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2012-08-13

manuel vieira - esposende

Já não chega um mês para o nosso Encontro, o Grande Encontro na Barrosa.

O Encontro é grande não só pelo número dos presentes mas pela intensidade com que corre o tempo da presença.

Sinta-se no tom discursivo do Martins Ribeiro o enlevo com que descreve a partilha do tempo com o Davide e o Gaudêncio e o cuidado em reforçar o grupo com um telefonema, facilitando-me a presença em conversa com os 3. São estes "bocadinhos" aqui e ali que nos dão a rigidez do aço!

2012-08-13

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Procurando diversificar os locais, no verão deste ano resolvi passar uns dias nas terras do Oeste, minhas conhecidas embora, mas pouco exploradas, fazendo pouso numa bela quinta turística sobranceira á linda vila de Alenquer, autêntico presépio natural espraiado pelas encostas do terreno. Estava eu, como diz o poeta, "naquele doce engano ledo e quedo", quando ontem recebi um inesperado telefonema, nada mais nada menos, que do nosso companheiro David a dar-me conta de que apareceria por estes sítios para me fazer uma visita. Combinado o local do encontro, maior foi ainda a minha surpresa quando deparei  que com ele vinha também o amigo Gaudêncio. Aqui apetece-me parafrasear o nosso Vieira quando no seu texto anterior afirma que uma das facetas da amizade são os comportamentos solidários sentindo nesse momento que, na verdade, é mesmo assim. A partir dali fomos petiscar um frugal almoço servido num simples restaurante á beira da estrada, que nos soube pela vida porque deu azo a amena cavaqueira de lembranças e recordações pessoais. Depois, com toda a calma, passamos essa tarde de domingo num percurso histórico-cultural através das terras saloias, superior e sabiamente guiado pelo “mestre” David, sempre bem disposto e prazenteiro. Quando ao fim da tarde me despedi desses amigos e companheiros, senti-me deveras comovido e honrado pela grata gentileza com que se dignaram tratar este bom malandro e sua mulher nesta hora avançada da vida. Claro que gostaria de retribuir toda essa amabilidade e tudo farei para isso quando se apresentar a oportunidade. Sou um fanático cultor da amizade e cada vez me congratulo mais por ter entrado neste grupo da nossa Associação. O que me resta para já é agradecer do fundo  do coração  a todos estes maravilhosos amigos  a sua inestimável afeição. Até um dia destes! 

2012-08-11

manuel vieira - esposende

Uma das facetas da amizade são os comportamentos solidários e por isso a valorizamos tanto.

Nas palavras emotivas do Peinado entendi com clareza que os hábitos de vida vão alterar-se devido à rigidez da terapêutica e o período inicial será o mais difícil, mas depois virá a adequação aos novos rituais. Falava há dias com o Samorinha sobre o seu pai que já está a fazer este tratamento há cerca de 3 anos e sendo bem mais velho que o Peinado não entende a terapêutica como preparação para partir, mas sim para viver melhor e daqui a uns anos é isso que vamos ouvir do nosso amigo Peinado.

Ontem esteve por cá o Davide, vindo já dos lados de Cabanas de junto do Assis, com quem e mais o Barros visitaram o Luís Guerreiro no dia anterior. Eu já o fizera na passada segunda.

Almoçamos na minha "horta" um arrozinho de tamboril com camarãozinho a dar maior consistência, caldoso a fugir do prato, de comer à colher como o fizemos, aromatizado com um cortado rude de salsa e coentros.

Empratado com uns cubinhos de tamboril marinados em tempero de ligeiro sal e limão, corados em azeite de pouca acidez, lambusamo-nos deliciosamente por largo tempo à sombra de vasta conversa e de um verde branco borbulhante, de aromas florais gizados em  terras frescas de Ponte de Lima.

Antes, acolitamo-nos de uma entrada de camarão com bom tempero de sal e gindungo a extremar a sede, que combatemos pausadamente com o extintor limiano.

O Davide rumou depois até ao sul passando pelo Porto onde deu um abraço ao Peinado.

Um destes dias vai estar com o Martins Ribeiro, a fazer férias ali por Alenquer, pois faz sempre questão nesta altura de fugir ao bulício festeiro dos Arcos.

Gostei de "ouvir" o Gaudêncio, que recentemente também teve uns arranhões na saúde e que tinha poisado no silêncio. Ah! e de "ouvir" também o Diamantino em portogalês a dar forças ao Peinado. E também o Arsénio que nunca falha no gesto solidário.

E quando quiserem um arrozinho de tamboril têm de avisar para fazer a compra na Rosinha de Esposende. 

2012-08-07

António Gaudêncio - Lisboa

 Meus caros amigos  ( os ex-reclusos, os reclusos, os libertados e os libertários )

Não pensava eu terminar já o meu " ramadão " de escrita mas as circunstâncias assim mo exigem  e, por isso, vou ver se ainda não perdi totalmente o jeito para escrevinhar qualquer coisa.

Dizia o Arsénio que tinha andado em poisio pois a mim, pelo contrário, parece que me plantaram eucaliptos e fiquei seco!!!! Adiante. 

Nenhum homem é uma ilha (porque ) todo o homem é um pedaço do continente, uma parte da terra  firme......... assim principiava Hemingway um romance (datado) mas que continua a ser um bom livro. Mas a frase, aqui invocada, surge a propósito do movimento de preocupação, amizade e carinho que rodearam o nosso companheiro, e meu amigão, Peinado, movimento esse que foi bem visível nesta rubrica nos últimos dias. 

Foi bonito ver a vitalidade, a força e a sensiblidade da nossa AAAR ao sentir que um dos seus membros estava em sofrimento. Eu fui acompanhando, mas em silêncio, não  porque não sentisse vontade de mostrar também a minha solidariedade mas por um outro motivo que, o Peinado me desculpe, vou revelar aqui. E, se pudesse, pegava numa orelhinha dele e dava-lhe uma pequena torcidela para ele, numa próxima, não me  enganar desta maneira. Trocado em miúdos: no final do mês de Julho, numa longa conversa telefónica, disse-me o Peinado que, nos primeiros dias de Agosto, se ausentaria para férias e só regressaria a partir do dia 15. Por esse motivo eu não tentei sequer contactá-lo por telefone e até deixei de lhe enviar aquelas macaquices da Internet para não lhe atafolhar a caixa do correio  Afinal, nem saíste do Porto, meu malandro, mas as contas ainda não estão feitas ............

Eu a pensar que te deliciavas com uns mariscos da Galiza, acompanhados com um branco fresquinho e, ao fim e ao cabo, andavas nas mãos dos "curandeiros" diplomados a tentar ficares em forma para "voltares" ao nosso convívio!!! Espero, com todas as ganas, que o consigas. E creio que a AAAR inteira me acompanha neste desiderato porque, na Associação, todos juntos formamos um continente...... e tu não és uma ilha. 

Para além do saudável pulsar de que a AAAR deu mostras, também gostei do "manifesto" do Peinado. Quem o conhece há tantos anos, como eu, só poderia esperar dele um grito de vida como o que deixou exarado aqui. Voltou e espero que mantenha a sua presença para bem dele e alegria nossa. 

Que vivas muitos e bons anos, meu caro e grande amigão, e lembra-te que temos um compromisso a honrar pois o nosso amigo Gonçalves Dias, antes de regressar aos States, meteu-nos num "negócio" que temos que resolver para cumprir a vontade dele. Claro que o R Morais também está metido no enredo. Mas disso, falaremos lá mais para diante....

Como tenho estado  "de palanque" a "saborear" esta rubrica, só posso agradecer aos escritores de serviço que a têm animado. Um obrigado a todos. E para todos, também, um abraço fraterno mas deixem-me um pouco mais livre o braço direito para apertar com mais força o nosso companheiro Peinado que, neste momento, bem merece. 

 PS: Como sou visceralmente contra o Novo Acordo Ortográfico sigo o antigo 

2012-08-06

Peinado Torres - Porto

Bom dia Companheiros Cá estou, ao abrir o computador não podia ter melhor momento na minha vida, uma parte dos meus amigos mostraram-me aquilo que eu sei que existe e que se chama SOLIDERIEDADE, e que faz parte integrante do meu A D N. Em textos à parte e particulares simplesmente o meu obrigado ao GONÇALVES DIAS E MARTINS RIBEIRO, mais tarde dar~lhes~ei resposta. Voltei, estou bem e num " retiro sabático " parece que é assim que se diz, isto é, estou a adaptar-me a uma nova forma de viver, que também pode ser dito de outra maneira menos positiva mas realista, " estou-me a preparar para partir ", mas espero ainda viver o tempo suficiente para dar cabo de " UMA FODA Á MONÇÃO " e comer a " semea " e beber o garrafão com toda a " PANDILHA " da AARS que tiverem disponibilidade para nos acompanhar, mas de momento deixai assentar o pó, pois vou ter que refazer não só a inha vida profissional e pessoal e esta viatura já vai nos 70. Do fundo do meu coração o meu obrigado atodos, foram muito confortáveis as vossas mensagens, como ainda tenho alguma vaidade não escrevo lisonjeiras, mas que as lágrimas me estão a correr é pura verdade . Este momento dedico-o ao saudoso BENJAMIM PARRA, que foi graças a ele que me integrei na A A RS. Mais uma vez OBRIGADO. VOLTAREI

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