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2012-09-03

Jose de Castro - Penafiel

QUEM DIZ QUE A BOA MESA NÃO É TEMA?

CAROS AAAR'S:

POIS NÃO É QUE AO FALAR DO "MIRANDÊS" LOGO COMECEI A "ESPUMAR"?

AINDA NÃO PASSOU UM MÊS EM QUE TAMBÉM EU POR AÍ ESTACIONEI ALGUNS DIAS. CLARO QUE PAGO AGORA COM UMAS BOAS BARRIGADAS DE FOME QUE TÊM POR FIM O EQUILÍBRIO DOS PRATOS DA BALANÇA...

A MINHA INTERVENÇÃO É ALÉM DO MAIS, PARA PRECISAR UM PEQUENO PORMENOR; É QUE "O MIRANDÊS" HOJE JÁ SE ESTENDEU PARA FORA DA CIDADE VELHA, O QUE SIGNIFICA QUE OS MEUS CAROS AMIGOS QUE POR LÁ DECIDAM PASSAR, TÊM QUE DECIDIR SE VÃO AO EDIFÍCIO MAIS RECENTE, À ENTRADA DE MIRANDA PARA QUEM CHEGA DOS LADOS DE SENDIM, COM ESPAÇO PARA TODOS MAS NA MINHA OPINIÃO SEM O CALOR DA CASA MÃE, OU SE POR OUTRO LADO PREFEREM O RESTAURANTE ORIGINAL, QUE SE ENCONTRA DISCRETAMENTE ANICHADO MUITO PRÓXIMO DA ENTRADA PARA A CIDADE VELHA. A SUA ENTRADA É TÃO DISCRETA QUE AO FORASTEIRO MENOS ATENTO PASSA DESPERCEBIDA, OU PIOR AINDA, O PODE DEIXAR DESCONFIADO DAS CONDIÇÕES DE ACOLHIMENTO E DO REPASTO QUE OFERECE.

POIS ESTE É O MEU MIRANDÊS! UMA POSTA, É O CARTÃO DE VISITA DA CASA. MAS PARA AQUELES QUE NÃO APRECIAM ESSE MANJAR PODEM TAMBÉM PEDIR À CONFIANÇA, UMA POSTA DE BACALHAU NA BRASA E FICARÃO ADMIRADOS COM O PRATO COM QUE SÃO BRINDADOS. É QUE ESTA CASA, SABE QUE OS EMIGRANTES CHEGAM TAMBÉM COM MUITA SAUDADE DE UM BOM BACALHAU E PRIMA ASSIM POR OS RECEBER COMO MERECEM, COM ESSE SABOR TÃO PORTUGUÊS.

PODERIA FALAR-LHES TAMBÉM DA "GABRIELA" EM SENDIM MAS HOJE É UMA PÁLIDA SOMBRA DO PASSADO, APESAR DE A POSTA AINDA O SER.

OU ENTÃO NUMA VISITA QUE VENHAM A FAZER A MOGADOURO, EM DIA DE INVERNO, PASSEM NA "LAREIRA" E PODEM ATÉ CONTROLAR A VOSSA POSTA, ACOMPANHANDO SE ESTÁ OU NÃO BEM PASSADA, POIS TODO O PROCESSO DECORRE NAS BRASAS QUE TAMBÉM SERVEM PARA VOS AQUECER.

COMO PODEM IMAGINAR SOU UM AMANTE DESSE MANJAR. PARA MIM... MAL PASSADA!

AQUI FICAM AS DICAS.

POR LÁ ANDAREI MUITO EM BREVE. MAS... CASAMENTOS E BAPTIZADOS SÓ VÃO OS QUE SÃO CONVIDADOS.

PARA OS MEUS AMIGOS UM ABRAÇO E ATÉ JÁ!

2012-09-03

manuel vieira - esposende

Ainda por terras transmontanas, na passada sexta feira corri até Miranda do Douro rompendo o IC5 e na companhia do Júlio Samorinha e a Arcelina, levei a família a conhecer esta cidade longínqua contígua ao Douro, onde testamos a posta mirandesa no “Mirandês”,( para complementar a listagem do Aventino).
Boas carnes suculentas de grelha no ponto atestaram o bom nome da mesa da região e aproveitamos para conhecer o casco urbano antigo com o castelo e a sua Sé,  que alberga o Menino Jesus da Cartolinha.
No regresso desviámos até à freguesia de Tó, no concelho do Mogadouro e rumámos ao cemitério da aldeia, numa antiga intenção de visitar a sepultura do antigo colega Vítor  Manuel Conde, talvez do curso do Gumesindo (parceiro no PROHAR com a viola baixo) e meu bom amigo. Com 18 anos feitos faleceu na reta do Mogadouro num acidente de viação que penso teve mais vítimas jovens.
Senti um alívio de alma como promessa cumprida e revi saudade.
Passámos no Mogadouro e subimos ao castelo e ali perto admirámos o pelourinho já fotografado e incluído na coleção do Martins Ribeiro, ao que julgámos.
Este fim de semana decorreu em Carrazeda a Feira da Maçã, do Vinho e do Azeite, numa tradição que eu tenho visitado desde há anos. Já lá encontrei vários colegas como o Jerónimo natural do Seixo e este ano não fugi à regra,
Encontramos o Amândio que esteve ligado à Câmara de Mirandela e que há alguns anos nos “arranjou” um autocarro na visita que fizemos ao castelo de Ansiães e aos “peixinhos do Tua”.
Vários colegas nossos são deste concelho mas hoje vivem em zonas cosmopolitas e por vezes regressam ao bulício lento da aldeia no calor da estação.
No próximo fim de semana vamos encontrar-nos em Gaia e outras conversas terão sentido
.

2012-08-30

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Vamos lá a ver: este nosso tasco é mesmo de sazões; tão depressa está cheio como depois não se vê ninguém. É o que tem acontecido. De uma forma geral são quase sempre os mesmos a aparecer e esse é um motivo que me leva a intervir menos vezes pois acho deprimente ter de ouvir depois esse género de crítica. Também já terminei as minhas férias que, vá lá, vá lá, não foram más de todo, direi mesmo que foram muito jeitosas e sossegadas. Sei que o Vieira anda por terras de Carrazeda pelo que lhe invejo a situação; é bem verdade que também fui convidado pelo anfitrião Samorinha, porém, neste momento não me foi possível aceitar essa gentileza, com grande pena minha. Também o Guerreiro teve a cortesia de me apresentar as suas despedidas através de contacto telefónico, feito num dia destes. Gostei muito da postagem do amigo Peinado que, finalmente, apareceu. Notei que vai recuperando o ânimo e o seu estilo próprio, o que é bom, pois já vai atirando com os seus devaneios “portistas” e portuenses. A talho de foice pergunto se o Porto será assim uma cidade tão badalada como ele diz, pois até o Arsénio tambémcanta a mesma cantiga. Deveis ficar a saber que eu também gosto muito do Porto (da cidade, fique claro, não do “resto”) mas para mim não há cidade mais bonita do que a de Côrtes, junto ao rio Minho, cidade incomparável, internacional e cosmopolita. E também tem um famoso grupo de futebol, esse sim o melhor do Mundo, muito maior que o Benfica, o “Estrela Vermelha” de Côrtes, fundado em 1950 por este vosso servidor. Reconheço que deve ser um bocado cansativo preparar um Encontro da natureza deste nosso de Gaia e também que o Arsénio possa andar um tanto despistado. Parece mesmo taralhouco pois me colocou em duplicado na listagem dos que já se inscreveram, primeiro eu só e mais abaixo com a mulher e, quando tentou rectificar, tirou-me a mulher e pôs-me lá só outra vez. Sabeis que mais? Agora vou fazer a vistoria obrigatória ao meu carro e nela aí vão quase 30,00€ para os lacaios da Troika; para a desgraça ser ainda maior, no mês de Setembro, os mesmos ladrões ainda me vão levar mais 54,00€ para, dizem eles, poder circular nas estradas porque as portagens não são suficientes. Então até Gaia; não falteis que eu quero ver-vos a todos com boa disposição e muita saúde!

2012-08-30

Aventino - PORTO

Já que o PEINADO fala em gastronomia, embora eu não seja nem um entendido nem um grande garfo, deixo aqui algumas sugestões e desafio os companheiros AAR´s a partilharem também as suas referências de bons restaurantes, tascos, hotéis, sítios belos que em qualquer momento das suas vidas lhes marcaram o estômago ou o espírito.

Começando pelo Norte: em Valença, CASA ÁLVARO(barato); em Paredes de Coura, O CONSELHEIRO(barato); em Caminha, MURALHA (barato), FORTALEZA(Vila Praia de Âncora(barato); em Viana do Castelo, (Santa Marta de Portuzelo) CAMELO (médio); em Apúlia, O FORNO (barato); em Árvore (Vila do Conde), o ROMANDO (médio); em Matosinhos, centenas deles mas destaco: para marisco, a Marisqueira de Matosinhos(caro); para peixe assado na brasa, o Fernando (médio); para umas simples sardinhas, o Leme (barato), para uma lampreia, o Gaveto (médio); para cozinha de autor, o 44 (magnífico mas caro). No Porto, nem vale a pena falar-vos da gastronomia na cidade do Porto que tem do melhor que há em Portugal. Em Coimbra, a Taverna (médio), o Zé Manel dos Ossos (barato); em Lisboa, o Gambrinus (caro) o Bica do Sapato (barato ao almoço; caro ao jantar); o Papa-Açorda (caro) o Vela Latina e a sua localização excepcional em Belém muito próximo da Fundação Sommer-Champalimaud (caro); a Adega Tia Matilde (dos benfiquistas mas bom e a preços médios); o Museu dos Presuntos, a preço médio. Em Cascais, o Mar do Inferno (médio) e o Monte Mar (caro). No Algarve é quase tudo mau mas há uma ou outra excepção para a bolsa dos AAR´s: Três Palmeiras, na Praia da Oura; na GUIA, o Frango da Guia; o Paixanito na Quinta do Lago; o Querença em Querença, Loulé.

E para rematar a peregrinação, almoçai e jantai no melhor restaurante de Portugal: SÃO GIÃO, em Moreira de Cónegos.

Agora que estais satisfeitos de corpo,escrevei aqui umas palavras, partilhai aqui as vossas ideias e ide, ide todos ao encontro da AAAR que se realiza nos dias 08 e 09 de Setembro na Quinta da Barrosa onde ainda somos meninos.

2012-08-29

manuel vieira - esposende

Foi bom "ouvir" o Peinado! Estou por terras do Samorinha como já é hábito nestes fins de Agosto, a conviver com este nosso colega e meu companheiro de curso. Ontem à noite estivemos a conversar com o Martins Ribeiro através do Skype, o que já é tarefa normal durante todo o ano. Também falei ontem de manhã com o Luís Guerreiro em tom de despedida pois estes dias regressa a Brasília.

Para a outra semana já nos encontraremos na Quinta da Barrosa e é importante que o Grupo funcione em quantidade de presenças.

Não podemos esquecer que este Encontro tem também uma função importante pois a Assembleia Geral vai ter de escolher uma nova equipa para liderar a Associação durante os próximos 2 anos.

Entendo que estamos em fim de ciclo e será importante renovar a condução do Grupo.

Já atingimos uma forma de vivência e convivência que encurtou distâncias e hoje já temos um círculo relacional que tem cerca de 100 nomes.

São cerca de 100 endereços de e-mail que identificam 100 colegas (sem as esposas), embora os nossos Encontros estejam longe destes números, mas isso também é característico de outros Grupos de objeto diverso do nosso. Vide as Assembleias Gerais de muitas Associações.

Já nos habituamos também que a provocação acutilante não é o melhor isco para atrair os colegas a qualquer discussão interessante pois gera retracão e diz-nos a experiência que são sempre os mesmos a entrar na rodinha do debate quando ele acontece. pois também sabemos que muito boa gente não tem predisposição para a participação escrita. E já só estranhamos quando os de costume não aparecem, como o mostrou o nosso amigo Peinado, com a clareza que bem o define.

Algumas empresas utilizam um espaço de tempo para conversar com os colaboradores sobre os mais díspares temas e criam o “Vai quem quer” em horário pós laboral onde muitos dos que lá vão não falam e apenas ouvem o que outros colegas questionam. E todos ficam mais bem informados.

Mas todos os que lá aparecem mostram que têm interesse.

Nos dias 8 e 9 os colegas habituais vão estar presentes em Gaia e sei que novos nomes já manifestaram o interesse em lá estar também, o que reforça a nossa existência associativa.

Outros não vão poder estar por razões diferentes mas já tiveram o cuidado de contactar a dar notícia dessa ausência.

Em termos de planificação é importante que os que querem estar presentes o manifestem pois em termos logísticos é necessário saber quantos vão estar. Essa é a grande preocupação do Arsénio e essa responsabilidade na organização tem de ser compreendida pelos colegas pois as coisas correm bem quando existe a disponibilidade de todos.

 

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