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2012-10-25

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Nasci, há muitos anos, 


“Numa Pátria … e que Pátria; 

a mais formosa e linda 

que ondas do mar e luz do luar viram ainda!”


Pois é Junqueiro, isso era no teu tempo e também foi em certo bocado do meu, mas agora essa Pátria está morta, saqueada e vendida. Se foi boa para nascer, debaixo dum céu limpo e dum sol brilhante que nos aquecia a vida, agora tudo se tornou caliginoso e gélido como uma sepultura. Neste tempo não existe pior nem mais triste País para se morrer; porque se vai morrendo lentamente, sem esperança, sugados por vermes e parasitas asquerosos, antes mesmo de já estarmos depositados nas entranhas da terra. Pulula por toda esta Pátria uma bicharada tal que não há pesticida que dê cabo dela. Pois é, Junqueiro, agora essa Pátria engelhou, perdeu a formosura, o mar recuou, o luar apagou-se no romantismo do seu infeliz Povo. Não venhas cá agora que te comem vivo e nem os ossos te deixam!

2012-10-23

Assis - Folgosa - Maia

Ao nosso amigo Luís Guerreiro e à sua esposa, D. Irene, o agradecimento pelas três novas páginas da História da Igreja, em "Pontos de Vista" : O caso do franciscano Frei Juvenal; a conferência de D. Helder Câmara; e os 50 anos do Vaticano II.

Não devemos deixar que as mesmas passem ao lado, como se elas não fizessem parte da nossa vida.

O meu abraço fraterno



2012-10-23

manuel vieira - esposende

Acabei de almoçar e aproveitei para colocar na rubrica "Pontos de Vista" mais um texto que nos foi enviado pelo Luís Guerreiro.

E assim o nosso site vai permanecendo actualizado com uma única excepção: a entrevista.

Mas também esse espaço deverá em breve ter novo texto e só agradeço a paciência do Davide.

A vida continua e hoje está um dia de prenúncio do verão de S.Martinho, este santo que tem uma festa numa freguesia próxima chamada Gandra, onde abundam os nabos (de cabeça para baixo) e onde em noite festiva se oferece a quem se achegue, castanhas, caldo de nabos e vinho. Façam-se de convidados e sairão de lá fartos.

2012-10-23

Assis - Folgosa - Maia

"Se o grão de trigo não morrer..." (Evangelho de Jesus)

O grão estava maduro e a terra fora com a devida antecedência preparada para o receber. Assim aconteceu. O nosso amigo Alexandre, com o seu agri-doce sorriso, sofrido, foi semente lançada no campo pelo Lavrador no passado domingo. Levantou-se cedo, como todo o bom lavrador, e às oito horas da manhã já Ele tinha aberto os regos da lavra e neles lançado a boa semente. Semente que ontem seria coberta pela amizade de tantos amigos que o acompanharam no Olival, depois de haver recebido o orvalho do céu. Alexandre deu início ao seu Domingo de Ressurreição. A espiga, grávida de generosos grãos, na primavera florirá e, no calor do estio, Pão doce será.

É nosso o teu sorriso, pese embora o sofrimento, Amigo Alexandre. Sem palavras, a nossa conversa vai continuar. A tua carícia em nossas mãos, a tua presença, nos basta para a conversa podermos continuar...




2012-10-22

Arsénio Pires - Porto

Tínhamos falado com ele (para ele...) há dias.

Quando lhe estendi a mão, sorriu largamente.

Falámos de coisas várias. Ouviu e silenciou. Sempre.

A Conceição perguntou-lhe:

- Então não falas com os teus amigos?

E ele (mal se ouviu):

- A presença basta.


A ausência dele é um silêncio de nada.

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