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2016-06-27

Assis - Folgosa

Boa noite, amigos da AAAR, familiares incluidos.

Depois de ter visto a bela obra do Martins Ribeiro e de haver lido as vossas mensagens, venho hoje para agradecer as vossas amáveis palavras.

Não fizemos nada de especial além do que era nosso dever: receber-vos como vós nos recebeis, quando vamos à casa dos amigos que sois, com a única finalidade que a todos nos enriquece, fortalecer os laços de amizade que a todos nos ligam. As favas são tão somente um pretexto para esse fortalecimento de amizade.

Somos, pois, nós quem vos deve estar gratos pela vossa vinda até nós. Deixastes os vossos afazeres e até os vossos entes queridos. Percorrestes bastantes quilómetros, alguns mesmo muitos, proporcionando-nos momentos fraternos muito agradáveis. Bem-hajais, pois, pela vossa disponibilidade e gentileza. Apenas vos posso dizer que podeis vir sempre que desejardes. A porta estará sempre aberta para vos receber. Só vos peço que, num futuro encontro, venhais mais leves para que pessoalmente eu não tenha de comer as sobras por tanto tempo. É que não gosto, como bem sabeis, de desperdiçar... (sorriso).

Uma palavrinha também de agradecimento a quantos manifestaram o desejo de ter participado no encontro do passado dia 18 mas que, por motivo de saúde ou  outro, não puderam comparecer, assim como aos que enviaram sua mensagem com votos de bom êxito.

Bem-hajais todos.

O nosso abraço fraterno

Belquice e Assis

PS - Ainda um bem-haja às senhoras que se dignaram estar presentes e ao nosso maravilhoso mestre cozinheiro Nevieira.


2016-06-24

manuel vieira - esposende

Pareceu que sacudi com uma curiosa tacada a que o Gaudêncio chamou de "boutade" ou tirada espirituosa, o texto do nosso colega Castro ao aperceber-se na igreja do Foco que afinal o Velho Testamento ainda merece uso litúrgico desacompanhado do manual de instruções.

Sacudi estrategicamente o conteúdo para poder abordar a favada, a tal que levou os deuses até aos altos de Orbacém para "in loco" sentirem os aromas terrenos e observarem como os humanos se convertem à roda de uma panela.

Já tão crescido e senhor de celestiais escolhas trazidas do Pinhão e graciosamente partilhadas, o Castro desassossegou com as palavras loucas do Velho Testamento que, se hoje nos assombram, nos tempos do Elias, porventura também belicoso como a mente daquela era e também do deus castigador e desumanamente vingativo, não deveriam ser texto para os púlpitos atuais da madre Igreja.

Não fiquei indiferente, de forma alguma mas não revi o meu Deus naquele filme.

2016-06-22

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Acabo de ver-vos na lauta, variada e suculenta favada. Lamento não ter comparecido mas evitei um excesso que, na prática, me está proíbido.

Que no próximo ano possa repetir-se e eu invejar-vos e desejar-vos uma óptima digestão.

António Manuel Rodrigues

2016-06-22

ANTÓNIO GAUDÊNCO - LISBOA

É curioso ver que a favada mereceu longos comentários e descrições, merecidos certamente, mas o texto do J.Castro, que deveria ser encarado de modo mais sério, foi linearmente despachado e arquivado com uma " boutade" do nosso companheiro, amigo e presidente M. Vieira.

É a vida.................. 

2016-06-21

manuel vieira - esposende

Não volto porque me faltou algo na ementa ou que se lhe pareça.

A "favada" tornou-se já uma razão para um nosso reencontro em Orbacém e ela obedece naturalmente à partilha a que nos habituamos naquele recanto bucólico de onde se avista o mar, como costumo referir.

O Lamas, mesmo ausente por razões de profissão teve o cuidado de juntar umas boa favas que ele próprio cultivou e serviu para o guisado. A esposa contemplou-nos com o toucinho do céu, especialidade de Murça e não de Alijó, como antes referi. O Assis cultivou tantas favas, protegeu-as dos gaios e foram otimas num arrozinho das mesmas, sobrando ainda bastantes que no final quis repartir.

Mas não voltei para escrever isto pois talvez já o fizera.

O Assis e a esposa Belquice são sempre encantadores pela sua inteira disponibilidade do belo espaço, do seu tempo e a sua afabilidade transmite-nos aquela paz de espírito que nos faz estar bem, mesmo bem. Até me preocupa aquela preocupação deles para que nada nos falte, para que tudo seja fácil.

E era essa palavra de agradecimento que todos sentimos sempre que lá estamos que eu tinha esquecido de referir ...

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