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2011-11-10

Alexandre Gonçalves - Palmela

Viajantes do Escasso e Mal Ajardinado Rectângulo: A todos as mais guerreiras saudações! Em tempo de ferozes combates, não é legítimo sentar-se na idade, alegando direitos adquiridos a sopas e descanso. Sempre se soube que o trabalho não é a mais desejável nem a mais nobre das ocupações. Mas é consensual que o ócio, por mais efémero que seja, é a mais fecunda fonte de sabedoria e de elevação espiritual. Ora a sabedoria não fornece verdades mas gera convicções. E é neste patamar que vão ocorrendo os nossos encontros. Dirão alguns que não se trata de actos de elevação. Pelo contrário, estes abundantes banquetes seriam verdadeiros exercícios de obesidade. Viajantes da vasta terra, ficai serenos! Por pudor linguístico, não gasteis nem uma palavra em jeito de resposta. Vinde e vede como é bom atravessar paisagens e cidades. Sentar-se numa ampla mesa neo-clássica. Demorar-se no culto litúrgico da amizade. Saborear os frutos vermelhos dos bosques outonais. Os que vêm não são os bons. Os que ficam não são os maus. Nós não falamos de bondade. Falamos do exercício urgente da existência. Já perdemos muito ano. Até aos vinte, andámos a aprender verbos abstratos, eventualmente irrelevantes para o futuro que nos foi possível. Aos quarenta, já tínhamos estagiado as mais diversas e fraudulentas promessas pessoais, sociais e universais. Vinte anos depois, reclamámos um pouco de ócio, que a lei civil nos garantia. Temos apenas um trimestre para deixarmos a assinatura num rascunhho qualquer. Podemos nós distrair-nos desta urgência? Uma conclusão paira no ar destes dias fugidios: Monção, Vieira de Leiria, Fão, Arcos, Palmela, Soito, tudo e o mais que venha, desde Sagres até Bragança, eis lugares definitivos onde a vida soube a festa, a lentidão, a resistência, a esperança. Como se muito futuro ainda estivesse por gastar. E a este ritmo, não é difícil asseverar que os ARES ainda mexem muito bem. Só para adoçar estes dias de chuva, estão confirmadas 26 presenças, em Oliveira do Paraíso. Sejam todos bem-vindos e façam a mais doce das viagens!
2011-11-08

Peinado torres - Porto

Bom dia companheiros O nosso decano MARTINS RIBEIRO sempre vai a Palmela, por obra e graça da presensa do nosso amigo e companheiro FREI ASSIS CONCEIÇÃO, e também por outras pressões- Era o que faltava sermoa privados da ausencia de um dos nossos reporteres fotogáficos, amigos todos sabemos que também temos o DELFIM, mas o automóvel não tem roda suplente? e é obrigatório apresentá-lo nas inspeções. Com isto apenas quero dizer que aos dois em PALMELA não de mais. Até sábado se DEUS quiser. VOLTAREI
2011-11-06

A.Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Devagar, devagarinho, mas a "malta" vai começando a aparecer. Foi o José Castro e agora o Assis; tem ele toda a razão em andar de candeias ás avessas com essa ganga dos fornecedores da Internet pois eu também já tive os meus problemas com essa gente. Presentemente - deixa-me bater na madeira -a coisa tem andado menos mal.

O Assis veio estragar-me a vida ao declarar a sua intenção de ir a Palmela, ao célebre magusto do Alexandre; e porquê? Todos sabem que já não sou nenhuma criança e o PDI pesa como um penedo e, além disso, nestes últimos tempos o meu "canastro" não tem andado na sua melhor forma possível. Isto de ter de me levantar ás quatro e tal da manhã, conduzir até Braga  e regressar depois a casa ás tantas da noite, devem convir que é areia demais para uma camioneta como a minha. Mas, no meio disto tudo, há um senão: é que eu sou um doidinho por estas coisas e quando mete magustos e castanhas - ah, castanhas, ah, Oliveira do Paraíso, ah, andar de comboio - não consigo resistir, sobretudo se as ditas forem como devem ser, como também o são outras conhecidas iguarias, quentes e boas. Tinha a coisa alinhavada com o Peinado com quem tinha combinado uma resposta até amanhã e apesar de ser um companheiro a quem muito prezo previa, no entanto, dizer-lhe que, desta vez, não iria alinhar em tais aventuras, porém, com a posição do  Assis fico baralhado e não sei ainda para onde cair. 

Bem, vou estudar melhor o assunto e depois comunicarei a minha decisão que, possivelmente e para minha frustração, vai ser mesmo a de ficar entre lençóis..




 

2011-11-04

Assis - Folgosa - Maia

Ora, então, vivam todos e viva o nosso jornal-virtual!

Acabo de pôr em dia a leitura do mesmo. Tem-me sido difícil fazê-lo pois tenho andado em contenda com a minha internete. Tenho pago e sido mal servido lá no alto de Cabanas. Nem telefone, nem internete, após a 1ª chegada do mau tempo. Prometeram resolver-me o problema na próxima 2ª feira. A ver vamos... Até agora tenho-me valido da internete servida por pen que, além de cara, se esgota rapidamente. Mas vós não tendes culpa, eu sei...desculpai. - Escusado será dizer que adorei saber que o desejo de que o jornal ressurgisse era geral, e ainda bem. Sinal de que o fogo sob a cinza morta não perdeu sua vitalidade. A prova está nos textos acabados de chegar, mormente na calor natalício do Viterbo, calor que a todos transporta até aos mais tenros dias da nossa meninice. - Ora então, temos castanhas da Beira e de Trás-os-Montes, em Palmela... Estava já convidado para um outro magusto para esse mesmo dia mas, como ainda não havia dado a minha palavra final, e até porque tenho faltado a outros encontros vossos, vou procurar estar presente. Aos que partem do Norte, em combóio, eu agradeço me informem dos pormenores da viagem. Obrigado.

O meu abraço fraterno

 

 

 

2011-11-02

manuel vieira - esposende

 

O texto do Peinado relatando a intervenção do Viterbo traz Natal enternecente, palavra talvez que só os poetas usem.
Mas falemos de magustos, das castanhas doces e grandes das Beiras e outras Transmontanas, acolitadas de outros proventos na brasa.
De vinhos não falo. Palmela é também a terra deles.
E Palmela porquê?
O Alexandre Pinto lançou o convite para visitarmos a sua Quinta no próximo dia 12, para provarmos as ditas castanhas assadas no lume da fogueira, qual fogo de conselho.É S.Martinho!
Como na outra visita, alguns colegas do Norte vão de comboio, aproveitando os descontos da idade e o conforto dos trens.
Os do Sul estão bem organizados e confortam-se também com estes eventos, mais solidários talvez por não serem de lá. Mas pelo Norte também se fazem umas coisadas mas curiosamente são os do sul quem mais as aproveita. Sabem aproveitar a vida, dirão os que sabem ler estas coisas.
Por cá ainda se esperam umas Tripas à moda do Porto, que o tempo se amanha para as "profitar".


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