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2012-06-19

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Caros amigos e companheiros: 

Não venho hoje aqui escrevinhar banalidades nem qualquer texto parnasiano, nem sequer pretendo acordar-vos da vossa mirífica sorna. Deixei-vos estar na boa. O que me traz a este espaço é o seguinte: estamos a preparar um vídeo sobre o Encontro de Messines que, desde já informo, se encontra muito bem alinhavado, mas não terminado. Ouvindo as sugestões de alguns, estou então a pedir àqueles que estiveram presentes nesse encontro e que tenham filmado ou tirado fotografias e o queiram fazer, me enviem, com a possível brevidade, esse material para esta caixa de correio, através de gravação em CD ou de qualquer outro meio informático. As fotografias nunca poderão ser mais de 20 a 30; é escolher as que entendais serem as melhores. Até parece magia, mas recebi agora mesmo enquanto teclava esta mensagem um envelope com o material do Delfim, o nosso magnífico e solícito anfitreão. E é só. Desculpai se vos tirei do vosso pacato sossego. Um grande abraço!

2012-06-15

manuel vieira - esposende

Até parece que foram todos à fava, tal é o silêncio nesta casa.

Dizem-me que é por causa da ansiedade que muitos vivem devido ao Europeu da bola e até os compreendo tais são os sustos que nos pregam.

Mas haja saúde que o próximo número da Palmeira já está em boa cozedura, a preparar o Encontro Nacional de Setembro em Gaia.

Lá pelos Brasis o nosso colega Guerreiro apresentou o seu "Peregrino" e no final do mês deverá encontrar-se com o Padre Henri em Fortaleza, voando depois para Estocolmo e no dia 13 de Julho iniciará as suas férias habituais em Gondarém-Cerveira.

Entretanto aguardam-se mensagens escritas para um diálogo de amigos.

2012-06-03

Assis - Folgosa - Maia

"Ora...vai à fava..."

Era assim que me diziam antanho - talvez hoje ainda assim seja, embora de forma não tão clara - quando alguém não concordava com a minha opinião. E eu continuava o meu caminho silenciosamente, ou então replicava-lhes "vai tu...". - Uma semana passada, depois do nosso encontro em Cabanas de Orbacém, depois de ler quanto de belo escrevestes sobre o local mas também sobre mim, quase me sinto no direito de vos mandar também à fava. Chamei-vos para a fava e, agora, mando-vos à fava... Que o nosso encontro foi um êxito, não ponho qualquer dúvida...à vossa presença se deve. Que o local é um pequeno paraíso, não o nego...à mãe natureza o devo. - Neste pequeno espaço de tempo, muitas flores brotaram, flores que vós já não vistes. Sinto-me um previlegiado...Mas deixais-me gago, quando me chamais de "Bom". Não lestes no evangelho, enquanto "prisioneiros" da Barrosa, que "Um só é Bom"?...Eu quando muito procuro não dar nas vistas enquanto "não bom"... mau não, pois não há pessoas más. Deixais-me pois em apuros, gago... - Vós, sim, fostes impecáveis até a cantar o nosso VIVAT, incluído o Aventino... A Camaradagem franca, sincera, que a todos quantos passámos pela Barrosa nos une, essa sim consegue verdadeiros milagres. Aqui em Orbacém não podia ser diferente, tal como já havia sido em Messines e em tantos lugares onde nos prontificámos a operar esse milagre. Os outros milagres, os ditos grandes milagres, esses devemos deixá-los para os santos dos altares, pois passamos bem sem eles. Contentêmo-nos com os milagres da mãe natureza e os da fraternidade humana: Uma semente que se lança à terra, uma vide seca que se planta,  uma flor que brota em espiga de pão e um cacho perfumadlo que se nos oferece em suculentos bagos, em doce vinho... Nestes milagres eu creio, milagres de todos nós... Olho-os, sem palavras, e rezo e canto...

Desde o Caminho do Fradinho, para todos, o meu abraço

 

2012-06-02

AVENTINO AVENTINO - PORTO

VIVAT

Nos encontros do AAAR's, no seu final, venho assistindo sempre, inquieto e mudo, a esse cantar com que nos despedimos, inebriados, de mais um dia da nossa felicidade. E ali fico, aceitando sem compreender, as razões do êxtase do vosso cantar. Dei por mim, tantas vezes, a perguntar se a minha recusa em abrir a boca e sentir, tinha a ver com o medo desse passado da adolescência, de um deus mau que me pintaram ou, porventura, com o medo de regressar a um tempo em que tive fé. 

Também, tantas vezes, por força das relações sociais, lá estou eu sentado e  de pé, de pé e sentado, no meio das igrejas, presente a eucaristias, casamentos, comunhões, baptizados e cerimónias de igual jaez. E também  em todas essas vezes me quedo mudo, incapaz de pronunciar as rezas que o meu coração não sente. Quando aquilo tudo acaba, saio, circunspecto e recolhido, sem que tenha sentido nada daquele suposto sentir de todos os outros que encheram a igreja.

Pela primeira vez, no sábado, em casa do nosso bom ASSIS, cantei o VIVAT.  Gritei, apurei a voz e exultei com um cântico de que não sei nem a música nem a letra. E senti-me feliz, pelo encanto que me veio da alma, irmanado por um sentir de que não sei o segredo nem o significado. Agora, sim, entendo-vos, a todos vós AAAR´s que não podem despedir-se, nunca, sem VIVAT IN AETERNUM. Agora os meus medos são uns medos novos: que me torne crente, respeitado e tributável.

 

2012-06-02

manuel vieira - esposende

As favas do Assis foram substanciais e todos os complementos aprovados em Orbacém tiveram uma grande companhia vínica que convém dar a conhecer.

O nosso colega Meira que reside em Barcelos e fez parte do grupo de romeiros, presenteou-nos com uma colheita da sua quinta em Crespos-Braga, que ele próprio cultiva e engarrafa com o nome “Encostas de Crespos”.

Da sub-região vitícola do Cávado, rio com que confronta o seu espaço, mesmo em frente à vila de  Amares, conhecida também pelos seus néctares e boa gastronomia, este verde branco é proveniente de uvas seleccionadas com predominância da casta Loureiro, de grande tipicidade e de aromas florais  exuberantes, de sabor fresco e harmonioso.

O Meira presenteou-nos com umas boas garrafas  da colheita de 2011, com 11,5% e agradavelmente fresco acompanhou muito bem o repasto suculento sem causar desmandos.

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