fale connosco


2012-07-17

Assis - Folgosa - Maia

1 - A Palmeira chegou e, como sempre, sedentos ou famintos de novidades, todos nós pomos de parte tvs. e até livros que temos entre mãos, para sofregamente saborearmos os frutos suculentos que os colegas escrivães generosamente nos oferecem nas folhas da nossa árvore querida. São as tâmaras doces do deserto que, em ramos de papel, nos chegam hoje/tempo de crise, vindas do longínquo oásis da nossa meninice. "Recordar é viver..." É com prazer que recordamos tudo quanto a Barrosa nos ofereceu, mesmo quando o que então bebemos nos tenha então sabido a fel. Alguns dos textos da recém chegada Palmeira são prova provada. Eles são uma cura para os nossos males actuais. Pena que nem todos tenhamos ainda aceite esta forma terapêutica. Será que o "medo" do escuro - talvez envolto em manto de qualquer verdade dogmática - ainda nos perturba?

2 - O nosso amigo Luís Guerreiro - o nosso professor e autor do livro "O Peregrino" - já se encontra entre nós desde a passada 6ª feira, 13 do corrente. Boas férias...

M/Abraço fraterno

2012-07-16

Ismael Malhadas Vigário - Vale de Espinho - Braga

Gostei da Palmeira. Gosto da Palmeira. Quero gostar ainda mais da Palmeira. À sombra ou à roda da Palmeira ainda podemos reencontrarmo-nos. Reinterpretarmo-nos. A Palmeira é o órgão da comunicação das nossas diferentes vozes. Ela terá de ser sempre um espaço de diálogo e de encontro. Um espaço de aconchego e, às vezes, de espada.Esse gladio quer serve para libertar feridas, verbalizar desejos recalcitrados de um tempo que não é o tempo de agora.

Na Palmeira revisitamos vozes que nos trazem à memória marcas antigas de heróis: eram professores: o Pe. Augusto de que fala o Correia.

Os textos da Palmeira são expressões de generosidade e de vontade de partilhar o nosso sentir e o nosso pensar. Viva a nossa Palmeira e todos os seus escrevinhadores.

2012-07-12

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Recebi por este correio a nossa revista "PALMEIRA". Nada tenho a reparar pois vê-se que ela mantém já o padrão de qualidade a que nos habituou nos últimos tempos. Li-a de fio a pavio aplaudindo todo o seu rico conteúdo. Quanto ao aspecto gráfico a mesma bitola; bom papel e boa distribuição. Reparei que nela vem destacado o Encontro de Messines como acontecimento marcante da nossa Associação, que o foi. No próximo encontro em Gaia, conforme também se anuncia na contracapa, se lá chegarmos, poderemos então ver o filme sobre aquele inesquecível evento que terminei um dia destes e que, contra a minha expectativa, me deu mais trabalho do que tinha previsto. Parece-me, no entanto, que ficou bastante aceitável, principalmente no que diz respeito á parte técnica. 

Aproveito para frisar que, curiosamente, a revista chegou no "day after" ao de S. Bento, esse importante santo da Igreja muito venerado aqui nestas Terras de Valdevez em virtude da existência de diversos mosteiros beneditinos espalhados pelo concelho. O mais procurado é o de Ermelo, junto ás margens do Lima, onde na noite da véspera se realiza grande peregrinação de romeiros provenientes de variados pontos da região, compostos sobretudo por gente nova que, como é bom de ver, procura juntar a borga á devoção: mais borga, talvez. Depois vem o de S. Bento do Cando, na Gavieira, venerado numa simples capela de imagens toscas e adornos mofentas, situada na mítica e lindíssima branda encravada nas rugas da serra da Peneda, onde igualmente se leva a cabo fabulosa procissão nocturna. Existe ainda o mosteiro da Miranda e o de Sabadim onde pontificou um abade que, segundo dizem por aqui, tinha seis mulheres e quando elas se pegavam de língua, quiçá por ciúmes, ele as acomodava com os seguintes ralhos: "… calai-vos, putas, que não sois vós assim tantas!"

Mas não é só nestas terras que se presta culto a S. Bento. Vou citar só dois dos mais afamados santuários em sua honra; o de S. Bento da Porta Aberta, no Gerês, com festa de arromba no dia do orago. Dizem que também lá existe um famigerado bruxo em tempos muito procurado pelo flatulento Costa do futebol do Porto, cidadão corrupto e facinoroso, que o foi consultar provocando satânicos rituais com sangue, penas e ossos de galinha, em jeitos de macumba do Vodú ou dos candomblés dos Orixás. Uma vergonha que nem contada se acredita! Por último, falta ainda lembrar o famoso e popular S. Bento de Seixas, encostado ás margens do estuário do Minho e bem defronte das terras da Galiza. Para ele cantam as moças casadoiras quando os ares casamenteiros não lhes sopram de feição:

"Ora vira, vira,

S. Bento de Seixas

Leva-te o diabo

Se me agora deixas!"

S. Bento é o padroeiro desta Vila que ontem celebrou o seu feriado concelhio e, lá no alto, junto á igreja do antigo mosteiro beneditino, hoje propriedade privada, fica o campo santo desta paróquia, o cemitério de S. Bento. Desta forma, quando alguém da terra parte deste mundo todos falam com óbvia propriedade que tal pessoa foi morar para S. Bento. Claro que ninguém vai para lá por devoção ou de sua livre vontade e todos vamos pedindo ao Santo que não nos chame tão cedo.

Ah, já me ia esquecendo, não dum mosteiro de bons e santos religiosos, mas dum palácio onde moram os maiores ladrões deste País e dos quais nem o Senhor S. Bentinho nos pode livrar: o Palácio de S. Bento, de triste evocação!








 

2012-07-12

manuel vieira - esposende

 

O nosso colega Samorinha e a sua esposa Arcelina  fazem  parte do Grupo de Cantares de Carrazeda de Ansiães e partiram esta terça feira rumo a  Itália.

É que o Grupo de Cantares  vai participar no Europeade 2012, que se realiza este ano em Pádua-Itália entre os dias 11 e 16 de Julho. Além das atuações em palco, na rua e desfile com todos os participantes (cerca de 4.000 em 160 grupos de toda a Europa) o Grupo de Cantares de Carrazeda de Ansiães foi convidado pelo Comité Organizador do 49º Europeade, para cantar o Cântico de Entrada na Missa que se realizará na Basílica de Santo António, no dia 15 (Domingo).

Na anterior participação estiveram na Suíça.

Por isso se pode dizer que alguns dos nossos colegas andam nas bocas do mundo.

2012-07-09

manuel vieira - esposende

O nosso colega Peinado ainda não esgotou as férias mas não prescinde de deixar as suas mensagens, agora que estará mais lesto nestas coisas digitais. Tudo vai do mexer...

A nossa revista Palmeira deve estar a bater à porta de cada um pois já está no Correio. Abram a porta com ternura e percorram os seus temas. "Fale connosco" e opine.

O Assis tem dado umas de treta e intervala os seus escritos com os trabalhos matinais no seu quintal, o tal que dá favas e também fisális, entre uma diversidade de frutas que se estendem até ao Outono, com os dióspiros tão elogiados pelo Martins Ribeiro. É a simbiose entre o esforço físico e o labor mental que tanta saúde proporcionaaos seus praticantes. E nisso o Assis é mestre.

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