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2012-08-16

Ismael Malhadas Vigário - Braga

Espinho, 16/08/2012

 

O surfista

Sempre à procura da crista da onda

Seguir na senda do estudo da corrente

E ver na frente a onda perfeita.

Aquela que projeta para a frente

Num mar encapelado de gente

Com destino a desafiar o horizonte.

 

Procura um lugar

Sempre na crista da onda a elevar-se no mar.

Força nos braços

Persegue o teu sonho

Defrontar todos os medos

Não só os que estão no ar

O teu pé é elástico

E em pose de trapezista

Dá o passo p’ro infinito.

 

Deslisa na prancha

E em bela silhueta

Chega aquela praia

Daquele Grande Rio Eufrates

Donde todos partimos

Paraíso ou dor

Aonde querermos sempre regressar.

Abraço d´outros rios

Desejo de todos os mares

 Habitados

Solitários

Desta ânsia de vencer

O Outro Mar tão longínquo!...

Agora está inacessível

lastro em torno do pé

Estica na onda e em braço de mar

Pousa o pé

Asa que te eleva

Ao ponto acessível

Liberdade de atingir o horizonte

Aurora ou crepúsculo.

A imaginação dos dias perfeitos.

                                                                                                                           Ismael Malhadas Vigário

2012-08-16

Aventino - PORTO

Meu caro ARSÉNIO:

Subscrevendo o teu apelo, sugiro que se deixe aqui, neste FALE CONNOSCO, todos os contactos e formas de os AAAR´S dizerem e confirmarem: SIM, estarei presente.

2012-08-16

Arsénio Pires - Porto

Na sequência do alerta aqui deixado pelo nosso Presidente, venho também lembrar ao povo que o nosso Encontro Nacional é já nos dias 8 e 9 de Setembro.

Glosando o Aventino direi: O teu destino é CHEGAR!

Por favor confirma AGORA MESMO a tua presença. É que temos de confirmar também o número de presentes na Visita e no Almoço.

Obrigado.

 

2012-08-13

Aventino - PORTO

P A R T I R

Se estiveres de férias, não estejas de férias. Parte, parte, parte sempre a um encontro permanente de outro encontro. O teu destino é PARTIR.

Se estiveres de férias, faz-te em Valença do Minho. Faz-te no meio da ponte metálica, de modelo Eiffel, que une os dois povos. Vira as costas à Galiza, aprecia a beleza da ponte, a serenidade das águas do Rio Minho e o silêncio dos sinais do contrabando que durante tantos e tantos anos foi sustento e angústia de dois povos martirizados por dois ditadores reles como homens, reles como governantes. E de Valença do Minho chega, se fores à Fortaleza foste, se não fores não perdeste nada. Repasta-te na Casa Álvaro, abunda-te num bacalhau assado, numas costelinhas de porco sem carne mas com muito osso para coçar os dentes e mergulha a sede num alvarinho ou num verde tinto de pintar os dentes. Agora parte. O teu destino é PARTIR.

Inflecte um pouco para Paredes de Coura e por aí fica dois instantes: um para veres realmente visto, em Romarigães, o abandono da quinta onde Aquilino Ribeiro escreveu "A Casa Grande de Romarigães"; o outro para conheceres o melhor que há na gastronomia portuguesa: no restaurante "O Conselheiro". Agora parte. O teu destino é PARTIR.

Estás já em Caminha. Pára um pouco. Senta-te, toma um café no terreiro, observa a serenidade dos locais e dos turistas, a comunhão entre Galegos e Caminhenses, sobe ao Miradouro da Fraga e aprecia o longe, esse lugar onde tantas vezes te tens imaginado ao longo dos teus dias. Mas tem cuidado. Cuidado porque vais encontrar-te com vento ou nevoeiro, frio ou chuva, numa terra dita balnear onde o inverno vem sempre passar o seu verão. Cuidado ainda porque podes encontrar-te com vários dos políticos que impestam o lugar. Procura os lugares de António Pedro, o dramaturgo, as ruínas do seu sonhado teatro, come uma sandes no "P´ra lá Caminha" e parte. O teu destino é PARTIR.

De Viana do Castelo, nem Santa Luzia, nem o Castelo; nem a Marginal nem a Praça da República; nem o Museu, nem a Igreja da Senhora da Agonia. A Ponte Eiffel e a sua divina cor verde e as bolas de berlim na Pastelaria Natário. E chega. Parte. O teu destino é PARTIR.

Estás a chegar ao Porto, estás. Viste a placa a dizer Aeroporto? Sim? Inflecte para a direita e sai em direcção ao Aeroporto. Sobe ao último andar. Procura o balcão da TAP, da RYANAIR ou de outra companhia qualquer. Pergunta: qual o próximo voo para Paris?. É já? Dois bilhetes. Um para mim e outro para a minha mulher. E parte. O teu destino é PARTIR.

Chegaste a Orly? a Charles De Gaulle? Apanha um táxi que é bem mais confortável, prático e rápido para o centro. Fica-te por aí, o tempo todo que quiseres. Só estarás cansado de Paris quando estiveres cansado da vida.

 

 

2012-08-13

manuel vieira - esposende

Já não chega um mês para o nosso Encontro, o Grande Encontro na Barrosa.

O Encontro é grande não só pelo número dos presentes mas pela intensidade com que corre o tempo da presença.

Sinta-se no tom discursivo do Martins Ribeiro o enlevo com que descreve a partilha do tempo com o Davide e o Gaudêncio e o cuidado em reforçar o grupo com um telefonema, facilitando-me a presença em conversa com os 3. São estes "bocadinhos" aqui e ali que nos dão a rigidez do aço!

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