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2012-05-07

manuel vieira - esposende

As boas vindas para o António Pinheiro do curso de 1956, natural de Mesão Frio e que ultrapassou a porta digital que aqui junta muitos colegas.

Para o Assis um abraço de parabéns pelo seu aniversário e pelos seus 70 anos. Muitos mais são o meu sincero desejo e que a longevidade com saúde o bafeje nesta sorte de viver.

2012-05-06

Antonio Jose da Silva Dias Pinheiro - viseu

Andando a navegar pela "net",encontrei uma revista dos Antigos Alunos Do Seminário de Cristo Rei de Vila Nova gaia.O Jornal era de 2008. para espanto meu vi la fotos do José Augusto Sacadura Cabral,que é do meu ano de antrada,1956.Telefonei-lhe,estava lá o n do telemovel.lembrou-se imediatamente de mim.Disse-me porém que tem saído normalmente a Palmeira.Sou tambem do ano do Cruz,fundador do Piaget,que tem um instituto e Viseu.O meu "anjo"era assim que se dizia?!!! foi o José Maria Pedrosa,e o dele foi o Adolfo,ambos de Covas ,Guimarães.Gostava de ver os boletins que tem saido.Pena é,que não seja revisto o espólio do Seminário,nomeadamente das fotos que todos os anos eram publicados no inicio do ano escolar.Deve estar no arquivo estatico,se é que nao deitaram fora.Por Viseu que eu saiba também está o Dr Alves Henriques,distinto advogado de Viseu,mas que agora as suas filhas continuam.O Cruz de vez em quando aparece em Viseu,neste momento estive junto dele,tem numa montra prontoa vestir,vários livros que escreveu.Ja estive por várias vezes estive junto do Cruz,mas nunca me dei aconhecer.Coisas do Seminário...outras estorias.Com os cumprimentos.Antonio Pinheiro

2012-05-04

manuel vieira - esposende

Já valeu bem o texto do Castro em maiúsculas porque permitiu um aclaramento das "razões" do Vivat.

O Castro é um advogado jovem mas já experiente e o latim ou as expressões latinas em Direito actual aparecem facilitadas em suportes escritos que facilitam a sua consulta e utilização  remetendo a sua nefasta aprendizagem para as calendas do sacro ensino, pese o interesse que tem sempre na nossa cultura. Claro que o Castro apenas não se esforçou em consultar os dicionários online e assim intrigou um pouco mais a sua acutilante observação sobre o nosso eventual hino, que eu pensava ser mais um canto de despedida ou de mera consolação de final de encontro.

Mas achei curiosa e útil a explicação do Arsénio que aproveita a deixa para lançar a ideia de criação de raíz de um hino para a Associação como têm os nossos colegas brasileiros.

Acho que é o Peinado quem costuma dizer "Voltarei", mas muitos outros deveriam voltar tal é a ausência das suas "vozes".

2012-05-03

Arsénio Pires - Porto

Tinha prometido respeitar um tempo de poisio e… respeitei.

Mas chegou a hora de semear, impelido, agora, pelo arado do Castro que se meteu em terreno quase baldio para ele e necessita (outros mais necessitarão, claro!) de que se dê aqui uma explicação sobre a letra do nosso Hino.

 

Com que então, Castro, nem sabes o que significa “Vivat”? Essa não esperava eu dum advogado!

Nos meus tempos de iniciado no Direito, em Lisboa, quando o prof. Raul Ventura nos falava, em latim, do Direito Romano, isso seria um “sacrilégio” altamente penalizado. (Isto digo, não me leves a mal, Castro, porque me parece que, no currículo dum advogado, deveria ser obrigatório o estudo do latim. Até porque, para além dos romanos, pouco mais temos de novidade nesta área do saber ocidental!).

 

Vamos ao hino.

Dou-te razão. De facto, o texto original foi adaptado por alguns colegas (eu incluído) pois não se adaptava à nossa realidade de ex-seminaristas uma vez que se trata dum hino eclesiástico, cantado no dia de anos dos confrades. O original é uma miscelânea de latim e espanhol e tivemos que o expurgar até de palavras espanholas que têm significado contrário quando traduzidas à letra para o português.

Vê o original:

 

Vivat in aeternum (Viva para sempre)

In aeternum vivat. (Para sempre viva)

Cantai, cantai, laetamini. (Cantai, cantai, alegremo-nos)

Sem cessar, sem cessar repitamos. (idem)

Viva! Viva! Para sempre! JAMAIS! (Jamais, tradução directa do Jamas espanhol, que significado tem em português? Será, “Viva! Viva! Para sempre! (NUNCA MAIS???)

(Nem sequer vou falar agora do solo que é plenamente dirigido a quem celebra o seu aniversário).

 

Regresso. Dou-te razão pois alguns colegas (sobretudo aqueles que têm vindo poucas vezes) têm na memória a letra antiga e, apesar de termos distribuído a música e a letra, há quase sempre alguma confusão.

Penso que, partindo da tua pertinente observação devemos, na próxima Assembleia Geral, analisar a nova letra proposta, aceitar correcções e adoptarmos DEFINITIVAMENTE, uma só letra para o nosso hino.

Isto se a Direcção do Associação, em particular tu, como Presidente da Assembleia Geral, acharem que este pode ser um tema a propor para a Assembleia no próximo Grande Encontro de Setembro.

O Vieira que se manifeste também!

 

Nota, Castro, o ideal seria que nós fôssemos capazes de produzir um HINO só nosso: Música e letra! E temos gente bem capaz numa e noutra das áreas! Até poderíamos fazer um concurso! (Acho que já estou a delirar, não?!).

Grande abraço.

Arsénio

2012-05-02

manuel vieira - esposende

Vivat!

Esta exclamação tem mais a ver com a "entrada" do Castro que não percebeu bem a "polifonia" assincrónica que normalmente é timbre da interpretação do final dos nossos Encontros, dependendo da dimensão do grupo (quanto maior pior mas sempre em grande).

Ouvi-a e sinceramente não a achei tão fora dos ritmos costumeiros, também porque lá estavam caras novas e quando assim é, o seu acompanhamento do canto é mais por nasalação e confunde a letra.

Até a voz do Martins Ribeiro se ouve, ele que estava mais atento às imagens do que ao som e temos de perceber que esse som se propaga ora em linha recta ora reflectido e em termos de registo pode causar desconformidade de tempo, em desacordo com a batuta do maestro.

O Vivat em latim ou em português diz sempre o mesmo e isso é perceptível no entusiasmo e envolvência dos cantadores que entoam sem olhar para o suporte pois cantam com o coração e o coração não lê, sente. E isso sente-se nas feições e nos afetos.

Por outro lado o Vivat é normalmente cantado no final de um almoço ou jantar e não me levem a mal porque faço questão de estar lá sempre a cantar. Desta vez e para minha tristeza faltei...

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