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2012-05-04

manuel vieira - esposende

Já valeu bem o texto do Castro em maiúsculas porque permitiu um aclaramento das "razões" do Vivat.

O Castro é um advogado jovem mas já experiente e o latim ou as expressões latinas em Direito actual aparecem facilitadas em suportes escritos que facilitam a sua consulta e utilização  remetendo a sua nefasta aprendizagem para as calendas do sacro ensino, pese o interesse que tem sempre na nossa cultura. Claro que o Castro apenas não se esforçou em consultar os dicionários online e assim intrigou um pouco mais a sua acutilante observação sobre o nosso eventual hino, que eu pensava ser mais um canto de despedida ou de mera consolação de final de encontro.

Mas achei curiosa e útil a explicação do Arsénio que aproveita a deixa para lançar a ideia de criação de raíz de um hino para a Associação como têm os nossos colegas brasileiros.

Acho que é o Peinado quem costuma dizer "Voltarei", mas muitos outros deveriam voltar tal é a ausência das suas "vozes".

2012-05-03

Arsénio Pires - Porto

Tinha prometido respeitar um tempo de poisio e… respeitei.

Mas chegou a hora de semear, impelido, agora, pelo arado do Castro que se meteu em terreno quase baldio para ele e necessita (outros mais necessitarão, claro!) de que se dê aqui uma explicação sobre a letra do nosso Hino.

 

Com que então, Castro, nem sabes o que significa “Vivat”? Essa não esperava eu dum advogado!

Nos meus tempos de iniciado no Direito, em Lisboa, quando o prof. Raul Ventura nos falava, em latim, do Direito Romano, isso seria um “sacrilégio” altamente penalizado. (Isto digo, não me leves a mal, Castro, porque me parece que, no currículo dum advogado, deveria ser obrigatório o estudo do latim. Até porque, para além dos romanos, pouco mais temos de novidade nesta área do saber ocidental!).

 

Vamos ao hino.

Dou-te razão. De facto, o texto original foi adaptado por alguns colegas (eu incluído) pois não se adaptava à nossa realidade de ex-seminaristas uma vez que se trata dum hino eclesiástico, cantado no dia de anos dos confrades. O original é uma miscelânea de latim e espanhol e tivemos que o expurgar até de palavras espanholas que têm significado contrário quando traduzidas à letra para o português.

Vê o original:

 

Vivat in aeternum (Viva para sempre)

In aeternum vivat. (Para sempre viva)

Cantai, cantai, laetamini. (Cantai, cantai, alegremo-nos)

Sem cessar, sem cessar repitamos. (idem)

Viva! Viva! Para sempre! JAMAIS! (Jamais, tradução directa do Jamas espanhol, que significado tem em português? Será, “Viva! Viva! Para sempre! (NUNCA MAIS???)

(Nem sequer vou falar agora do solo que é plenamente dirigido a quem celebra o seu aniversário).

 

Regresso. Dou-te razão pois alguns colegas (sobretudo aqueles que têm vindo poucas vezes) têm na memória a letra antiga e, apesar de termos distribuído a música e a letra, há quase sempre alguma confusão.

Penso que, partindo da tua pertinente observação devemos, na próxima Assembleia Geral, analisar a nova letra proposta, aceitar correcções e adoptarmos DEFINITIVAMENTE, uma só letra para o nosso hino.

Isto se a Direcção do Associação, em particular tu, como Presidente da Assembleia Geral, acharem que este pode ser um tema a propor para a Assembleia no próximo Grande Encontro de Setembro.

O Vieira que se manifeste também!

 

Nota, Castro, o ideal seria que nós fôssemos capazes de produzir um HINO só nosso: Música e letra! E temos gente bem capaz numa e noutra das áreas! Até poderíamos fazer um concurso! (Acho que já estou a delirar, não?!).

Grande abraço.

Arsénio

2012-05-02

manuel vieira - esposende

Vivat!

Esta exclamação tem mais a ver com a "entrada" do Castro que não percebeu bem a "polifonia" assincrónica que normalmente é timbre da interpretação do final dos nossos Encontros, dependendo da dimensão do grupo (quanto maior pior mas sempre em grande).

Ouvi-a e sinceramente não a achei tão fora dos ritmos costumeiros, também porque lá estavam caras novas e quando assim é, o seu acompanhamento do canto é mais por nasalação e confunde a letra.

Até a voz do Martins Ribeiro se ouve, ele que estava mais atento às imagens do que ao som e temos de perceber que esse som se propaga ora em linha recta ora reflectido e em termos de registo pode causar desconformidade de tempo, em desacordo com a batuta do maestro.

O Vivat em latim ou em português diz sempre o mesmo e isso é perceptível no entusiasmo e envolvência dos cantadores que entoam sem olhar para o suporte pois cantam com o coração e o coração não lê, sente. E isso sente-se nas feições e nos afetos.

Por outro lado o Vivat é normalmente cantado no final de um almoço ou jantar e não me levem a mal porque faço questão de estar lá sempre a cantar. Desta vez e para minha tristeza faltei...

2012-05-02

José de Castro - Gondomar

MESSINES - VIVAT! CAROS AMIGOS AAAR'S: DEPOIS DE ME TER DELICIADO COM AS IMAGENS DO "FILMESITO" QUE O NOSSO INCANSÁVEL MARTINS RIBEIRO NOS PROPORCIONOU, SENTI UM DESEJO INCONTROLÁVEL DE COMENTAR O "VIVAT" COM QUE FOI ENCERRADO TAL EVENTO. ANTES DE MAIS QUERO DEIXAR BEM CLARO QUE NEM SEQUER SEI O QUE SIGNIFICA TÃO ELEQUENTE PALAVRA MAS É PARA MIM, DE FACTO, UMA PALAVRA ELEQUENTE PORQUE QUANDO A SOLETRO ELA JÁ ME SOA A MÚSICA. POIS É MESMO POR ESSA MUSICALIDADE OU FALTA DELA QUE ME DECIDI ESCREVER ESTE COMENTÁRIO, POIS À FALTA DE COMENTADORES, APESAR DE HABITUALMENTE EU ESTAR NA BANCADA, NÃO RESISTI A ESTA COMENTÁRIO. ESCLAREÇO AINDA QUE DE MÚSICA, A ÚNICA COISA QUE SEI LER SÃO OS TÍTULOS DAS MESMAS. SE ISTO QUE ACABEI DE DIZER É VERDADE E PODEM TER A CERTEZA QUE É,É TAMBÉM VERDADE QUE QUASE TODOS OS COLEGAS COM QUEM JÁ TIVE O PRIVILÉGIO DE INTERPRETAR ESSE BELO HINO SABEM LER NÃO SÓ O TÍTULO MAS TODA A MÚSICA. ORA É MESMO SOBRE A INTERPRETAÇÃO DESSE HINO QUE VOU FALAR. QUANDO HÁ ALGUNS ANOS, NO PRIMEIRO ENCONTRO ANUAL EM QUE PARTICIPEI OUVI NO NOSSO REFEITÓRIO OS COLEGAS, ENTRE TENORES E BAIXOS, A CANTAR O "VIVAT", NÃO CANTEI MAS FIQUEI ENCANTADO. NÃO PERCEBI NADA PORQUE ERA EM LATIM, MAS PERCEBI MUITO BEM QUE ERA UM BELO HINO DE DESPEDIDA. PERCEBI TAMBÉM QUE SEM NADA PERCEBER, A SUA MUSICALIDADE FALAVA POR SI. TÃO BELO QUE A SUA MELODIA DIZIA O QUE MÃO ME ERA DITO PELA LETRA QUE NÃO PERCEBIA. APRENDI NESSE MESMO DIA A SOLETRAR O LATIM QUE CONTINUEI A NÃO PERCEBER, MAS APRENDI E ISSO ERA TUDO O QUE ME INTERESSAVA, A CANTA-LO PROCURANDO NÃO DESAFINAR MUITO... NOS ENCONTROS SEGUINTES CANTEI E SEMPRE ME ENCANTEI COM O QUE TAMBÉM OS COLEGAS CANTAVAM. CANTAVA E CONTINUAREI A CANTAR MESMO ATÉ A VOZ DOER, POIS ACOMPANHO COM OS TENORES PELO QUE ACHO QUE ME COMPREENDEM...NO FINAL QUANDO CHEGA AQUELE "JAMAIS", NÃO É FÁCIL MANTER O TOM. COM O PASSAR DOS ANOS A DADA ALTURA, APARECEU UMA NOVA VERSÃO MAS AGORA EM BOM PORTUGUÊS. ESSA É QUE NUNCA MAIS CONSEGUI PERCEBER! PERCEBO O TEXTO NAS QUANDO É CANTADO...É UMA VERDADEIRA BABILÓNIA! UNS A CORRER PARA NORTE, OUTROS PARA SUL. UNS A ARRASTAR A VOZ PROCURANDO O MOMENTO EM QUE DEVEM COMEÇAR UMA NOVA PALAVRA MAS AINDA Á PROCURA DELA, OUTROS CANTANDO O ORIGINAL SEGUEM ALEGRAMENTE O RITMO QUE SEMPRE FOI IMPRIMIDO QUANDO INTERPRETADO NOS NOSSOS ENCONTROS. NESTE ÚLTIMO ENCONTRO DE MESSINES EM CASA DO NASCIMENTO QUE DAQUI SAÚDO, NÃO TIVE POSSIBILIDADE DE PARTICIPAR DE CORPO MAS PARTICIPEI DE ALMA. FOI UM PRAZER OUVIR AQUELE PEQUENO EXCERTO DAS INTERPRETAÇÕES COM QUE FOI ABRILHANTADO O SARAU COM QUE FORAM BRINDADOS OS COLEGAS QUE TIVERAM O PRIVILÉGIO DE ESTAR PRESENTES. PRESUMO QUE AS BELAS INTÉRPRETES NÃO ESTAVAM PRESENTES NO ENCERRAMENTO NO FINAL DO ALMOÇO DE DOMINGO. SORTE A DELAS PORQUE CERTAMENTE FICARIAM EM ESTADO DE CHOQUE AO OUVIR TAMANHA CONFUSÃO. APESAR DA SORTE DE ENTRE OS PRESENTES SE ENCONTRAR O MELHOR MAESTRO, O AMIGO PEDROSA QUE DIRIGIU OS INTÉRPRETES, PENSO QUE NENHUM DE VÓS DEIXARÁ DE ESTAR DE ACORDO QUE A INTERPRETAÇÃO DESSE HINO QUE ME ENCANTOU HÁ ALGUNS ANOS, FOI NO MÍNIMO UM DESASTRE. OUÇAM O QUE CANTAMOS, O RITMO COM QUE CANTAMOS, AS LETRAS QUE INTERPRETAMOS NUMA VERDADEIRA AMÁLGAMA E CERTAMENTE ESTARÃO DE ACORDO QUE ALGO DEVIA SER FEITO PARA DIGNIFICAR ESSE MOMENTO DE DESPEDIDA. ERA UM BELO HINO... CLARO QUE OS ANOS VÃO PASSANDO E AS VOZES NOS VÃO TRAINDO MAS TEMOS A OBRIGAÇÃO DE FAZER MELHOR. DISSO VOLTAREMOS A FALAR. E ESTA HEIN?
2012-04-29

manuel vieira - esposende

Do Minho ao Algarve as vontades rumaram há dias a Messines e os testemunhos afirmaram-me que foi um Encontro magnífico pelo programa, pela ambiência e pela vivência. Não estive lá  mas depois de ver as imagens que já estão disponíveis no nosso site, em vídeo e em fotografia, da autoria do Martins Ribeiro, quase podia falar com algum pormenor sobre as diversas fases do evento. Também importante foram algumas caras novas que experimentaram a vida da Associação, a mostrar que o nosso grupo é grande.

Até a caminhada foi boa porque deu tempo a muita conversa e facilitou o sono.

Realço a disponibilidade do Delfim e esposa, o seu empenho e de todos os que se envolveram no evento.

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