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2012-02-29

Assis - Folgosa - Maia

Olá, Cabral!

É com alegria que te recordo. Devo ter sido um dos últimos a ver-te antes de teres deixado a Barrosa.

Recordas que fomos de férias em 1959, tu, o Amaral e mais esta pessoa que dizes recordares? Fomos, via Vouga em direcção a Viseu, naquela pequena automotora que balouçava como se estivéssemos em pleno mar-alto... Numa tasca, em viseu, comemos um "prego" e bebemos uma SCHUEPS... - que bem nos soube! - e pouco depois tu seguias o caminho de Mangualde e nós, Amaral e Assis, em direcção ao norte: Granja de Penedono e Cedovim. Tu já não regressarias e o Amaral deixava a Barrosa pouco tempo depois do Regresso. E eu, apesar de ter sido castigado por haverem julgado que tinha conhecimento da compra de alguns livros não permitidos, feita pelo Amaral, o que não era verdade, ainda passei mais uns anos dentro. - Já lá vão realmente quase 53 anos, mais que uma vida...

Aparece, amigo Cabral, e traz mais alguém que conheças, por exemplo o António Martins, teu conterrâneo, creio.. Os tempos são outros e verás que vale a pena; como diz o Peinado 'já rezámos muito' naquele tempo...Vem até ao Algarve com a gente...

Aquele abraço

Assis

 

2012-02-29

Antonio Torres - Porto

Boa tarde companheiros Não pensava voltar a estas lides tão ràpidamente, mas não consegui refrear a satisfação , que tive hoje ao ler a mensagem do meu condiscípulo Francisco Cabral, que não falamos, já lá vão 53 anos, é muito tempo.Nestes anos que passei fora da quinta da Barrosa,muita água passou debaixo das pontes, que foi desaguar ao mar, e assim será pelo tempo fora, Já o disse mais que uma vez , que apesar de ter tido fortes desilusões de ordem espiritual, tive e tenho a alegria de passados estes anos todos, ter relações muito estáveis e profundas com muitos ex-companheiros e porque não EX-RECLUSOS da quinta da BARROSA. Fiquei contante por te teres apresentado no nosso site, espero que não seja a última vez, e espero que enchas os pulmões, ou melhor que te inscrevas e vás com esta " tropa fandanga " até MESSINES, vais ver que vais gostar e poderás cumprimentar ou abraçar os teus companheiros de outrora e outros que por lá andaram noutras épocas diferentes da nossa , tudo gente boa , ou não sejam AAAR. Cabral apresenta-te, podes crer que somos um "BANDO DE EX-RECLUSOS", muito " porreiros " rezamos pouco ou nada, porque já rezamos quando lá estivemos. Por tudo isto aparece Amigos e companheiros para todos um grande abraço. ATÉ MESSINES termino VOLTAREI
2012-02-28

Francisco Cabral de Sousa - ESTORIL

Ó Peinado, continuas em grande, e com humor. Tantos anos já passaram que, da Barrosa, só recordo o jogo da pelota, do futebol e da longa avenida sob latadas (as uvas eram boas) e do levantar cedo, claro. O teu nome e figura não esqueci. Recordo o Assis, o Pedrosa, O Manuel Vieira, o Ismael, o Lage, o David e.... Vivi todos estes anos em Lisboa, interompidos pela tropa (dois anos na Guiné) e, porque não sabia fazer mais nada, ingressei na Banca e lá permaneci 36 anos. Talvez venhamos a encontrar-nos. Um grande abraço para todos o ex-reclusos da Barrosa.
2012-02-24

Alves Diamantino - Terras da Maia

Doutos AAARs

Sois brilhantes na guerra e em paz. A vossa capacidade missionária incentiva a mais solitária cabeça santa. O vosso espírito evangélico motiva o molha o bico dos ímpios e gentios. As vossas palavras são artilharia. Estimulam ideias e reflexões. Criam novos paradigmas de consenso. Não sejais letais com a infantaria da bancada.

Recordai que todos somos prata descuidada. O brilho, perdemos há muito, mas escurecemos a cada a dia……o que nos falta perder?

Também nós, os da clausura, silenciosos A S A E  dos Rs, já não somos convertíveis. Usai de indulgência, na vossa oratória catequética da arquitectura das convicções. Nada adiciona, só subtrai.

Sejamos benevolentes, como as palavras do eloquente penitente de Santo Estevão.

“ Vem. Vem com eles a Messines. A tua recta e justa amizade impele-te a peregrinar.

Partilha as tuas mazelas e memórias. Escutarás palavras de gozo e alegria.

Renovarás o teu espírito de firmeza e a tua vontade generosa.”

 Aguardai até Messines. Para o silêncio me retiro. Um abraço de um ex-juvenista.

2012-02-24

A.Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Fugi, estes dias, do bulício trepidante e do abominável ruído do passado carnaval. Regressado agora, dei uma vista de olhos pelo nosso espaço e pude ler mais alguns tópicos nele, entretanto, exarados. Lá está o do Né Vieira, a raspar ao de leve pelos temas versados: alegro-me que o preclaro Assis já disponha da desejada Internete, o do caro Arsénio sobre a palavra e a alegria que me trouxe o do amigo Peinado, o mais ilustre ex-presidiário da Barrosa, por saber que continua firme e brejeiro como sempre. Mas … verifiquei que e como gosto, lá estava colado um poema do Ismael Vigário. É assim mesmo, a poesia é que conta e nos enche o espírito de beleza e não pode faltar neste nosso belo cantinho. Por isso e só para vos  pôr a "suspirar", tereis de gramar com um "poema" desenterrado das folhas de papel amarelecido nos arcanos do meu tempo. O carnaval já passou mas,  mesmo assim, não leveis a mal.

 

                                    ******

 

 

 

DUAS ESTRELAS

 

 Elisa … Conceição … duas estrelas que cintilaram no Firmamento da minha existência. Uma doirada, mais viva, mais brilhante; outra mais escura, mais mortiça, menos refulgente! 

Conceição … Elisa … duas estrelas verdadeiras nas límpidas noites do meu viver, mas lá tão distantes, tão longe, tão no Infinito!

Elisa … Conceição … as duas últimas estrelas que eu remirei, que eu contemplei em noites de serenidade a ofuscarem o brilho de outros luzeiros, ou em noites de tempestade, furibundas, tormentosas a aparecerem na clareira das nuvens como guias da minha dificultosa caminhada para a Lonjura!

Conceição … Elisa … duas estrelas irmãs, duas estrelas preciosas, duas estrelas que me atormentaram porque as não podia alcançar, porque as não podia tocar que o meu braço era pequenino e tão curto para a inatingível distância em que refulgiam. 

Então, o remédio? O remédio era uma delas baixar, descer, parar na frente do meu caminho até me deslumbrar o desejo, até me saciar de consolação.

Elisa … Conceição … qual de vós será o meu encanto? Tu, Conceição, mais serena, mais divina ou tu, Elisa, mais brilhante, mais sedutora?

Não sei!

 

Arcos ... 1955

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