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2012-02-16

Assis - Folgosa - Maia

OLá! Meus amigos...

Na passada 2ª feira, tive a oportunidade de visitar o n/associado e amigo José António Madureira Beça. Já antes tinha tentado contactá-lo. Ninguém sabia dizer-me qual era o número do seu telefone: aquele que me davam era aquele que eu já possuia. Conclusão: Num novo contracto, a concorrência havia-lhe prometido manter o mesmo número mas, como as promessas não são para cumprir, pelo menos por parte dos poderes...o que lhe trouxe transtornos. - Ora, aqui vai, pois, o seu novo número para todos aqueles que o desejem  - 222 435 155. Ele vai, certamente gostar de ter notícias v/nossas e agradecer as poucas palavras que todos lhe possamos dirigir, bem como uma possível visita dos amigos que pretendam fazê-la, uma vez que ele já  não se sente com forças para sair de casa, menos nesta época fria. A sua esposa ficará igualmente contente ao ver que os amigos continuam a lembrar-se do seu colega, director, professor, amigo...

Um abraço

Assis    

2012-02-14

Assis - Folgosa - Maia

Agora é que eu estou baralhado, meus amigos...

Mas, porque baralhado - não por culpa de NINGUÉM - já o nosso Gil Vicente dizia que «"TODO O MUNDO" mente e "NINGUÉM" diz a verdade...» e o Pessoa «que o poeta é um fingidor...» - baralhado, sim, vejo e leio mesmo sem pretender tudo entender. Filósofo não sou e Poeta menos ainda. Contemplo a natureza e ouço os sons da mesma e, dos poetas e filósofos, aceito suas palavras e silogismos mesmo que imperfeitos me pareçam. Eles lá sabem e seu saber tento respeitar. Continuai a escrevinhar, meus amigos, mesmo que vos não entenda e me possais ainda mais baralhar...Tendes ainda tempo,  não o percais. Sois jovens - eu estou já nos setenta muito em breve e ainda não me sinto acabado, vós com mais razão... - escrevei, dizei ainda que sejam asneiras desde que sejais capazes de as não defender quando tiverdes já a minha idade, pois delas outros poderão aproveitar. Sede vós mesmos, meus amigos. Importante, este conselho não é meu. Recebi-o de outros mais idosos que eu.

Um abraço do vosso amigo "BARALHADO", mas não ofendido. Ofendido, apenas quando beliscam a JUSTIÇA que S. Tomás definia como "Jus est Justum" e o nosso querido e saudoso mestre Júlio de La Torre dizia ser a sua melhor definição, a única capaz de conseguir a Fraternidade Humana.

 

 

2012-02-13

manuel vieira - esposende

"Isto para quem quer ler textos diferentes e de outros autores, então divirtam-se com o meu, que fui escrevendo - corrente calamo" escrevia o Ismael no final do seu texto que li com um sorriso de intrépida curiosidade e militante interpretação pró filosófica a raiar a poesia molecular (será que isto existe?).

"Divirtam-se" foi o convite, mostrando que a escrita não é um processo passivo e pode exibir variações de uma linguagem altamente elaborada, por vezes pretensamente surrealista e porque não anárquica?

Como posso interpretar Picasso ou Miró nas suas pinceladas com ênfase no absurdo e nos temas e conteúdos sem lógica?

"Divirtam-se", apelava o "poeta", pressentindo que o conteúdo e a forma provocava o embalo da leitura conformada.

Já estou como o Ismael, não sei se disse alguma coisa de jeito, mas "divirtam-se" porque pintei um esboço de alma e um esboço de alma não se discute.Presencia-se.


2012-02-13

Arsénio Pires - Porto

Caro Ismael:

Tu desculpa-me mas qundo disse que não entendi o teu texto disse-o porque não o encarei como um poema.

Para mim é claro que o poema não se explica. Quando muito, podemos falar da poesia que nos aconteceu (ou não aconteceu...) quando o lemos.

Como este poema de Manuel Alegre que,quando jovens, cantávamos:

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.

2012-02-12

Ismael Malhadas Vigário - Braga

Um poema não se comenta, sic - Arsénio

Nem tudo é para explicar, sic - Ismael

Quem explica, complica.

A linguagem pode ser uma grande armadilha.

“Com as palavras se faz a guerra/ com as palavras se faz a paz” Eugénio de Andrade.

“A linguagem é uma fonte de mal-ententendidos (novo acordo ortográfico)",  Antoine de Saint-Exupèry.

Os críticos pediram a Cervantes que explicasse o Quixote.

Miguel de Saavedra respondeu-lhes com um “2º Quixote”, uma 2ª parte.

Os críticos acharam que a 1ª parte era a mítica, criativa e a 2ª era fastidiosa, bafienta e monótona.

Eu não sou o Cervantes.

O Arsénio diz que não percebeu patavina do meu texto.

O Arsénio viajou.

O Arsénio falou.

Arsénio auturizatur ut iter faciat in lusitaniam .

Quem tem ouvidos que oiça.

Um atiçador é ...

 

 

 

 

Quando os críticos censuraram a a 1ª edição do D. Quixote de Cervantes, de Manuel de Saavedra, este escreveu uma 2a parte, tornou a

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