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2011-07-24

manuel vieira - esposende

Hoje o Manuel Fernandes apresentou o seu novo livro e o salão do seminário esteve bem composto com alguns colegas nossos a ocupar lugares ao lado de muitos amigos e familiares do autor.

O Fernandes convidou para a mesa 2 poetas da sua amizade que declamaram poemas de criação própria e também de autores conhecidos e que encantaram a plateia.

A apresentação da obra foi bem estruturada pelo seu antigo colega, o sociólogo José Luís Ferreira, que dissertou longamente sobre  cenários da infância do autor em terras de Vale de Espinho.

Também Alberto Pacheco abordou temáticas do livro que referenciam e estimulam a uma leitura desta segunda obra do Manuel Fernandes.

Amanhã vou-me abrigar da nortada deste Julho e vou aproveitar para dar um avanço na leitura.

 

2011-07-21

manuel vieira - esposende

Parece que a minha açorda lá vai fazendo "arrotar" boa gente, presumo que pela força do alho, condimento imprescindível na sua estrutura de sabores e que tem por companheiro sensível o aroma da fervura dos coentros.

O bacalhau bem lascado de boa cura também é parte preciosa na terrina e só evidencia que os bons produtos são essenciais a uma confecção no ponto.

Quando o Peinado tirar férias em Esposende (vai ter de fazer reciclagem ao português de tanto ir para Espanha), então vamos ter pano para mangas, como manda a boa Escola dos Comungantes da boa mesa, com outras conversas pelo meio.

Entretanto, no próximo Sábado, o nosso colega Manuel Fernandes apresenta o seu novo livro no Salão do Seminário e lá espero estar para visitar também o novo espaço destinado à AAAR. Espero rever por lá alguns colegas.

2011-07-21

PEUNADO TORRES - PORTO

Bom dia companheiros ESTORM AM INSCREVER-ME PARA o convívio e almoço do famoso e apetecido pitéu " FODA DE MONÇÃO " , mas atenção no meu calendário o dia 13 de setembro é a uma TERÇA-FEIRA, anda para aí muito boa gente distraída, e embora se trate de uma jornada de fraternidade " oclube dos que gostam de por os pés debaixo da mesa " tem normas , organização e disciplina. É bom que tomemos emdevida nota que não nos desmobilizamos. VIVA A VIDA, A ALEGRIA E A VONTADE DE ..... . Vou novamente de férias, até brave . V0LTAREI P.S. MANEL VIEIRA és um bom presidente e também um bom malandro, teremos que conversar sobre a AÇORDA e outras coisas que não são de comer
2011-07-18

Arsénio Pires - Porto

Amigo Martins Ribeiro:

Mais uma vez puxai do vosso livro de assentos e do lápis para apontar o meu nome para a dita de Monção. O dia 13 que sugeris parece-me bem! Nem mesmo é sexta-feira!

Quanto ao tempo apropriado para a dita serem os dias frescos, talvez tenhais razão dado o ror de anos que os prováveis comensais já carregam. Por conseguinte,  mesmo recordando cada qual os tempos em que o frio ou o calor nos eram indiferentes, talvez devamos concluir que o frio é mais propício para o aconchego e manejo dos convenientes utensílios.

Portanto e por tais motivos, avancemos!

Que surjam as inscrições.

2011-07-18

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Meus caros amigos: vem aqui o Arsénio com um “chàzinho” provocador sobre a dita da minha terra. Se bem que a “tal” já esteja, em termos logísticos mais que preparada, contudo, devo dizer qu o Arsénio e todos vocês percebem pouco da p(f)oda pois quem percebe aconselha que esta deve ser consumida em tempo fresco, melhor ainda com frio de rachar, por isso e precisamente para não demorar tempo infinito, é que ela está prevista para Setembro, muito embora o mês de Setembro não seja propriamente ainda muito fresco; mas satisfaz. E porquê em tempo frio? Perguntareis vós outros. É dos livros; estas coisas pesadas, como também o é a dita do meu burgo, sabem muito melhor, tanto no conforto da lareira como no aconchego dos lençóis.

E então, aproveitando o reparo do Arsénio e ouvidas algumas sugestões, aqui estou a noticiar-vos que o bodo fica marcado, em princípio, para o dia 13 de Setembro, data sujeita a negociação ou retoque. Ide então programando a vossa vidinha em tal sentido para depois não vos queixardes.

Igualmente se torna curial saber quem está disposto a comparecer no repasto porque, sendo a “dita” um cometimento demasiado ingente para dois ou três “lanceiros”, o número ideal deverá ser não o de um batalhão mas sim e pelo menos o de doze indomáveis patifes. Se forem mais, terá apenas de se escolher um bicho de maior porte. Mais adiante aventarei alguns nomes para ajudar na inscrição, mas adianto que há companheiros com alguma responsabilidade nestas andanças e que, por via disso, não poderão faltar.

Peço-vos contenção na vossa ansiedade e tende calma que o tempo chegará e nós vamos andando por cá e a barca no rio. Abraços!

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