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2011-09-16

Assis - Folgosa - Maia

Estou de volta, AMIGOS...

Já me actualizei quanto à leitura dos vossos escritos e também do belo "Pontos de Vista" de L. Boff, um autor que muito aprecio. - E viva o Luxo! amigo Ribeiro... Realmente uma viagem até à capital Catalã não se faz todos os dias, como a afamada de Monção também não será prato do dia a dia... Tornar-se-iam enjoativas e acabaríamos por ficar doentes, por muitas passeatas clínicas que dêssemos e por mais suaves que elas  fossem. É o que espero fazer à beira-mar logo que chegue ao meu quintal de Cabanas /Orbacém, onde te aguardo, assim como a todos os que me desejem visitar. É questão de me telefonar, pois não desejo que nenhum dos meus amigos bata com o nariz na porta. Sei que o amigo A. Lontro me telefonou - e eu respondi, desde Cracóvia, por mensagem que espero tenha recebido. - Pois viva o Luxo, Ribeiro. - Depois de visitar a cidade de Barcelona e  alguns dos seus monumentos, entre eles a Sagrada Família de Gaudi, se outro dia lá voltar, sentar-me-ei tranquilamente no interior da catedral e deixarei que a magia da luz e som que desce do alto pelos vitrais multicolores, me embede sem pressas de voltar ao exterior. Ali não havia o "pavio" que habita a normalidade das nossas igrejas e que tanto mal provoca em nossas mentes. Só luz e côr. Apenas Vida. - Mas, amigo Ribeiro, mais uma vez: "Viva o luxo!" - Sem o saber, o meu filho que passa os dias dentro de aviões, já tinha marcado outra viagem de avião para os pais - é claro, dessas mais baratas. Fomos até Cracóvia, a bela cidade polaca, culta, musical. Tive a oportunidade de assistir a um concerto clássico na igreja de S.Pedro e S. Paulo, mas fui também ver os campos da barbárie nazi de Auschwitz-Birkenau. - A par do belo criado pelo Homem, o contraste bárbaro do Homem. Como é isto possível? É a pegunta que me fica desta viagem. O pior é que ainda não aprendemos a lição. Hoje, continamos a matar-nos e talvez ainda em maior número, só que mais espaçadamente no tempo, e sobretudo nos lugares. Quantos milhões de inocentes já morreram e ainda vão continuar a morrer desde aqueles dias?

O meu abraço fraterno

PS - Sempre que possa, na mesa da amizade convosco, lá estarei para reatar os laços.




2011-09-15

manuel vieira - esposende

A "foda à Monção" é um prato que requer tempo, de preparação, confecção e degustação e essas 3 fases distintas não podem prescindir  da qualidade do ovíno apascentado nos prados dos baldios altos  de noroeste, que vai proporcionar assim  a macieza e a suculência nos fornos lentos de lenha,  sobre alguidar de barro rude onde escorre sobre  arroz seco de açafrão.

Foi um esbanjar de sabores onde não faltaram à sobremesa as populares roscas doces de trato caseiro, amaciadas no palato pelos alvarinhos vertidos com casta  trajadura de frescura frutada esboçada nas adegas da região. Do Diamantino saltaram os espumantes generosos de bolhinhas saltitantes com sotaque francês.

O nosso amigo Martins Ribeiro foi exímio em todos os pormenores, excedendo-se em generosidade.

Todos  "botaram" discurso e até se cantou o Vivat num dia lindo de clima, sabores e amizade e alguns anseios.

2011-09-15

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Ainda não disse nada sobre a “tão falada” e pornográfica iguaria porque tenho andado um pouco atarefado aqui com a minha vida. Como todos sabem, adoro as tecnologias e sempre tive uma cobiça (um pecado) que foi possuir um iPhone, pois a nossa ambição, por vezes, não tem limites e então ontem fui até á cidade e lá consegui satisfazer o meu sonho. Devo dizer-vos que já não sou criatura de usar chupeta mas, por vezes, de velhos voltamos a meninos e, dessa forma, a minha chupeta agora é esse fascinante brinquedo. Mas que trabalheira - e também que gozo - ele não dá; para o configurar e personalizar!

Também vou fazer um filmezito da nossa aventura, para que conste, mas como não gosto de trabalhar á pressão, estou como o Bocage: ele há-de sair!

Digo-vos que adorei aquele encontro á volta do sagrado lenho, feliz expressão do Alexandre, daquela descontracção de quem já não corre atrás do tempo, gostei de toda a amizade que nos une e até da Natali; lembrou-me vagamente a mítica Elisa como que se materializasse saída da opaca bruma da recordação, não pavorosamente como um fantasma, mas docemente como angélica aparição.

Peço a vossa compreensão por se alguma coisa saiu errada e pouco do vosso agrado ou que tivesse defraudado as vossas expectativas; mas dei toda a minha capacidade para que tudo corresse na maior perfeição; acreditai que desejaria ser um ente superior para vos proporcionar uma fruição sem entraves nem limites.

Mas o que é isto? Despede-se o Peinado, dizendo que vai novamente de férias e ento  eu pergunto: outra vez? Vede lá; e eu que trabalho tanto, também já fui, é certo, mas agora só para o ano. 

Ide aparecendo pois é o que se leva!

2011-09-14

Peinado Torres - Porto

Boa tarde companheiros. A dita já foi, agora resta-nos a próxima que se DEUS quizer terá lugar em Vieira de Leiria, com o famoso ARROZ DE MARISCO, em 18 de Outubro p.f. Depois de ler o poema que o ARSÉNIO nos dedicou, também vou dar uma ligeira achega, sobre o convívio que realizamos, e vai daí o lº ponto. Felicitar todos os presentes com o devido realce para o DELFIM e o PEDROSA. 2º) a ausência do DAVID, este companheiro quase da lª hora nestas andanças, não esteve presente e apesar so seu telefonema a sua ausência foi sentida. 3º Fontes merecedoras de todo o crédito, deram-me como quase certo as presenças do MORAIS e do GONÇALVES, infelizmente para nós não estiveram, talvez apareçam para a próxima. Resta-me dizer que a "FODA Á MONÇÃO " é um prato de muita categoria, e faço votos de que o nosso DECANO MARTINS RIBEIRO organizador e patrocinador de TAL REPASTO, goze de muitoa anos de vida e saúde, para que possa repetir tal feito, na nossa sincera amizade e companhia. VIVA a A A A R p s VOU PARA FÉRIAS. Adeus...Chau.... VOLTAREI
2011-09-14

Arsénio Pires - Porto

A Dita de Monção

(ao generoso Martins Ribeiro)

 

Como foi bom estarmos todos: Os presentes e os ausentes!

Que seria de nós sem uma mesa?

Sem um pão?

Sem um copo de vinho?

 

Já nada nos ama senão o estarmos AQUI.

 

O tempo que levamos não permite caras sérias.

De nós já nada mais vale que o abraço e o sorriso.

Já nem sequer lembramos tempos mortos.

As palavras tornam-se vastas e sobrantes.

Apascentamos o cordeiro

aquele que nos tira todos os pecados de então.

E estamos.  

E comemos como quem busca ração para uma vida longa.

E bebemos como quem prepara a sede

que vai ser eterna.

 

E regressamos. Sempre.

Como quem nunca saiu do seu lugar.

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