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2012-09-24

Alexandre Gonçalves - Palmela

QUEM AVANÇA PARA BRAGANÇA?

 Antes de mais, peço desculpa por tão longo silêncio e por só agora regressar a vila nova. E ao último encontro anual.

Deixei acalmar a poeira fonética para poder comentá-lo com alguma serenidade. Apenas duas notas de apreciação. De um lado, o indesmentível empenho da organização.

O Sousa Pires habituou-nos já a este esquema simples e de certo modo eficaz. Ele pôs as mãos no trabalho, sem grandes apoios laterais, e convidou-nos convictamente a mais uma deslocação "nacional" à casa-mãe, ao ponto de partida da identidade comum da PALMEIRA.

Percebe-se que fez quase tudo sozinho, sem quaisquer certezas de adesão ou retorno.  Outros teriam desistido. Ele apostou e todos de certo modo ganharam.

Um sentimento de gratidão fica bem a todos. Apesar de não serem muitos os que trocaram a vidinha pelo encontro.  

Mas há o outro lado das coisas. Neste caso, a resposta, a reacção, a atitude. Pressente-se uma espécie de decadência precoce. Os sócios caíram genericamente numa passividade frouxa, quase senil, como quem aguarda que o presidente da junta leve os velhinhos a passear. Eles não exigem muito. Basta que se lhes acene de longe e eles lá irão, poucos ou muitos, mas sempre dá para um almoço solene, ruidoso, temperado a tintol e basta.

O essencial é ver a malta, dar um abraço avulso, afinar um pouco a fé e ala que se faz tarde. Tudo isto é legítimo e natural. Mas convenhamos que é pouco. Então direi que neste sentido não integro  o coro retórico dos elogios. É pouco de mais para quem terá de vir de longe a tão pouco encontro.

Percebendo-se o perigo, sugeriu-se que uma comissão de três voluntários, tenham eles a ideia que tiverem, programem, em cada ano e com a devida antecedência, a festa da associação, a realizar na data e no local que entenderem. Apurou-se que de dois em dois anos será em Gaia. Tudo certo.

Mas que haja proponentes em qualquer dos casos que assumam esse serviço, em colaboração com a presidência.

Não podem ser sempre os mesmos, a mostrar o seu talento ou voluntarismo. Capacidades não faltam a ninguém. E os locais possíveis, como já se demonstrou, são mais do que os anos que restam para que isto valha a pena. Pede-se generosidade, criatividade, identidade.

Fica proibido desistir, discutir inflamadamente, e nada fazer no terreno. Quem é que avança? Tudo valerá a pena desde que não se imite ninguém nem se plagie quer o que já se fez, quer o que já foi dito.

A propósito, onde fica bragança?


2012-09-23

manuel vieira - esposende

Com o outono veio a chuva que tardava mas traz incómodo.

Ontem tive por cá o Peinado numa visita fugaz mas sempre agradável e ainda esteve a tempo de dar um abraço ao Júlio Samorinha que também teve a amabilidade de vir a Esposende já em fim de dia.

Aproveitamos para desenvolver a conversa.

Em Palmela houve almoço de arroz de lebre na passada sexta feira, rijinha mas generosa nos  paladares.

Os sete deram conta do recado, e conviveu-se à volta de uma boa mesa...

2012-09-21

aventino - PORTO

Canto hoje a palavra liberdade.

Foi-se à vida mais um reduto do abominável estalinismo: Santiago Carrilho se marchou.

"Qué cantan los poetas andaluces de ahora"?

Liberdade, liberdade, liberdade, liberdade, liberdade, liberdade, liberdade, liberdade, liberdade, liberdade.

2012-09-21

Peinado torres - Porto

Bom dia companheiros Ainda o GRANDE ENCONTRO de 2012 Estive-lá no sábado à tarde, para assitir à palestra do amigo FREITAS ESCALEIRA, para reviver companheiros e conviver com eles, fez-me bem e senti aquilo que nós temos de bom que se chama solideriedade. Tenho que dar os meus parabens, a quem teve a feliz ideia de convidar o FREITAS ESCALEIRA. Da vez anterior que estive com ele foi na célebre FAVADA no paraíso de Orbacem, isto é na casa do FREI ASSIS. Já aqui o disse na devida altura foi um dia riquissimo, quer pelo almoço quer pelos presentes, e por tudo que se falou e o ESCALEIRA foi um dos marcou uma excelente presença. Apesar da idade que já tenho, ainda tenho interese de ouvir as pessoas e sobretudo a sua explanação simples e bem orientada, deu-nos a conhecer as suas origens e toda a carreira profissional e o seu gosto pela literatura, poesia e música. Senti-me muito orgulhoso quando evocou o noma do meu PAI pela influência que teve na sua iniciação musical, e mais feliz fiquei quando ouvi música instrumental de XILIFONE, ogrigado FREITAS. Quanto às presenças no GRANDE ENCONTRO, o convivio estava animado, mas muito poucos presentes. A organização tem de ter em atenção as motivações dos associados, e todos nós sabemos que muitos dos nossos companheiros não vão, por muitos e vários motivos sem ser os económicos. Não é preciso ir frequentar um curso a Coimbra para tirar conclusões. Vasta ver quantos fomos a Messines, o ano passado quantos foram às Beiras e rtc. Além de problemas que cada um teve com a saída do SEMINÁRIO, sente~se um distânciamento e frieza de quem lá está, honra seja feita ao REVº Padre FAUSTINO que nos tem acompanhado, mas é muito pouco, talvez seja por não merecermos mais., è de pensar que os GRANDES ENCONTROS na casa mãe deveriam ser organizados de 10 em 10 anos. Para finalizar a assembleia embora reduzida votou bem, votou na continuidade de quem com o seu espírito consensualista tem agregado muita gente PARABENS MANUEL VIEIRA E EQUIPA Por hoje já chega VOLTAREI, mesmo qur não gostem do que escrevo.
2012-09-20

manuel vieira - esposende

"É preciso acreditar", "Cantiga para quem sonha" e muitas outras cancões de Coimbra eternizam-se na voz do Dr. Luís Goes que estes dias desapareceu tornando triste o Mondego.

Apesar dos tempos estivais já vai cheirando a Outono, percebendo-se alguma melancolia no mapa dos escritos nesta folha de conversas.

Provavelmente ainda não se esgotaram os espaços de férias e temos de esperar pelos frios esguios para sentir o alento dos calores da escrita.Claro que esperava mais comentários com alusão a temas  do Encontro mas também percebo que alguns deles se esgotaram no portão corrediço da Quinta.

Mas vale falar da "Foda de Monção" onde o arrozinho de forno com toque amarelento do açafrão absorve os aromas de um cabritinho mamão das serranias do Norte e se serve com o bom Alvarinho ou o tinto verde da casta vinhão de proveniência acertada das quintas entre os Arcos e Ponte da Barca.

Não sei se estes temas atiçam a exegese gastronómica de algumas bocas sábias e santas da nossa "Confraria", mas começam a ser horas de estonar calçadas e vielas tripeiras que outrora o Aventino sugeriu para umas frescas manhãs de sábado, em roteiro de poesia e amesendação.

Deixo à sábia inspiração de alguns colegas... 

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