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2017-04-25

Assis - Folgosa

Fátima - Cem anos e vem cá o Papa

Amigo António Manuel Rodrigues:

 Saudações fraternas e o meu agradecimento pela coragem que manifestas nas palavras que acabas de enviar para a nossa APALMEIRA. Palavras de uma pessoa Livre e sem os Medos que, infelizmente, continuarão a atormentar ainda por muitos mais anos a generalidade dos humanos. Palavras que subscrevo por inteiro. Apenas substituiria o nome de Cristo pelo da Pessoa JESUS.

O meu abraço fraterno

2017-04-24

manuel vieira - esposende

Programa do encontro em AVEIRO

Dia 03/06/2017- Sábado

11.30 – Encontro na Estação dos C.F (CP) em Aveiro .

11.45 – Saída em autocarro para Mira ( Quinta da Lagoa)

12.15 – Chegada , checkin e distribuição dos quartos

13.00 – almoço de bufete no hotel

14.30 – Saída paara Ílhavo para visita guiada ao Museu do Mar e navio     Santo André da antiga frota bacalhoeira

17.00 – Visita de autocarro à Costa Nova, Barra, Vagueira e Praia de Mira om regresso ao hotel (Quinta da Lagoa) previsto para cerca das 19.00 horas

20.30 – Jantar no hotel com  animação prevista (possível)

 

Dia 04/06 – Domingo

Pequeno almoço no hotel  a partir das 07.30h e checkout

9.00- Saída para Aveiro com visita parcial em autocarro aos principais  pontos de interesse da cidade

10.00 – Passeio nos famosos barcos moliceiros pelo canal da ria com guia local, podendo apreciar uma extraordinária visão dos locais mais emblemáticos da Veneza portuguesa, seguida de um Workshop  de ovos moles com pessoal especializado da fábrica

12.30 – almoço num dos restaurantes da cidade  e, no final, nas calmas, as despedidas.

 

 

 O Encontro deste ano está a ser preparado pelo António Vaz com a colaboração do Delfim.

A escolha da região de Aveiro tem a ver com a localização estratégica associada às belezas naturais e de património que reforçarão o convívio.

Vai ser importante conhecer as adesões com alguma rapidez para um planeamento eficaz e também algum ajuste negocial.

Em breve vamos começar a estabelecer contactos.

 

 

2017-04-24

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Coimbra, 25 de Março de 2017

 

Fátima

Cem anos e vem cá o Papa!

Como tem sido possível por tanto tempo tão grande fé, tanto sofrimento, tanta festa e tanto fausto?

A fé não a discuto. As outras questões, passado tanto tempo e nos dias de hoje, não as compreendo nem as aceito apesar de estarem aí aos olhos de todos.

A Virgem Maria, a Nossa Senhora, mensageira em Fátima e noutros lugares!?...

Mensageira de quê? Completou ou esclareceu em algo de substancial o Velho ou o Novo Testamento?

Mudemos de ponto de observação.

Fátima cumpriu, cumpre ainda, nos dias de hoje, desígnios nacionais e evidencia uma cumplicidade questionável entre algum clero e o poder político.

Não sendo um dogma, não é verdade de crença obrigatória. É, antes, motivo de profundo escândalo para os não crentes, para alguns católicos e estão-lhe associados consideráveis proventos económicos.

Por este motivo, à luz da fé e da moral em que fomos educados, ela pode ser vista como um pecado de soberba, arrogância e avareza.

Em termos de relacionamento social, tenho como criticável o explorar a credulidade e a generosidade de tanta gente simples e ingénua.

Já que o Papa vem cá, gostaria que iniciasse a depuração e a desmistificação deste fenómeno.

Este processo nem seria novo nem de difícil superação: os altares já foram aliviados de uma Santa Filomena e alguns papas já pediram perdão por erros do passado, cometidos pela Igreja Católica em nome de Deus. Se bem percebi, há uns tempos atrás foi discutida em termos teológicos ou catequéticos, não sei como diga, a existência do Limbo e do Purgatório. Não haverá outras questões importantes e urgentes a discutir?

Amigos, nada fica dito numa posição de Anticristo nem é nenhuma originalidade. Em tempos idos muito me aliviou ouvir de um dos nossos prefeitos que Fátima não era assunto de fé nem de crença obrigatória. Há dias ouvi a um comentador dos nossos canais de televisão que o próprio cardeal Ratzinguer não deu como garantida, antes pelo contrário, a sobrenaturalidade de Fátima.

Aceite-se a divergência ou mesmo a não crença. Inicie-se a depuração e a penitência. Há uma vereda longa e difícil a percorrer para que a Igreja Católica regresse ou, ao menos, se aproxime da mensagem original de fraternidade universal. Mensagem tão simples e tão revolucionária ainda nos dias de hoje.

Como peregrino nunca fui a Fátima mas, sequencialmente, conforme me foram visitando em Coimbra, fui lá com minha mãe, com os meus sogros e a avó e madrinha da Silvina. Para esta minha gente, esta peregrinação privada, além de agradável, ter-lhes-á sido proveitosa e isto bastou.

Por mim não irei a Fátima nem a lado nenhum ver o Papa. Se fosse a Roma e à Praça de São Pedro ou do Vaticano, daria mais atenção à fé daquela multidão, à monumentalidade construída e, se fosse possível, gostaria de informar-me acerca da origem e da sumptuosidade de todo aquele material.

Muito pessoalmente: em direcção ao Calvário quanto sofrimento acrescido terá sofrido Cristo por causa do actual e moderníssimo turismo apelidado de religioso?

A terminar: a minha questão ou problema religioso não é com Deus, é com os homens, muitos deles ditos de Deus.

Valete, fratres.

N.B.: A peregrinação à chamada Terra Santa, porque Cristo lá viveu, respeito-a muito.

2017-04-17

Luís Guerreiro Pinto Cacais - Brasília

Feliz Páscoa!

Já que não vimos hoje nada no nosso céu, nele inscrevemos o que outro nos teve de emprestar.

Irene e Luís

 “José Barbosa Junior

No Natal escrevi:

Gosto de pensar no Natal como um ato de subversão...
- Um menino pobre;
- Uma mãe "solteira";...
- Um pai "adotivo";
- Quem assiste seu nascimento é a ralé da sociedade (pastores);
- É presenteado por gente "de outras religiões" (magos, astrólogos)
- A "família" tem que fugir e viram refugiados políticos;
- Depois volta e vai viver na periferia;
O resto, a gente celebra na Páscoa... mas com a mesma subversão.

Chega a Páscoa, o menino cresceu...

- Trabalhou na carpintaria;
- Morava numa cidade que ninguém dava nada por ela;
- Arrumou uns seguidores tranqueiras;
- Andava com pobres, putas e doentes;
- Considerava mulheres e crianças importantes;
- Provocou os religiosos da sua época;
- Foi morto como um bandido, afinal, desde aquela época, os impérios opressores dizem que "bandido bom é bandido morto!"

Mas...

Ninguém consegue calar a subversão do amor. Ela renasce e renascerá sempre! Ela ressuscitará quantas vezes for preciso.

Sim! A revolução virá dos pobres! Só deles pode vir a salvação!

Feliz Páscoa! Feliz subversão! Feliz Ressurreição!”

2017-04-16

manuel vieira - esposende

Caro amigo,

 

O Minho mostra a excelência da Festa Pascal com uma gastronomia  rica e um cerimonial que se inicia na semana que antecede, com o Compasso a visitar as casas neste domingo, acompanhado das minhotas de cores faustosas com os cestos de flores , seguindo atrás os músicos com instrumental diversificado.

 

Dizem que a tradição vai acalmando mas no Minho ainda é fácil perceber o ar festivo destes dias.

 

Na minha casa ainda se cumpre a visita do Compasso e estou agora à sua espera, entre muitas outras casas que já perderam estes hábitos. Ainda não ouvi a sineta que anuncia a chegada.

 

É neste ambiente que desejo muito sol pascal,muita luz, muita saúde e também uma boa mesa .

 

 

 

Um abraço,

 

Manuel Vieira

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