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2012-11-29

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Amigos e companheiros: 

Após a magustada do dia 24 na casa do Assis em Orbacém eu nada disse porque logo de imediato já tudo foi dito sobre esse evento. Etecetara e tal, correu tudo muito bem, foi muito lindo, etecetara e tal. O que eu estive a fazer foi a editar um pequeno filme que lá fiz e a pô-lo no YouTube para todos poderem ver, que estas coisas convém que sejam divulgadas. E é só para dizer que o nosso Presidente Né Vieira já o colocou no site, de maneira que, agora, é  fazer as honras e visioná-lo. Tem de especial uma intervenção, entendo eu que muito interessante, do Pe. Mário. Abraço a todos.

2012-11-27

manuel vieira - eposende

As melhoras para os nossos colegas Duarte de Almeida e para o Fernando Viterbo e que o restabelecimento seja rápido.

Obrigado Davide pelo teu cuidado em informar e leva um abraço solidário para o Viterbo.

A anarquia do "jardim" do Assis é meramente simulada pois na prática tem organização com os talhões das saladas, mais os dos feijões, mais os das favas. Numa visão aérea a folhagem encobre um trabalho metódico mas sem o rigor dos alinhamentos exactos. Ah, esquecia-me da anarquia dos fisális que invadiram a zona arável.

Mas a primavera pincela os verdes desregulados com os tufos de flores de matizes variados e a quinta tem ainda mais encanto.

2012-11-27

Assis - Folgosa - Maia

Amigos, saúde...

Chego aqui apenas para deslocar o nome do Duarte de Almeida, que não pôde estar presente em Cabanas pela razão dita, para umas linhas abaixo, as linhas de agradecimentos. E já agora, votos de rápido restabelecimento para o nosso amigo Duarte.

Aproveito ainda a oportunidade para agradecer ao Castro a lição sobre a enxertia dos bacelos americanos. Realmente é mestre na arte. E porque não declarar a sua definição do meu jardim, talvez a mais acertada de quantas escutei até hoje? Pena que não tenha visto, como seria de desejar, as plantas em franca floração... Foi assim que ele o definiu: " Jardim desordenado, mas controlado". É como se disse, eu assim o defino, 'um jardim anárquico, mas consciente'...Sim, eu sou pela anarquia consciente, em que cada qual seja responsável, não por este simulacro de democracia em que nós os ocidentais vivemos...

- Quanto à presença do meu amigo Mário de Oliveira, todos os presentes foram amáveis para com ele, e vice-versa,  e o acharam uma pessoa muito afável. Houve mesmo quem, ao despedir-se, declarasse que "ele é um gajo porreiro e que devia aparecer em outros encontros". Eu acrescento, que por ele não haverá dificuldades, caso seja convidado. Mais. Eu gostaria até que um dia todos os AAARs tivessem a oportunidade de o ouvirem falar da Pessoa Maior, JESUS, o mais Humano de todos os Humanos, a Pessoa que a todos nos une. E é só, por hoje.

 

2012-11-27

DAVIDE VAZ - ALMADA - SOITO

Olá amigos e companheiros. Teenho pena de não ter estado em Orbacém na casa do Assis mas...paciência. É que a saúde também não tem andado muito boa... E falando de saúde, e é especielmente por iaao que hoje aqui venho, aproveito para informar qu eo nosso Fernando Viterbo foi operado ontem à noite ao coração. Segundo me informopu a mulher tudo correu bem e ele encontra-se internado nos cuidados intensivos. Agradeceu o interesse mostrado por todos pela sua recuperação e pediu-me para não lhe telefonarem pois nem pode atender. Mais me disse que oportunamente iria dando notícias. Eu, logo que tenha mais informações transmiti-las-ei. Por hoje fico por aqui. Um abração a todos Davide Vaz
2012-11-26

manuel vieira - esposende

De Cabanas trouxemos saudades e consolo das conversas à lareira.

Quem mais falou foi o Castro e mostrou saber das artes de enxertia nos 400 pés de videira que enterrara nos arrabaldes onde Miguel Torga semeou palavras aos ventos quentes que amadurecem as vagas de mesa de castas várias que eu não sei repetir o nome. Mostrou dotes e ficamos prenhes de curiosidade.

O padre Mário cantou um poema ao jeito de Zeca Afonso no silêncio da mímica que prendeu olhares.

O padre Mário conversou amenamente em conversas várias e foi um de nós. Os seus livros não ficaram indiferentes.

 Na cozinha  mostrou que não estranha os saberes da mesa a que a vida obriga quotidianamente na sua messe..

O tez chuvoso não permitiu espaços amplos e vivemos rapidamente o tempo. e sentimos que o padre Mário se sentiu um de nós.

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