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2011-11-06

A.Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Devagar, devagarinho, mas a "malta" vai começando a aparecer. Foi o José Castro e agora o Assis; tem ele toda a razão em andar de candeias ás avessas com essa ganga dos fornecedores da Internet pois eu também já tive os meus problemas com essa gente. Presentemente - deixa-me bater na madeira -a coisa tem andado menos mal.

O Assis veio estragar-me a vida ao declarar a sua intenção de ir a Palmela, ao célebre magusto do Alexandre; e porquê? Todos sabem que já não sou nenhuma criança e o PDI pesa como um penedo e, além disso, nestes últimos tempos o meu "canastro" não tem andado na sua melhor forma possível. Isto de ter de me levantar ás quatro e tal da manhã, conduzir até Braga  e regressar depois a casa ás tantas da noite, devem convir que é areia demais para uma camioneta como a minha. Mas, no meio disto tudo, há um senão: é que eu sou um doidinho por estas coisas e quando mete magustos e castanhas - ah, castanhas, ah, Oliveira do Paraíso, ah, andar de comboio - não consigo resistir, sobretudo se as ditas forem como devem ser, como também o são outras conhecidas iguarias, quentes e boas. Tinha a coisa alinhavada com o Peinado com quem tinha combinado uma resposta até amanhã e apesar de ser um companheiro a quem muito prezo previa, no entanto, dizer-lhe que, desta vez, não iria alinhar em tais aventuras, porém, com a posição do  Assis fico baralhado e não sei ainda para onde cair. 

Bem, vou estudar melhor o assunto e depois comunicarei a minha decisão que, possivelmente e para minha frustração, vai ser mesmo a de ficar entre lençóis..




 

2011-11-04

Assis - Folgosa - Maia

Ora, então, vivam todos e viva o nosso jornal-virtual!

Acabo de pôr em dia a leitura do mesmo. Tem-me sido difícil fazê-lo pois tenho andado em contenda com a minha internete. Tenho pago e sido mal servido lá no alto de Cabanas. Nem telefone, nem internete, após a 1ª chegada do mau tempo. Prometeram resolver-me o problema na próxima 2ª feira. A ver vamos... Até agora tenho-me valido da internete servida por pen que, além de cara, se esgota rapidamente. Mas vós não tendes culpa, eu sei...desculpai. - Escusado será dizer que adorei saber que o desejo de que o jornal ressurgisse era geral, e ainda bem. Sinal de que o fogo sob a cinza morta não perdeu sua vitalidade. A prova está nos textos acabados de chegar, mormente na calor natalício do Viterbo, calor que a todos transporta até aos mais tenros dias da nossa meninice. - Ora então, temos castanhas da Beira e de Trás-os-Montes, em Palmela... Estava já convidado para um outro magusto para esse mesmo dia mas, como ainda não havia dado a minha palavra final, e até porque tenho faltado a outros encontros vossos, vou procurar estar presente. Aos que partem do Norte, em combóio, eu agradeço me informem dos pormenores da viagem. Obrigado.

O meu abraço fraterno

 

 

 

2011-11-02

manuel vieira - esposende

 

O texto do Peinado relatando a intervenção do Viterbo traz Natal enternecente, palavra talvez que só os poetas usem.
Mas falemos de magustos, das castanhas doces e grandes das Beiras e outras Transmontanas, acolitadas de outros proventos na brasa.
De vinhos não falo. Palmela é também a terra deles.
E Palmela porquê?
O Alexandre Pinto lançou o convite para visitarmos a sua Quinta no próximo dia 12, para provarmos as ditas castanhas assadas no lume da fogueira, qual fogo de conselho.É S.Martinho!
Como na outra visita, alguns colegas do Norte vão de comboio, aproveitando os descontos da idade e o conforto dos trens.
Os do Sul estão bem organizados e confortam-se também com estes eventos, mais solidários talvez por não serem de lá. Mas pelo Norte também se fazem umas coisadas mas curiosamente são os do sul quem mais as aproveita. Sabem aproveitar a vida, dirão os que sabem ler estas coisas.
Por cá ainda se esperam umas Tripas à moda do Porto, que o tempo se amanha para as "profitar".


2011-11-02

António Peinado - Porto

Bom dia companheiros.

 Já temos o nosso adorável PASKIM ou PALMEIRAONLINE que é mais elegante a funcionar. É uma alegria para muitos de nós. a sua suspensão já estava a criar uma melancolia em todos nós, e basta ler o texto enviado pelo MANUEL VIEIRA para nos inteirarmos de que sem este espaço estamos todos como o país, isto é mais pobres e quase orfãos.

 Bom , mas não foi para dizer isto que eu vim cá hoje, e vamos lá ao que interessa . No passado 26 de Outubro, um pequeno grande grupo de ex-presidiários da QUINTA DA BARROSA, apesar de um dia chuvoso e aparentemente triste, reuniram-se em VIEIRA DE LEIRIA, 12 AAAR, para degustarem um opíparo ARROZ DE MARISCO e só restou as cascas e as CAÇAROLAS DE BARRO.

 Dos doze presentes, tivemos três novos aderentes, o VITERBO, o PASCOAL que ricas tangerinas que nos ofereceu, e o FERNANDO CAMPOS condiscípulo que eu já não via há 52 ANOS.

 Apesar do dia chuvoso e triste , os nossos corações e espíritos não podiam estar mais satisfeitos . Todos botamos faladura, em parte e como sempre o nosso companheiro ALEXANDRE é o SOL e monopoliza o tempo de intervenção, gosto de o ouvir pois tudo ou quase tudo o que diz tem interesse, mas neste encontro houve dois pontos que me sensibilizaram profundamente: 1º a presença do FERNANDO CAMPOS 2º O discurso do VITERBO, que disse que nunca falou para mais do 3 ou 4 pessoas, o que eu não acredito e presenteou-nos com este POEMA ERA NATAL!

“ Finalmente o NATAL estava a chegar. Nos dias anteriores, todos procurávamos portar-nos bem, mas o João, para não se arriscar a ficar sem presentes de NATAL, passava longos períodos deitado, que iam aumentando à medida que a data se aproximava . Assim, o tempo passava mais depressa e as oportunidades de fazer disparates diminuíam.

Os presentes que o Menino Jesus nos deixaria na chaminé estariam de acordo com o comportamento de cada um, Embora o Menino Jesus visse tudo quanto fazíamos, a nossa mãe não deixaria de nos recomendar, mas, se necessário, também testemunharia em nosso desabono.

No dia da consoada a porta da cozinha era fechada logo após o almoço. Havia que fazer as rabanadas, filhós, cornucópias e aletria. Se tal medida não fosse tomada, e se nós, os seis irmãos, entrássemos por ali dentro, ninguém daria vazão à nossa gula.

 A porta abria-se, por momentos ,para uma prova  cada um e voltava a fechar-se. Ao entardecer, levávamos aos animais que havia de melhor tudo do que mais gostavam de comer .O Natal era para todos  e eles pertenciam ao nosso presépio vivo. Só assim nos poderíamos sentar à mesa, sabendo que todos estavam felizes.

Assim que na serra, a luz começava a esbater-se, os pastores recolhiam os rebanhos. A quietude era total. Pouco tempo depois, os sinos da igreja repicavam alegremente .O som corria montes e vales e misturava-se com o dos sinos das aldeias vizinhas, anunciando Paz aos Homens e Glória nas Alturas.

Quando finalmente nos chamaram, já a nossa mesa estava posta .Entrávamos lavados e vestidos para a nossa festa maior. Por cima da toalha de linho, alva e rendada, fumegavam as travessas com arroz de polvo, bacalhau cozido com couve e batata. Igual em todas as casas. A ceia era alegre e demorada. Seguiam-se as rabanadas, filhós e outros bolos. Depois contavam-se histórias, jogávamos ao par-ou-pernão, ao rapa e outros jogos.

 Pela meia-noite alinhávamos as botas junto à lareira e seguíamos alegres e ordeiros para a cama, esperando que, enquanto a neve pousava sobre as telhas, o Menino Jesus descesse pela chaminé, com as nossas desejadas prendas de Natal. Era Natal!

 

 NESTE MOMENTO EM QUE A GUERRA AINDA EXISTE

O ÓDIO SE ENRAÍZA, A FOME INSTALA-SE, PERSISTE.

O DINHEIRO DOMINA, ESCRAVIZANDO O MUNDO.

 UM DEUS CRUEL, IMUNDO.

 FALHA A JUSTIÇA. HÁ VALORES QUE SE INVERTEM,

 PROTELAM-SE OS MAIS NOBRES

 VALEM OS QUE PERVERTEM.

 DESPONTAM E LOGO ESTIOLAM PRIMAVERAS

 MORREM OS SONHOS, ESFUMAM-SE QUIMERAS.

 MAS AINDA SE AFIRMAM VALORES  QUE NOS LIBERTAM

 ESPERANÇA PAZ, AMOR

 VENCEM, CONQUISTAM DESPERTAM!

 QUE HAJA EM CADA CASA UMA LAREIRA!

 É URGENTE UM NOVO NATAL NA TERRA INTEIRA:

 NA FAMÍLIA

 DE AMOR, DE TERNURA E CORAÇÃO

 NATAL DA ESPERANÇA

 UM NATAL COMO O MEU

 QUANDO EU ERA CRIANÇA .”

 

Não queria terminar o meu texto sem dirigir uma palavra muito especial ao VITERBO, gostei muito do seu POEMA quando o ouvi ler, mas agora ao transcrevê-lo é que senti toda a profundidade e simplicidade do mesmo, obrigado VITERBO, acompanha-nos sempre pois os nossos almoços são para confraternizar , comer, beber, viver e muito mais como se pode provar.

 Por fim e porque já sou capaz de estar a meter nojo a alguém que não pertence ao nosso grupo ( SEITA ), daqui envio o meu abraço ao companheiro JOSÉ CASTRO, não só pela sua presença neste espaço, mas também pelo teor do texto que nos enviou, assim no meu modesto entender é que se é solidário. COMPANHEIROS ATÉ AO PRÓXIMO DIA 12 VOLTAREI - Amigo JOSÉ CASTRO não cobro direitos de autor e estou muito feliz - VOLTAREI

 

2011-10-29

manuel vieira - esposende

Às vezes penso que estou cansado destas coisas pois outras coisas importantes da vida se sobrepõem e se colocam à frente, obrigando-me a um esforço maior de concentração nas coisas da vida a que a vida obriga.

A vida familiar é para mim sempre prioritária sabendo que da vida profissional ela também depende e em tempos de maior exigência e pressão tem de haver maiores cuidados com a utilização do tempo.

Esforço-me também por experimentar a amizade aproveitando os momentos das oportunidades.

Quando aqui venho em gesto diário esboço um sorriso ao ter novas leituras, porque algum esforço de estar por aqui é compensado.

Hoje apareceu o Castro, normal cliente de bancada como ele afirma e num ápice "botou" letra bonita num texto que soube a pouco, mesmo dizendo muito.

É verdade que depois de ler o Castro senti mais um alívio de alma, um estímulo despreocupado de quem percebe que todos têm a sua vida mas a amizade é também um compromisso.

Antes aparecera o Edgar Lima de João Pessoa, no Brasil, curioso por saber como funcionamos e vou esclarecê-lo por e-mail, de um país que tem outra Associação em Aparecida, a UNESER com quem já temos ligações há algum tempo. Num país enorme os Redentoristas espalharam-se.

Entretanto o Assis anda na reforma agrária, ora em Cedovim alijeirando a terra às oliveiras, ora em Orbacém no Minho dando alento às suas plantações.

O nosso amigo Nabais, que já goza a reforma, andou nas vindimas do verde em Ponte de Lima e agora deu-se em obras pelos lados de Gaia.

O Davide telefonou-me há minutos e jantava no Zé Nabeiro no Soito onde dedilhava um borrego grelhado, um pouco a ver com o que lá "manjamos" este ano no Encontro.

Estas referências foram em jeito de conversa para que percebam que o nosso grupo funciona... 

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