profundidade dos mares. E leio-a com o mesmo prazer com que, quando menino, comia uma grande talhada de melancia, com o sumo a escorrer-me pelos braços abaixo.  
Portanto, não tenho dúvidas algumas, que este bem estar começa logo pela maneira como o Alexandre recebe os amigos - espontaneidade e muita alegria. Penso que não haverá ninguém que não fique feliz com estes gestos e mimos que sabem tão bem a quem os recebe.
E agora não pensem que vou relatar tintim por tintim todos os passos de um dia em cheio, muito bem passado e com o nosso ego bem repleto. Longe disso! Porque, para os ausentes, curiosos, só lhes digo que tivessem aparecido. Mas resumindo, posso informar que nos abifámos e nos avinhámos, onde não faltou o bom pão com olhos, o bom queijo sem olhos e o bom vinho a saltar para os olhos.
Quanto às sobremesas, que fariam pecar qualquer monge, estiveram à altura das nossas conversas imateriais.  
Depois...
Bem,  depois, lá mais para a tarde, eis que o momento mais solene aconteceu, como que por encanto. Tocaram-se as trombetas, acendeu-se a fogueira e a conversa continuou, agora com palavras mais quentes. Trocaram-se ideias, botaram-se discursos, apresentaram-se argumentos, arquitectaram-se projectos e todos assinaram a acta. Por fim, fez-se uma prece à divindade do fogo, enaltecemos a partilha daquele momento ímpar e após a dança da Lua, num estonteante strip tease, a amizade saiu reforçada. Até o Sol, escondido atrás de uma nuvem, estava em lume, ao assistir a tão belo espectáculo. 
E para ser franco, para mim, este encontro foi, o verdadeiro grande encontro. talvez pela liberdade, pela coerência e pela verdadeira amizade, vivida entre todo o grupo, tão naturalmente. Mas tenho de  dizer que o encontro havido no Verão passado, valeu pelo reencontro com todos os antigos companheiros, mas principalmente com o meu amigo e condiscípulo Júlio, pessoa que sempre tive e tenho no meu álbum de recordações. Um bom amigo! E valeu também pelo bando que ocupou o último banco do autocarro, nas muitas centenas de quilómetros do percurso. Falámos de tudo e mais alguma coisa. Contaram-se anedotas, lembraram-se episódios, cochichámos sobre as namoradas antigas, gargalhámos ao desbarato e tudo o que mais possam imaginar. Mas valeu a pena todos os quilómetros de conversa, havida no banco traseiro. E pasmem-se os céu!  Não fomos expulsos, nem por mau comportamento, nem por amizades particulares. Portanto o artº. 37 da Constituição cumpriu e até saiu reforçado.
Mas, embora não esteja bêbado, volto a repetir que gostei mais do encontro de Palmela. Como dizia um camarada meu e companheiro da guerra quando se referia ao gostar. "Um só adjectivo: GOSTEI!"
E agora vou abrir a janela do tempo e vou até ao terreiro da minha escola, para jogar ao pião e lançarmos o papagaio, feito de papel, com as cores do arco-íris. O Davide, meu amigo, primo, conterrâneo, companheiro de carteira, padrinho, deve estar farto de esperar por mim...
Volto já!
Nicolau

2011-11-27

alexandre gonçalves pinto - palmela

Tenho lido com regularidade esta nova PALMEIRA, renascida da penosa  ausência daquela que chegava às nossas mãos e tactilmente semeava sugestões físicas, como se fora corpo de rapariga, no tempo em que era zelosamente proibido. Do mal o menos. Antes este ser virtual, magro e frio, do que o silêncio pesado que já crescia por cima da memória. E folgo com a diversidade das intervenções, onde aflora duma forma ou outra um certo espírito subversivo, com o J.Marques a carregar o sobrolho. Com o M. Ribeiro sempre preparado para a refrega. E o Aventino a trocar o ar filtrado e docemente melancólico do seu porto por uma atenta protecção dos flancos, como se os funcionáriois públicos ainda funcionassem às ordens dos "comunas". Mas o que me comoveu foi a guerra dos ricos contra os pobres. É um rasgo genialmente evangélico. É de esperar que depois desta luminosa distracção, tudo venha a alterar-se no plano social. Os ricos estão presos por um fio. Os pobres, não tarda, saltam-lhes em cima, e comem-nos com o mesmo tédio e desprezo que se desenvolvem nas suas mãos, paradas pelo desemprego, pela desilusão, pela violência das instituições.  Salvem-nos os eróticos diospiros de s. francisco, que eu imagino a botarem fogo à região de Orbacém.                      Mudando de parágrafo, regresso gostosamente ao dia 12 de Novembro, à fogueira, ao oiro daquelas CASTANHAS, aos criativos de engenhos fascinantes, cuja eficácia só uma boca atenta pode garantir. Éramos muitos, vindos dum quotidiano honestamente fatigado. Mas chegámos de improviso. A alegria transbordava como se chegássemos a um lugar de família. Temos uma clara consciência da transição. E um quase receio de que os encontros já mostrem alguns sinais de prazo.  A mesa tem o tamanho da vida. O vinho circula em vasos comunicantes, para que nenhuma palavra se esconda ou adie. "Em nome da vida", diz a voz mais calada do universo. Uma roda em volta do fogo, o espírito soprando por onde podia.  Ritual de passagem, liturgia da idade. Não nos chamem nomes! Tivemos testemunhas de afectos  e das mais diversas doçuras. Uma onda de SÓCIAS fez do local um oásis demorado, mesmo que o outono impusesse ritmos incontornáveis. Um agradecimento especial para elas. Conquistaram o direito ao pódio, por mérito próprio.                    Para concluir, manifesto a espectativa de um porto aventiniano, seja sábado ou dia de N.Sra da Esperança. E sugiro que o site bote fogo à crise e aos meliantes que apodrecem de ricos sob as malhas subtis do interesse nacional.

2011-11-26

Assis - Folgosa - Maia

...continuo pois isto da internete...

além do caldo verde, ainda vos posso brindar com o canto dos meus (?) melros e pinta-roxos e com o perfume das flores.

Aproveito para informar, amigo Ribeiro, que na minha conta já cairam alguns brindes para o Pe. Henri. Asim, passo nomear:

Manuel Viera -  Delfim Nascimento - António Gaudêncio  -  António Peinado  -  Fernado Viterbo  -  Davide Vaz  -

Portanto, o meu amigo ponha-me essa MÁQUINA a funcionar. Suponho que já tem as respectivas direcções enviadas pelo Manel. - Entretanro aguardamos que cheguem outras verbas. Todas serão bem-vindas e todas serão sempre poucas. - A uns e outros, aos que enviaram e aos que hão-de enviar um obrigado vindo desde longe.

E ainda uma informação mais: para todos os associados. - O amigo Barros tem já quase finalizada uma verdadeira obra de arte, com a colaboração do irmão Ricardo. Trata-se da capa do livro "O Peregrino" , o novo ramance do Luís Guerreiro, livro que nos traz bastantes ensinamentos sobre a História da Igreja, e que tem por fundo a viagem "Paris - Roma - a Pé" do nosso querido Henri Le Boursicaud.

Para todos vós o meu abraço fraterno

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