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2011-11-24

Peinado Torres - PORTO

Boa tarde companheiros As minhas desculpas a quem induzi em erro. O meu email correto é antonio.peinado,torres@gmail.com, estou à vossa inteira disposição para ler e ver tudo aquilo que VOSSAS EXCELÊNCIAS ex-prisioneiros da QUINTA DA BARROSA e não só, me quizerem dirigir. Um forte abraço para o ZÉQUINHA, não tenhámos dúvidas de que é um GAJO F..... , e mais não escrevo Espero voltar se me deixarem - VOLTAREI
2011-11-24

AVENTINO - Porto

 

Hoje rejubila a comunistada. Cantam por aí, discursam, botam números falsos de falsos aderentes à greve. Encantam-se com o seu próprio desencanto. E no fim do dia, refastelados no sofá vermelho de suas casas, ralhando com a mulher porque demora a trazer-lhe a cerveja (bem fria, oh mulher), julgam-se com o dever cumprido.

Portugal virou assim: de mentalidade triste e destrutiva. Portugal é assim: em cada cidadão, uma mente comunista, de não fazer, de não ir, de não querer, de NÃO. Em cada jovem há um reformado, em cada dia útil, um fim de semana, em cada mês o mês de férias. Há sectores da função pública onde os funcionários, no dia em que tomam posse, logo começam a fazer as contas para o dia da aposentação.

Não gosto disto, não gosto de comunas, não gosto de quem não se empenha no País, na produção de riqueza, no esforço colectivo, na sua própria realização até à plenitude.

Não endeusem os pobres não, endeusem os ricos, aplaudam-nos, tragam-nos ao colo, valorizem-nos porque a eles se deve, a eles devemos o crescimento, a criação de riqueza, os tributos que caem no erário público.

Deixem-me lembrar-vos aquela estória que se conta acerca de Otelo Saraiva de Carvalho: era ele membro do Conselho da Revolução e estava reunido na Suécia com o Governo sueco. Ele diz, fanfarronando, "nós em Portugal estamos quase a acabar com os ricos"; responde-lhe o sueco: "Oh! que é isso? nós aqui queremos é acabar com os pobres".

Deixem-me também lembrar-vos que o dia 25 de Abril de 1974 foi o dia mais belo da minha vida; e continua a ser.

 

 

2011-11-24

Castro - Gondomar

Meus Caros AAAR´S. O nosso Amigo Arsénio quer provocar-me. Eu até gosto de uma boa troca de argumentos em determinados temas em que me sinto particularmente à vontade, sendo certo que este não será o palco ideal E NÃO VOLTAREI A ESTE ASSUNTO. O tema "ricos e pobres", é tão velho como a profissão mais antiga do mundo. Passo a explicar porque não me sinto em posição para discutir este tema de igual para igual seja com quem for: É QUE NÃO CONHEÇO NINGUÉM MAIS RICO DO QUE EU. TENHO TUDO O QUE QUERO DESDE QUE ESTEJA AO ALCANCE DA MINHA VONTADE E DA MINHA CARTEIRA; TENHO UMA FAMÍLIA QUE ME QUER BEM; TRABALHO E AINDA ME PAGAM PARA EU FAZER O QUE GOSTO! QUANTO A RICOS E POBRES (que não de espírito), digo: Não sei ao que se referia Mateus quando escreveu: "(...)é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino dos céus", mas sei que eu sendo rico como sobejamente fundamentei, já tenho lugar cativo...no cemitério da minha aldeia. ÚNICO REINO QUE (des)CONHEÇO EM QUE TODOS SOMOS IGUAIS: O REINO DOS MORTOS! Agora para cerzir este pensamento profundo em pontos que não deixem cair malhas, remeto para o RICO conteúdo de um texto que tu mesmo, meu Caro Arsénio, nos deixaste como resposta à pergunta que aqui formulaste. Esse texto está na pág. 50, publicada em 12 de Janeiro de 2011. Já agora também vos digo que NO MEU TEMPO NÃO HAVIA INDIGNADOS COM O FILHO (que não tem culpa de ter aquele progenitor)AO COLO NUM DOS BRAÇOS, UMA OU DUAS GARRAFAS DE CERVEJA NA MÃO DO OUTRO BRAÇO, OS CABELOS OU O QUE RESTA DELES PIORES QUE AS CRINAS DE UM CAVALO, UM ACAMPAMENTO E GRITOS DE PROTESTO EXERCENDO O "DIREITO À INDIGNAÇAO" (direito que S. Soares inscreveu há alguns anos no texto constitucional), COM AS CÂMARAS DE TELEVISÃO À CAÇA DE UM COMENTÁRIO PARA QUE O "POVO" COMPREENDA AS SUAS MOTIVAÇÕES... Resposta: ESTAMOS INDIGNADOS! Concluindo: OU SÃO FILHOS DE "RICOS" QUE NÃO TIVERAM RIQUEZA PARA QUE SEUS FILHOS FOSSEM "RICOS" TAMBÉM, OU ESTÃO À ESPERA DO CHEQUE DA SEG. SOCIAL QUE EU AJUDO A PREENCHER, QUE LHES PERMITIRÁ CONTINUAR NO ACAMPAMENTO COM A GARRAFA DA CERVEJA NA MÃO EXERCENDO O SEU DIREITO À INDIGNAÇAO. Se fossem trabalhar...
2011-11-23

A.Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Desculpai eu voltar aqui novamente; mas sou daqueles que não consigo calar uma surda indignação perante o que se está a passar neste meu desgraçado País e vós puxais por mim.

Amigo Arsénio, a resposta á sua pergunta é variável, porém, as contas são boas de fazer: se em Portugal (e o cálculo, suponho, servirá para todo o Mundo) tomando como verdadeiro que há mais ou menos milhões de habitantes activos e quase todos deles (por enquanto) são pobres ou para lá caminham havendo, dizem, trezentos mil ricos, faça-se a operação: 

5 000 000 ÷ 300 000 = 16 6666666666667. É uma conta surreal? É capaz de ser, mas sempre é uma conta.

Se atentarmos bem no sermão aos peixes do Pe. António Vieira, está nele uma parte da resposta:

"… A primeira cousa que me desidifica, peixes, de vós, é que vos comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. Se fora pelo contrário, era menos mal. Se os pequenos comeram os grandes, bastara um grande para muitos pequenos; mas como os grandes comem os pequenos, não bastam cem pequenos, nem mil, para um só grande."

Como se vê, no tempo do pregador e nessas circunstâncias a proporção não era assim tão grave porque, pelo que se leu, para fazer um rico só eram necessários mil pobres e, nos tempos de hoje, já não chegam 16 000, só em Portugal.

Nada me move contra os ricos quando eles, para o ser, lutaram, suaram e trabalharam no duro que, como todos sabemos, mesmo agindo dessa forma é muito difícil lá chegar. Mas estes ricos de que vos falo, não só nunca trabalharam, como sempre viveram da ladroagem, da rapina e da extorsão, com grandes doses de cinismo e arrogância: políticos parasitas, porque não roubam só o sangue, mas também a dignidade, espalhando o desespero, a loucura e a fome em milhões de seres humanos.

Este estado de coisas leva-nos, estranhamente, á solução do problema, preconizado também pelo ilustre e sacro tribuno: inverter a obscena posição e serem os pequenos a comer os grandes. Não resolvia nada? Ai resolvia, resolvia! Confisque-se todo o espólio roubado, ainda na posse dos ladrões e hão ver que nenhum pobre irá ficar sem qualquer subsídio. É evidente que eles nunca vão ir por aí.

Como vê, caro Arsénio, poderá não ser a melhor, mas esta é a minha resposta á sua angustiosa questão! Você também aporta um bom contributo: "… na sua casa, como na minha e na grande maioria delas, todos somos ricos porque o pão e o vinho são repartidos igualmente por todos."

É isso!

 

2011-11-23

Assis - Folgosa - Maia

Não vou demorar, pois continuo às turras com a PT e só tenho um sapionho pequeno para dar o salto até vós.

- Estou gostando da conversa toda e de todos vós. Só o Peinado não respondeu se tem a tal (,) ou o (.) entre os nomes. - Adorei a redacção do Zequinha e dos seu vampiros, que também me irão morder dentro de alguns dias...Adorei. -Quanto ao número de pobres necessários para fazer um único rico, também não sei. Já nem o Lorde BYron, o romântico inglês, creio que é assim que se rescreve, se interrogava quando falava dos pobres que tinham de baixar ao inferno das minas de carvão...Não sei se alguém saberá...mas devem ser muitos. -Aos que me possam ouvir, e ler especialmente se se encontrem por perto de Cabanas, informo que há Diospiros e Fisalis no meu quintal. Apareçam antes que os passarões acabem com eles.

- Aquele abração

 

 

 

 

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