fale connosco


2012-02-06

Peinado torres - PORTO

Bom dia Companheiros ASSUNTO DA ORDEM DO DIA - TOCA A INSCREVEREM-SE VAMOS TODOS A MESSINES. O nosso Amigo e companheiro DELFIM, seguindo os bons exemplos do nosso Amigo e companheiro ALEX, resolveu abrir as portas da sua mansão, aos EX-RECLUSOS da " quinta da barrosa " e suas famálias, para mais uma jornada de sã camaradagem, convívio e alegremente pudermos reviver o passado bom que tivemos e festejar o presente porque AINDA ESTAMOS VIVOS. Será uma FESTA Á VIDA. Desde já lhe envio os meus parabéns, pelo programa que elaborou. É FANTAÁSTICO, vai ser muito divertido. Malta como esta não há. Sejam rápidos a fazer a mercação o 21 de Abril É JÁ AMANHÃ. Meu caro J. MARQUES Aminha idade e a vida que tive, leve~me, creio eu, a estar praparado para todos os escritos e eventualidades. Já quase nada me choca, quer seja de ordem espiritual, quer seja de ordem material, e até politica. Porque na minha ótica já estou na parte descendente da VIDA, o que faz bem ao meu ego são temas SUAVES, no entanto você tem todo o direito de escrever e cultivar o seu estilo, Prometo que enquanto tiver vista lerei sempre os seus escritos. E já agora tire-se dos seus cuidados e entusias-me os seus condíscipulos, os do ano seguinte e os do ano anteior a participarem nestas andanças . Assim teremos temas mais diversificados . Cada um tem a sua personalidade e o seu estilo, eu sou dos que dão preferência ao contato pessoal, mas uso o telefone e a escrita. Aqui fica a minha mensagem de hoje VAMOS TODOS A MESSINES. Na passada sexta-feira, deu-se um dos pequenos encontros REGIONASI, foi uma jornada de descontração e como sempre de um bom almoço, vai haver mais. VAMOS TODOS A MESSINES . VOLTAREI
2012-02-06

Arsénio Pires - Porto

Meu caro “eremita” JMarques.

Assim o apelidei por mor do seu distanciamento desta praça.

Saudemos, portanto, a sua descida ao povoado.

E começando pelas suas saudáveis dúvidas. Quem não duvida, penso eu, desistiu de ser homem. Mais, penso novamente, só os ateus não têm dúvida alguma sobre a existência de Deus. Esses existem mas não duvidam. Outros pensam e, portanto, não existem. Complicado? Talvez…

Das suas preocupações e receios em relação à sã discussão nesta praça, também eu comungo.  Não só comungo como até, confesso com tristeza, estou chamuscado! Infelizmente, nisto de religião e política (as duas são religiões porque bebem de absolutos e de fé… e até de santos e santas…!), ainda não sabemos distinguir ideias de pessoas.

Sonho pelo dia em que sejamos livres e libertos para podermos trocar impressões sobre tudo, sem nunca confundirmos o amigo com as suas ideias ou crenças.

Em relação ao tema que levanta, poderemos aprofundá-lo.

Para começar, eu aconselharia um belíssimo livro com o título “Jesus, uma abordagem  histórica”. Autor: José António Pagola.

Curiosidade para os AAAR! A tradução é do nosso colega e amigo Bernardino Henriques (não sei se conhece…) que exerceu a sua actividade profissional como professor em Mirandela.

Por agora, ficamos por aqui.

2012-02-05

JMarques - Penafiel

Estimado Arsénio,

Confesso que achei alguma piada à sua expressão "eremita" pois ela pouco tem a ver com a minha identidade diária embora esteja distante do meu ninho de nascença.

Aprecio a sua fé e também a sua distância dos enquadramentos normalizados de Igreja e também da milagreira Fátima.

Curiosamente muitos contestam os comportamentos extremistas dos muçulmanos, esquecendo que eles também se fundamentam em interpretações conservadoras dos seus líderes.

Não faltarão nossos antigos colegas com formação teológica, o que confesso não é o meu forte.

Mas questiono-me com alguma frequência sobre alguns temas e sempre causou dúvidas no meu espírito de bastantes leituras que fiz o facto de os Evangelhos falarem de Jesus quando se refere ao seu nascimento, uma ou outra vez quando já criança a discutir no templo e depois só aparece quando já é adulto trintão. O que se terá passado num intervalo tão grande da vida?

Provavelmente Jesus terá casado como qualquer jovem hebreu e nada consta dessa fase da vida. Terá trabalhado como qualquer adulto pois era o normal nas famílias.

Terá deixado a família como pediu aos seus apóstolos quando lhes disse para deixarem tudo e segui-lo?

A existência de outros Evangelhos não reconhecidos pela Igreja e os aceites terem sido escritos muito mais tarde depois da morte de Jesus por inspiração do tal espírito santo que se esqueceu de influenciar as "santidades" que dirigiram a Igreja dos homens ao longo dos séculos, causa-me muitas dúvidas. Não questiono a sua existência, a de Jesus, porque me parece que o crédito da história me leva a ficar por aí.

Estas e muitas outras questões seriam curiosas para abordar nestes espaços, mas também muitos temas da modernidade teriam bom cabimento, embora eu me aperceba de um elevado comodismo que invade as mentalidades seminarísticas, com a fobia às abordagens públicas, como se de sermão de púlpito se tratasse.

Toda a gente tem jeito para lançar lenha para a sua lareira, mas todos fogem quando se trata de lareira colectiva com receio de que olhem para a acha que atiram.

Também reconheço em mim alguns constrangimentos de debate mas apercebo-me por aqui de gente com competências para transmitir ideias de elevado nível e por isso me atrevo por vezes a abrir a agenda a que o Arsénio quis dar seguimento. 

2012-02-04

Arsénio Pires - Porto

Saúdo o eremita J.Marques e pego nas suas palavras quando diz:

“Eu sei que colocar em causa dogmas é um sacrilégio imperdoável na mente de alguns e também Cristo teve esses problemas (…).

 

Concordo.

A minha fé é em Jesus: Creio na PESSOA de Jesus.

E a fé de Jesus não foi crer em dogmas que, aliás, nem sequer existiam!

A fé de Jesus nunca foi submeter-se a uma hierarquia que ele combateu e proclamou bem alto que nunca deveria existir.

E o sonho de Jesus, atrevo-me a dizê-lo, nunca foi fundar uma Igreja que em muitos aspectos desrespeita os direitos iguais de todos os baptizados, nomeadamente desrespeita os direitos das mulheres a quem Ele fez discípulas e a quem escolheu para se revelar primeiramente como ressuscitado antes de o fazer aos outros discípulos.

A fé de Jesus não era, seguramente, fundar uma Igreja que fosse, ao mesmo tempo, um Estado!

A fé de Jesus, não era seguramente o escândalo de Fátima!

 

(Agora venham os gregos e os troianos… Penso ainda possuir uma jangada (que Calypso me proteja!) para regressar a Ítaca onde me espera Argus, o meu fiel amigo).

2012-02-03

manuel vieira - esposende

O "discurso" do Alexandre Pinto apanhou a nossa revista em boa cozedura e segundo o Arsénio encerraram as "inscrições" pois já temos material que chegue para o próximo número.

Todos conhecemos a importância dessa revista na estratégia de comunicação do grupo e no reforço da sua vitalidade e da sua estabilidade e o seu núcleo redatorial merece bem a nossa admiração e o aplauso pelo trabalho que têm desenvolvido.

Vários colegas têm mostrado muito interesse pelo Encontro de Messines tendo em conta o local escolhido e a oportunidade de conhecer os locais enunciados no programa, em tempo de Primavera.

As condições estão já divulgadas em "Agenda" e "Actividades", onde constam também os contactos da Organização para eventuais dúvidas e inscrições.

Ao colega Marques abro os braços de convencimento que as suas mensagens são recebidas com normal curiosidade e interesse num espaço de abordagem saudável que define o Fale connosco.

Quer partilhar alguma informação connosco? Este é o seu espaço...
Deixe-nos aqui a sua mensagem e ela será publicada!

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