fale connosco


2012-02-12

Ismael Malhadas Vigário - Braga

Um poema não se comenta, sic - Arsénio

Nem tudo é para explicar, sic - Ismael

Quem explica, complica.

A linguagem pode ser uma grande armadilha.

“Com as palavras se faz a guerra/ com as palavras se faz a paz” Eugénio de Andrade.

“A linguagem é uma fonte de mal-ententendidos (novo acordo ortográfico)",  Antoine de Saint-Exupèry.

Os críticos pediram a Cervantes que explicasse o Quixote.

Miguel de Saavedra respondeu-lhes com um “2º Quixote”, uma 2ª parte.

Os críticos acharam que a 1ª parte era a mítica, criativa e a 2ª era fastidiosa, bafienta e monótona.

Eu não sou o Cervantes.

O Arsénio diz que não percebeu patavina do meu texto.

O Arsénio viajou.

O Arsénio falou.

Arsénio auturizatur ut iter faciat in lusitaniam .

Quem tem ouvidos que oiça.

Um atiçador é ...

 

 

 

 

Quando os críticos censuraram a a 1ª edição do D. Quixote de Cervantes, de Manuel de Saavedra, este escreveu uma 2a parte, tornou a

2012-02-12

Arsénio Pires - p

Ó Ismael Vigário!

Li e reli o teu post. Mas… se bem compreendi, não entendi NADA!

Busquei (que linda palavra!), busquei todos os meus dicionários de antes do (Des)Acordo Ortográfico e não consegui descodificar muitos dos vocábulos que por aqui espalhaste.

Os oradores latinos aconselhavam:

1º- Que queres dizer?

2º- Então, diz!

3º- Repete o que disseste.

4º- Se assim procederes, pode ser que alguém te entenda!

 

Nota: Agora mesmo vou pegar um comboio que me levará até terras onde a mourama medra. Depois continuamos.

2012-02-11

Aventino Aventino - PORTO

Esta coisa de aqui escrevinhar de tantos, tantas vezes, tantas, parece um porfiar de vaidades.

Há muito quem, de quem melhor aqui diz umas coisas, medíocres ou sublimes, como se fossem verdades ou dúvidas de encantar. Vá lá, vá lá, pobre, solitário, ensimesmado AAAR, vá lá, diz-te, diz-te como és, simples, generoso, puro e magno. Não emboles, não subas ao lugar de ondes não consegues descer. Fala-me de um modo que eu entenda, por favor, por favor. Somos todos vindos de um longo e triste caminhar, de um mesmo lugar, de um mesmo berço onde o único alimento que nos faltou foi o regaço, o beijo, o doce carinhar das nossas mães. Da tua e da minha. As nossa tias, o meu pai e o teu, o triste adeus das portas do combóio.

Tão simples assim. Tão simples TU.

Tão complexo, sou eu.

2012-02-11

Ismael Malhadas Vigário - Braga

ÀS vezes venho aqui beber e evito entrar. Não significa que não aprecie, mas vejo gracejos quase à maneira camiliana, que matam; ou ilustrados comentários à crença católica que, não pretendendo ser católica romana quer ir além, porque vanguardista de uma nova modernidade, que também já não o é, mas uma pós-modernidade travestida de muitas cores. Difíceis e insondáveis sãos os caminhos do Senhor.  Este é talvez o comentário que mais arreda o pessoal.

Depois vêm os textos poéticos e de prosa poética dignos de antologia e todos os não-poetas se acanham, porque evitam meças, pois estes novos homeros beberam de Hesíodo, o dos trabalhos e os dias. São poetas maduros que beberam de águas mais inspiradas que hipocrene: sadinas, cuenses, arcuenses, limianas, durienses e mais enses..

Depois vêm em cachão os comentários pantagruélicos que, para quem come para viver tem vergonha e medo de meter a foice nessa seara de gostos tão policromados que, de sabores hiperbolizados só por efeito de sinestesia.

Há ainda quem recorra a Dionisos, a eros, (phalos) para opô-los a Marte (Júpiter, Prometeu (Titâs) e outos tantos deuses e mitos guerreiros). Mas sobretudo o deus aqui mais esgrimido ainda é o Aplolo (logos) radioso. É na polémica e tramóia deste e com este deus que a controvérsia se instala e este espaço, umas vezes, atrai e outas vezes afasta. Não há hermenêutica possível para estes textos. Nem o Paul Rcoeur do  "qu'est-ce que c'est un texte?" ou o do arco hermenêutico e outros quejandos se entenderia. É um antes do Petecostes e  um after Babel interminável que as várias lalias não têm jeito de se entender. Mas não estou muito desencantado, pois a própria economia, agora avança a passos largos para a "ciência" especulativa, já não ha progósticos possíveis. Mas homem é assim, vem de humus, terra e lama, material do que é feito, porque o importante foi o fabricante, o ceramista que ventou um "pneuma" nesta entidade falante, "rema" e sempre com corda inspirada.


Há uma substância - um hipokeiménon aristotélico - que não nos deixa sossegados: a fé religiosa seminarística. E aquilo que começou por ser a razão do nosso encontro no seminário - essa mesma razão coloca-nos em espaços de diferentes barricadas: quem não é por mim é contra mim.

Alguns aqui são denodados de apolo e querem convercer, persuadir a uma fé que mal se vislumbra. Os tomés levantam-se do sepulcro, os corajosos da palavra falam, esgrimem argumentos que nem aos próprios convence quanto mais aos outros; outros tomés receiam falar, pois este areópago não lhes responde aos seus anseios ou nunca foram tocadas, bafejadas pela eleição divina: não foste tu que me escolheste, mas fui eu que te escolhi. A fé é um dom. Que confusão tão grande vai na minha cabeça.

Isto para quem quer ler textos diferentes e de outros autores, então divirtam-se com o meu, que fui escrevendo - corrente calamo.


 

2012-02-08

Arsénio Pires - Porto

Companheiro Martins Ribeiro:

1. Se é verdade que, como dizia Darwin, “a função cria o órgão”, teremos que concluir também que a disfunção do mesmo contribui para a morte dele.

Vem isto a propósito da pouca participação dos nossos colegas neste espaço de diálogo. Somos sempre os mesmos!

Será que os chamados “participantes de bancada” estão já descerebrados?

Aqui fica a pergunta?

2. Apesar de sermos sempre os mesmos, os teus textos são sempre dos que deixam marca na alma. Por mim falo.

Do “fundo de verdade” dos mesmos eu não duvido pois que toda a ficção parte da realidade. Mas, a mim, agrada-me a poesia que deles transcende. Como dizia o grande poeta Novalis, “quanto mais poético, mais verdadeiro”. É por isso que, quando for aos Arcos tomar uma “bebida quentinha”, por favor não me leves ao tal café onde mora a Beleza. Prefiro a tua poesia!

3. A tal Beleza, para mim, veste de azul. Celeste. Sem asas!

Quer partilhar alguma informação connosco? Este é o seu espaço...
Deixe-nos aqui a sua mensagem e ela será publicada!

.: Valide os dados assinalados : mal formatados ou vazios.

Nome: *
E-mail: * Localidade: *
Comentário:
Enviar

Os campos assinalados com * são de preenchimento obrigatório.

Copyright © Associação dos Antigos Alunos Redentoristas
Powered by Neweb Concept
Visitante nº