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2012-05-02

José de Castro - Gondomar

MESSINES - VIVAT! CAROS AMIGOS AAAR'S: DEPOIS DE ME TER DELICIADO COM AS IMAGENS DO "FILMESITO" QUE O NOSSO INCANSÁVEL MARTINS RIBEIRO NOS PROPORCIONOU, SENTI UM DESEJO INCONTROLÁVEL DE COMENTAR O "VIVAT" COM QUE FOI ENCERRADO TAL EVENTO. ANTES DE MAIS QUERO DEIXAR BEM CLARO QUE NEM SEQUER SEI O QUE SIGNIFICA TÃO ELEQUENTE PALAVRA MAS É PARA MIM, DE FACTO, UMA PALAVRA ELEQUENTE PORQUE QUANDO A SOLETRO ELA JÁ ME SOA A MÚSICA. POIS É MESMO POR ESSA MUSICALIDADE OU FALTA DELA QUE ME DECIDI ESCREVER ESTE COMENTÁRIO, POIS À FALTA DE COMENTADORES, APESAR DE HABITUALMENTE EU ESTAR NA BANCADA, NÃO RESISTI A ESTA COMENTÁRIO. ESCLAREÇO AINDA QUE DE MÚSICA, A ÚNICA COISA QUE SEI LER SÃO OS TÍTULOS DAS MESMAS. SE ISTO QUE ACABEI DE DIZER É VERDADE E PODEM TER A CERTEZA QUE É,É TAMBÉM VERDADE QUE QUASE TODOS OS COLEGAS COM QUEM JÁ TIVE O PRIVILÉGIO DE INTERPRETAR ESSE BELO HINO SABEM LER NÃO SÓ O TÍTULO MAS TODA A MÚSICA. ORA É MESMO SOBRE A INTERPRETAÇÃO DESSE HINO QUE VOU FALAR. QUANDO HÁ ALGUNS ANOS, NO PRIMEIRO ENCONTRO ANUAL EM QUE PARTICIPEI OUVI NO NOSSO REFEITÓRIO OS COLEGAS, ENTRE TENORES E BAIXOS, A CANTAR O "VIVAT", NÃO CANTEI MAS FIQUEI ENCANTADO. NÃO PERCEBI NADA PORQUE ERA EM LATIM, MAS PERCEBI MUITO BEM QUE ERA UM BELO HINO DE DESPEDIDA. PERCEBI TAMBÉM QUE SEM NADA PERCEBER, A SUA MUSICALIDADE FALAVA POR SI. TÃO BELO QUE A SUA MELODIA DIZIA O QUE MÃO ME ERA DITO PELA LETRA QUE NÃO PERCEBIA. APRENDI NESSE MESMO DIA A SOLETRAR O LATIM QUE CONTINUEI A NÃO PERCEBER, MAS APRENDI E ISSO ERA TUDO O QUE ME INTERESSAVA, A CANTA-LO PROCURANDO NÃO DESAFINAR MUITO... NOS ENCONTROS SEGUINTES CANTEI E SEMPRE ME ENCANTEI COM O QUE TAMBÉM OS COLEGAS CANTAVAM. CANTAVA E CONTINUAREI A CANTAR MESMO ATÉ A VOZ DOER, POIS ACOMPANHO COM OS TENORES PELO QUE ACHO QUE ME COMPREENDEM...NO FINAL QUANDO CHEGA AQUELE "JAMAIS", NÃO É FÁCIL MANTER O TOM. COM O PASSAR DOS ANOS A DADA ALTURA, APARECEU UMA NOVA VERSÃO MAS AGORA EM BOM PORTUGUÊS. ESSA É QUE NUNCA MAIS CONSEGUI PERCEBER! PERCEBO O TEXTO NAS QUANDO É CANTADO...É UMA VERDADEIRA BABILÓNIA! UNS A CORRER PARA NORTE, OUTROS PARA SUL. UNS A ARRASTAR A VOZ PROCURANDO O MOMENTO EM QUE DEVEM COMEÇAR UMA NOVA PALAVRA MAS AINDA Á PROCURA DELA, OUTROS CANTANDO O ORIGINAL SEGUEM ALEGRAMENTE O RITMO QUE SEMPRE FOI IMPRIMIDO QUANDO INTERPRETADO NOS NOSSOS ENCONTROS. NESTE ÚLTIMO ENCONTRO DE MESSINES EM CASA DO NASCIMENTO QUE DAQUI SAÚDO, NÃO TIVE POSSIBILIDADE DE PARTICIPAR DE CORPO MAS PARTICIPEI DE ALMA. FOI UM PRAZER OUVIR AQUELE PEQUENO EXCERTO DAS INTERPRETAÇÕES COM QUE FOI ABRILHANTADO O SARAU COM QUE FORAM BRINDADOS OS COLEGAS QUE TIVERAM O PRIVILÉGIO DE ESTAR PRESENTES. PRESUMO QUE AS BELAS INTÉRPRETES NÃO ESTAVAM PRESENTES NO ENCERRAMENTO NO FINAL DO ALMOÇO DE DOMINGO. SORTE A DELAS PORQUE CERTAMENTE FICARIAM EM ESTADO DE CHOQUE AO OUVIR TAMANHA CONFUSÃO. APESAR DA SORTE DE ENTRE OS PRESENTES SE ENCONTRAR O MELHOR MAESTRO, O AMIGO PEDROSA QUE DIRIGIU OS INTÉRPRETES, PENSO QUE NENHUM DE VÓS DEIXARÁ DE ESTAR DE ACORDO QUE A INTERPRETAÇÃO DESSE HINO QUE ME ENCANTOU HÁ ALGUNS ANOS, FOI NO MÍNIMO UM DESASTRE. OUÇAM O QUE CANTAMOS, O RITMO COM QUE CANTAMOS, AS LETRAS QUE INTERPRETAMOS NUMA VERDADEIRA AMÁLGAMA E CERTAMENTE ESTARÃO DE ACORDO QUE ALGO DEVIA SER FEITO PARA DIGNIFICAR ESSE MOMENTO DE DESPEDIDA. ERA UM BELO HINO... CLARO QUE OS ANOS VÃO PASSANDO E AS VOZES NOS VÃO TRAINDO MAS TEMOS A OBRIGAÇÃO DE FAZER MELHOR. DISSO VOLTAREMOS A FALAR. E ESTA HEIN?
2012-04-29

manuel vieira - esposende

Do Minho ao Algarve as vontades rumaram há dias a Messines e os testemunhos afirmaram-me que foi um Encontro magnífico pelo programa, pela ambiência e pela vivência. Não estive lá  mas depois de ver as imagens que já estão disponíveis no nosso site, em vídeo e em fotografia, da autoria do Martins Ribeiro, quase podia falar com algum pormenor sobre as diversas fases do evento. Também importante foram algumas caras novas que experimentaram a vida da Associação, a mostrar que o nosso grupo é grande.

Até a caminhada foi boa porque deu tempo a muita conversa e facilitou o sono.

Realço a disponibilidade do Delfim e esposa, o seu empenho e de todos os que se envolveram no evento.

2012-04-29

Assis - Folgosa - Maia

Amigos: Saúde e boa disposição...

Estou aqui apenas para vos dizer que, por causa do atraso por parte da agência do ISBN, o romance "O Peregrino" do nosso amigo Luís Guerreiro, que tem por base a viagem do Pe. Henri Le Boursicaud "Paris/Roma a pé", não chegou a ser lançado no dia 27 de Abril como estava planeado. O lançamento do mesmo passou para o dia 18 de Maio próximo segundo me informou hoje o autor.

Desde já, vos digo que é um romance com interesse e que nos ajudará a conhecer melhor a história da Igreja. Não deixem pois de o ler quando chegar a Portugal.

O meu abraço fraterno

 

 

2012-04-27

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Depois de ter acabado o filmezito sobre o passeio de Messines e de o ter publicado no YouTube fiquei com o tempo mais livre e então aqui estou a dizer algumas palavras sobre esse evento. Foi uma confraternização muito bonita, muito concorrida e muito alegre. Na casa do companheiro Delfim viveram-se momentos de grande cultura com o sarau musical que nela nos foi presenteado. Bom pianista e vozes de muita qualidade que nos aqueceram duma aragem fria e cortante e nos fizeram esquecer o adiantado da hora em que terminou. Foi um passeio generoso, muito bem organizado e que nos proporcionou a oportunidade para fruir amizades, revisitar locais outrora percorridos, sonhar com moiras encantadas, sorver o ar da brisa com o perfume da maresia ali tão perto. Esta jornada teve tudo de bom, porém, e como não existe nada perfeito neste mundo nem nas acções do Homem, também aqui friso apenas e no meu entender um aspecto negativo, embora de pouca monta: a longa e fastidiosa monotonia da viagem para aqueles que vieram do norte, agravada pela limitação legal da velocidade permitida ao autocarro e pela triste ideia que alguém teve, em certo ponto do percurso, de difundir para todos a melodia da detestável e vomitiva "Grândola qualquer coisa morena", canção desacreditada por trinta e tal anos de atropelos políticos, senha que pretendeu abrir as portas á Liberdade mas que apenas as escancarou a bandos de perigosos ladrões e cochinos parasitas. É o que sinto! Quanto a tudo mais, valeu a pena!

2012-04-25

Assis - Folgosa - Maia

Bom Dia para todos/as neste belo Dia de LIBERDADE, ainda que nestes tempos ameaçada...

O Peinado acaba sempre com o seu "Voltarei". E eu, faço-o também meu e por isso já cá estou. E, como não podia deixar de ser, para "dar" duas linhas de conversa sobre o nosso belo passeio à Terra das Moiras Encantadas e dos moiros...terra de que tanto nos 'palrou', mas sempre com Sabedoria, o incansável Alex. - Terra  de "INUTILIDADE"...sem armas, mas de Poesia e Fraternidade, qualidades tão bem expressas pela mão dos nossos queridos amigos Dulce e Delfim. - Não estou aqui para lhes agradecer... o que se dá de coração não se agradece, recebe-se e logo se volta a repartir por quantos estejam dispostos a Receber... Entre o dar e o receber - em Dons - não existe qualquer divergência. O Pão foi irmamente repartido. O da boca e o da cultura. Está pois a nossa AAAR de parabens... Pena que não tenham estado presentes, e saboreado (a sua raiz é de sabedoria) esse Pão, tantos/as que não puderam, ou mesmo não desejaram. "O caminho faz-se caminhando" como diz o poeta... É bom que ninguém seja margionalizado, mas também que se não marginalize. Não estamos já em idade de preconceitos...Urge pôr os pés em marcha...

Permiti, amigos/as, uma palavra mais e, como é natural, para a sessão cultural. - Já escutei duas vezes o disco da extraordinária cantora Ana Madalena, a quem já me atrevi expressar o meu encantamento e até chamar-lhe de "Amiga Ana". A sua audição levou-me novamente até ao recanto acolhedor da Dulce e do Delfim. Ali, deleitados, bebemos o doce mel da Cultura. Primeiramente a exposição clara do nosso associado Pedrosa; depois, os acordes sonoros de piano pelo também associado Amadeu, que agora esperamos ver com mais frequência; e, claro, o Canto e o Encanto, de vozes doces, longamente trabalhadas, estou certo, das nossas "Amigas" Jacinta e Ana. A promessa de 'mais' ficou no ar, de parte-a-parte, já que um Laço de Amizade todos ali nós desenhámos. Um laço que o tempo irá certamente fortalecer e colorir. Ficou no ar com as nossas palmas, mas ficou sobretudo em todos os corações.  Aleluia !

 

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