fale connosco


2012-10-17

Peinado Torres - porto

Bom dia companheiros Um arrozinho de serrabulho é manjar para saborear, mas é prato que me está vedado comer, bem como lampreia e outras coisas mais, mas se o evento for em data disponivel, lá estarei. Meu caro amigo e presidente Mané, em Vieira, continuo à espera da informação que me des-te à cerca da realização dos GRANDES ENCONTROS. Gostava de saber se foi decidido em assembleia geral e quando , ou se foi democráticamente determinado nalgum concistóro dos AAAr. TODOS A BRAGANÇA,OU AO SARRABULHO
2012-10-16

manuel vieira - esposende

Ontem recebi uma chamada provocadora a estalar a cominhos e ervas frescas.

Falaram-me em arroz de sarrabulho com rojoezinhos à moda do Minho, com frituras de belouras, tripas enfarinhadas e outros acrescentos porcinos e batatinhas passadas no tacho.

Percebi logo que era um desafio. E disseram-me que podia ser à moda do Minho ou de Ponte de Lima, ficando à minha escolha.

O arraial seria montado em Cabanas, lá no monte de onde se avistam os fumos calmos do vale do Âncora a cruzar com os voos traçantes da passarada, isto se o Assis der o seu assento.

Para amainar o frio podia ser um caldinho de pedra ou um caldo de entulho e para adoçar umas rabanadas com vinho do Porto e mel a lamber já o Natal.

E umas castanhinhas, disse eu, em homenagem ao santo da capa, recebendo consentimento da proposta.

Arrozinho de sarrabulho, malandrinho, vinha a calhar. É prato quente e abastece o consolo. Vinhinhos da região também não faltam e fiquei de dar resposta.

2012-10-10

manuel vieira - eposende

É como ter a travessa na mesa, cheínha e fumegante de aromas quentes. Sei que são vários os colegas que encostam diariamente a barriguinha ao "Fale connosco" na esperança de ter leitura e estes dias foi um aconchego.

O nosso amigo Alexandre é que anda afoito nas vindimas por terras quentes do Sado e doem-lhe os dedos em finais de dia.

Os vinhos da Península vão ter este ano mais encanto, mais os tintos Castelão e os brancos Fernão Pires que servirão de cura a muitos males de corações lentos.

Ninguém o "ouve". Apenas veio cá para lançar o desafio de Bragança, que já deve ter feito eco. E como encanta quando escreve...

É muito bom ler o Peinado com o seu otimismo reluzente. Aquele desafio ao Ribeiro de Cortes... encheu-me de apetites.

Hoje tive a visita do Assis e recebi uma abada de fisális e uns diospiros fugidos à saga dos melros e dos piscos. Trocamos impressões sobre umas receitas de castanhas lá para depois dos fiéis.

2012-10-09

António Peinado Torres - Porto

Bom dia companheiros Sinceramente não sei por onde iniciar este meu escrito, mas sinto-me na obrigação de responder aos desafios dos meus amigos, e também dar o meu pequeno contributo à animação deste site. Repetindo o que já outros escreveram, não posso deixar de agradecer ao AVENTINO a oportunidade que nos deu de apreciar-mos o POEMA que escreveu dedicado a sua MÃE e que eu gostaria também de ter o engenho , arte e veia par escrever poemas tão belos e profundos . Obrigado AVENTINO que DEUS te continue a iluminar para continuares o teu OBI das letras. Posto este agradecimento tenho que saudar o regresso do GAUDÊNCIO esreiba também de alto calibre, sempre com assuntos com interesse para a comunidade AAAR, espero que encha os pneus, porque assim não se deve viver e o mesmo digo ao MARTINS RIBEIRO, os dias não são todos iguais, mas temos que ter a força suficiente para levantar a cara e seguir em frente é uma obrigação para todos nós vivermos a vida o mais alegremente possivel. Martins Ribeiro, por falar em viver a vida, para quando a FODA À MONÇÃO ? Está a ficar fora de prazo. E não podia treminar sem mencinar o nosso estimado presidente, sempre delicado e afável foi dizendo que GRANDES ENCONTROS, foram já decididos pelo comité de PAPAS que seriam de 2 em 2 anos na casa mãe. Não sabia porque concerteza isso foi obra de discussão em alguma assembleia que não estiva presente. Por minha parte sempre que esteja disponivel, eu estarei onde quer que seja, vivendo no PORTO desde sempre, estive 36 anos sem lá entrar, e hoje vou lá apenas quando me chamam, Quando escrevi no texto anterior a sugestão para apreciação da realização do GRANDE ENCONTRO de 10 em 1o anos na casa mãe, sinceramente esperava provocar alguma controvérsia, mas como somos todos bons meninos ficam-se pelas covas. ALEXANDRE todos a BRAGANLA, temos lá bons companheiros que não nos passam " cartão " mas é gente franca e boa Por hoje nada mais Um forte abraço VOLTAREI PEINADO
2012-10-08

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Com sinceridade o afirmo; gostei mesmo muito do reaparecimento do Gaudêncio neste nosso magnífico espaço, lamentando que a causa da sua ausência tenham sido “atribulações várias” como ele próprio afirma. Caro Gaudêncio se você vê que “La muerte lo está mirando desde las torres de Córdoba” , então que poderei eu dizer? Eu não conhecia este dito de visão agoirenta que, apesar de o achar engraçado, não me queria, contudo, deixar sugestionar por ele. O amigo ainda é um jovem para se lhe afigurar o céu cebola e nem mesmo eu, já muito idoso, sou capaz de alinhar por tão mórbida realidade. Entendo que, nestes casos, se devem aplicar as nossas receitas do costume que tão bom resultado têm dado até aqui e de que o nosso Vieira tanta apologia faz. A talho de foice estou a dizer que o Peinado também demora uns tempos em “voltar” a esta loja, como diz, e já está em tempo de o fazer. Caros amigos, confesso que fiquei de boca aberta com o ingente poema do Aventino, de inimaginável beleza. Sabia que o Aventino era um poeta de grande sensibilidade, mas com esta pequena e delicada pétala me encheu as medidas de simples admirador, para mais incidindo num tema de muita suavidade e que sempre nos enche a alma de ternura. Se houvesse emulação artística e eu a pudesse seguir em relação á sua poesia, caso fosse capaz, que o não sou, diria como o grande Bocage num dos seus belos sonetos de semelhança com Camões: 

Camões, grande Camões, quão semelhante

Acho teu fado ao meu, quando os cotejo! 

Claro que me estou a referir ao fado apenas do sentimento, nunca ao dos dons da Natureza. 

 


 

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