fale connosco


2012-02-04

Arsénio Pires - Porto

Saúdo o eremita J.Marques e pego nas suas palavras quando diz:

“Eu sei que colocar em causa dogmas é um sacrilégio imperdoável na mente de alguns e também Cristo teve esses problemas (…).

 

Concordo.

A minha fé é em Jesus: Creio na PESSOA de Jesus.

E a fé de Jesus não foi crer em dogmas que, aliás, nem sequer existiam!

A fé de Jesus nunca foi submeter-se a uma hierarquia que ele combateu e proclamou bem alto que nunca deveria existir.

E o sonho de Jesus, atrevo-me a dizê-lo, nunca foi fundar uma Igreja que em muitos aspectos desrespeita os direitos iguais de todos os baptizados, nomeadamente desrespeita os direitos das mulheres a quem Ele fez discípulas e a quem escolheu para se revelar primeiramente como ressuscitado antes de o fazer aos outros discípulos.

A fé de Jesus não era, seguramente, fundar uma Igreja que fosse, ao mesmo tempo, um Estado!

A fé de Jesus, não era seguramente o escândalo de Fátima!

 

(Agora venham os gregos e os troianos… Penso ainda possuir uma jangada (que Calypso me proteja!) para regressar a Ítaca onde me espera Argus, o meu fiel amigo).

2012-02-03

manuel vieira - esposende

O "discurso" do Alexandre Pinto apanhou a nossa revista em boa cozedura e segundo o Arsénio encerraram as "inscrições" pois já temos material que chegue para o próximo número.

Todos conhecemos a importância dessa revista na estratégia de comunicação do grupo e no reforço da sua vitalidade e da sua estabilidade e o seu núcleo redatorial merece bem a nossa admiração e o aplauso pelo trabalho que têm desenvolvido.

Vários colegas têm mostrado muito interesse pelo Encontro de Messines tendo em conta o local escolhido e a oportunidade de conhecer os locais enunciados no programa, em tempo de Primavera.

As condições estão já divulgadas em "Agenda" e "Actividades", onde constam também os contactos da Organização para eventuais dúvidas e inscrições.

Ao colega Marques abro os braços de convencimento que as suas mensagens são recebidas com normal curiosidade e interesse num espaço de abordagem saudável que define o Fale connosco.

2012-02-03

JMarques - Penafiel

Prezados amigos,

Os frios glaciares estão a invadir a Europa e o Polo Norte espalha-se por aí e os mais velhos sofrem com essa tormenta do frio, embora as casas já estejam preparadas para as temperaturas muito baixas.

O nosso colega Peinado Torres diz que me leu e que estou mais soft e não sei se isso é bom ou se é mau pois isto às vezes precisa de um estremeção e em tempos de frio deve-se deitar lenha para a fogueira para ver se a coisa aquece. Não nos devemos acomodar aos textos bonitos mas que não mexem com a nossa poltrona comodista.

Apercebi-me em tempos que as minhas interpretações agradavam a troianos e não a gregos mas não foi por isso que estes estão como estão. Eu sei que colocar em causa dogmas é um sacrilégio imperdoável na mente de alguns e também Cristo teve esses problemas desde criança quando discutiu com os "sábios" na Sinagoga, embora não me coloque ao seu nível pelo simples facto de que não sou Ele nem alguns colegas insatisfeitos são sábios.

O exercício mental da dúvida qualifica a nossa atitude perante a vida embora traga muitas vezes controvérsia e ainda há pouco tempo vi e ouvi na televisão portuguesa uma entrevista a um padre da Lixa que dizia que os episódios de Fátima foram arte cénica e que deram o resultado financeiro pretendido. Muito boa gente também assim pensa e nessa boa gente incluem-se muitos padres sem colocar em causa a importância de Maria na sua religiosidade. 

Pesquisei na internet sobre esse padre e fiquei a conhecer melhor os seus fundamentos e a sua actividade, embora pudesse discutir pequenos aspectos das suas discordâncias, mas essa liberdade todos temos como direito inalienável.

Isto apenas para dizer que tenho tempo e vontade para ser soft mas também o tenho para tentar gerar debate embora neste sítio estoirem foguetes quando  as conversas não tenham consonância com a linha programática do velho seminário.

Tenho alguma esperança que colegas mais novos apareçam com mais frequência por aqui pois hoje têm acesso através das tecnologias modernas onde quer que eles estejam,aliás como eu faço, mas parece que alguns ainda não chegaram a essa fase da vida pois a vida tem etapas com interesses característicos.

 

2012-02-03

Arsénio Pires - Porto

Caro Alex:

Lemos com satisfação a tua mensagem.

Se os incentivos primeiros não tivéramos, estes de agora segundos nos bastavam. Obrigado!

Esta Palmeira fechou as portas. Está completa e bem recheada.

Agora falta o mais difícil: programar, paginar, ilustrar, corrigir, editar, corrigir e… etc.

Mas há-de sair!

2012-02-02

Alexandre Gonçalves - Palmela

Amigo Sousa Pires e Demais Companheiros de Viagem------------------------- É com um rumor de primavera que eu sinto a ASSOCIAÇÃO a renascer do outono e do inverno, como se estivéssemos tolhidos pelo frio da idade e não pelo clima, que tem sido perdulário em dias de sol. A PALMEIRA está em ritmo acelerado e há no ar ideias que prometem agitar a nossa indolente serenidade. Quero felicitar os agentes desta doméstica subversão, cujos nomes já correm nos contactos de bastidores. Para lá do presidente, o activíssimo Vieira, que não há quem o cale (leia-se o seu ofício de escriba em continuidade), há uma inovação notável, aos cuidados do Delfim, que prepara com entusiasmo e aplicação uma aliciante viagem ao sul. E há aqueles que no seu posto de existência prestam indispensáveis colaborações. Para lá desses nomes, importa reconhecer o mérito e a generosidade daqueles a quem é inegavelmente atribuída a paternidade material da revista. Houve quem pensasse que o "site" resolvia a sua ausência. Não só não resolveu como nos deu a impressão duma qualquer falência nos vasos comunicantes já estabelecidos. Como se, sem aquele frágil objecto físico, nos estivéssemos a perder uns dos outros. Tenha os defeitos que tiver, sem a PALMEIRA nem a ASSOCIAÇÃO se associa, nem a sua vitalidade pode ser a mesma. Daí que seja justo nomear os agentes mais directos na manutenção deste órgão vital para os projectos associativos. São eles em primeiro lugar o Arsénio Pires, que alia os indispensáveis dotes tecnológicos a um saber experimentado e a uma disponibilidade imprescindível. É o rosto visível dum trabalho empenhado, que exige tempo, muita paciência, tolerância e dinamismo. Depois há aqueles que só sabem brilhar na sombra. Só sabemos deles porque alguma informação escapou ao seu silêncio. São o Nabais, que filtra as impurezas do nosso português; o Barros, que imprime uma estética gráfica na apresentação; o Assis, que está ali para o que der e vier. Não se deve esquecer o Irmão Ricardo, Redentorista, que com abnegação empresta os abundantes conhecimentos da idade dos botões. A todos é comum o espírito de voluntariado e sobeja generosidade. Apanhemos a onda! Que ninguém se sente agora! É tão importante aderir como dinamizar. Aqui,quantidade e qualidade identificam-se. Agarremos a primavera, este navio verde, que só passa no cais uma vez por ano!!!

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