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2012-11-16

manuel vieira - esp

A Palmeira do Natal está em fase adiantada e vai reforçar a corrente que nos une.

O Assis convida-nos para um dia de S.Martinho no seu paraíso em Cabanas, Orbacém, no próximo dia 24, Sábado.

As castanhas estão bem boas e as subtilezas de porco completarão uma ementa quentinha e aromática.

Os interessados deverão informar o Assis da presença apenas  para se escolher o tamanho das travessas de barro que vão à mesa bem cheirosas, para que o aconchego não falhe.

Uns rojõesinhos à moda do Minho e um arrozinho malandro de sarrabulho podem ser cartaz apelativo que completará  a oferta.

Agora é só apontar na agenda e rumar bem ao norte...

2012-11-12

Assis - Folgosa - Maia

Ah! as castanhas e a jeropiga de Palmela...dia se S. Martinho e eu sem provar aquelas deliciosas castanhas das terras frias do norte e centro do país, embebidas no doce nectar sadino. Voltarão a presentear-nos os generosos castanheiros da Beira e Trás-os-Montes com novos frutos e a doçura do sol voltará às vinhas da Estremadura, estou seguro. Novas chamas brilharão em nossos peitos e as palavras alexandrinas voltarão a dançar à volta da fogueira, mesmo que efémeras. Com elas, todos nós voltaremos a bailar como crianças da barrosa. Voltaremos a jogar à pelota e ao beto e correremos por uma bandeira de trapo. Mas felizes.

- Ontem, fui comer palha, palha de Abrantes. Qualquer um, em Abrantes, se baixa por palha. Que nos apelidem de burro, em momentos breves passados na cidade ribatejana, o prazer da palha sobrepassa de longe a maldade picaresca da palavra nela contida. Por palha desta... todos seremos capazes de chorar por mais.

Li que os comensais, no magusto de Palmela, foram 16 e do norte, os representantes, apenas os que no sul têm residência. Suponho. Na crise e talvez no tempo que se apresentava com má cara ponhamos a culpa. Nos 16 estávamos todos presentes e em sua voz a nossa voz na hora do canto.

Desde o norte aplaudimos a vossa iniciativa e às vossas castanhas queremos também nós juntar as nossas no próximo dia 24, em Cananas / Orbacém. É ainda Novembro mês de magustos, no dizer do Manuel Vieira. Portanto o nosso convite aqui fica para quantos/as desejem participar. Do norte ou do sul, do este ou do oeste. Haverá caldo e castanhas. Não faltarão os enchidos, mas também os vegetarianos/as puderão marcar seu lugar em nossa mesa.

Outros sabores e saberes desejamos às castanhas juntar. Porque não um momento cultural?...Vamos ainda pensar e, se possível, levaremos à prática.

Aguadamos por nomes de voluntários/as

Até breve

2012-11-12

alexandre gonçalves - palmela

A  R O D A  D O  F O GO`

 

Às nove horas matinais, ainda chovia. Mas quando, um pouco depois, chegou o primeiro grupo, o sol estendeu uma passadeira de oiro, que abriu de par em par a alameda de entrada. O S. Martinho é guloso destes momentos e oferece a sua cumplicidade a todos os que se empenharem num encontro tão outonal e tão sereno como este. Há já comentadores bastantes para, com talento e humor, esmiuçar o esplendor das libações e anexos. Resumo tudo numa palavra: irrepreensível. Trabalho de geral participação de todos os presentes. Ninguém foi surpreendido de mãos caídas, a servir-se de serviços alheios. Comemos e bebemos com a mais cristã das alegrias. Por fim, com as vozes temperadas a gosto, soltámos pelos silêncios de Palmela harmonias musicais inéditas, que muito soltaram os corações e os sentidos. E ensaiou-se em ante-estreia a nova versão do hino da Palmeira, em vernáculo transparente e foneticamente rigoroso.

Porém, a grande surpresa estava guardada para a hora do crepúsculo, um pouco antes de a noite pousar, pesada de frio e de mistério, sobre os campos em repouso. Acendemos então duas fogueiras. Uma tão efémera quanto a chama breve de espécies arbustivas já secas. Foi aí que as castanhas se mostraram tão doces e tão antigas como a nossa infância. Se quiséssemos, valia tudo, segundo a tradição. Mas não quisemos. Passámos à segunda fogueira, a roda de fogo, tão perene como o lume dos  nossos antepassados. Tão quente quanto o suportável. A chama ergueu-se à altura das árvores. Os troncos incandescentes iluminaram a noite imediata. Criou-se uma atmosfera de regresso a uma idade pré-histórica. Uma tribo inteira eleva até à transcendência o mistério arcaico do fogo. À luz da chama ondulante, os rostos concentram-se numa fala intimista. Apetecia que fosse longa aquela hora. A palavra circulou em conformidade com este intimismo, sob o manto maternal da noite e do fogo. O espírito, que estava latente ao corpo e à alma, libertou-se da obscuridade e fez-se voz. Qualquer coisa se comoveu em qualquer lado da nossa memória e tudo foi suave nas palavras que, de mão em mão, passaram quentes e verdadeiras no círculo de meia-luz, que as brasas definiam.

Como tudo o que é belo, houve um começo, um meio e um fim. O fim foi um abraço de novo tipo, sem convenções nem cortesia, mas intenso e duradoiro. Feitas as promessas de novas edições, os cavalos acendaram-se e em poucos minutos um silêncio de ausência cobriu pesadamente o que restava da noite.     


2012-11-12

Arsenio de Sousa pires - Porto

E ela vai chegar!

Encontra-se em fase de crescimento!

Queres participar? Anda lá!

Manda ao menos um poema dos que tens escondidos na gaveta!

Até ao próximo dia 20 recebemos o que nos mandares.

Tens fotos antigas?

Tens documentos daqueles tempos?

A Palmeira nascerá com o Natal.

O Natal nascerá com a Palmeira.

Abreijos para todos.

2012-11-11

manuel vieira - esposende

Em "notícias" podemos ler sobre o Padre Bernard Haring que nasceu exactamente há 100 anos.Faz hoje.

Teólogo redentorista com trabalho escrito que a Editorial Perpétuo Socorro incluiu no seu catálogo, colaborou também com o Padre Henri le Borsicaud de quem hoje damos notícia também.

Recordo que me tinha apercebido quando pequeno seminarista deste nome em livros que constavam de estantes no Seminário.

Bernard Haring esteve no Cristo Rei nos finais da década de 60 e na celebração da missa coube-me assessorá-lo na paramentação na sacristia e senti-me vaidoso pois estava empolgado pela presença daquela figura que tinha livros publicados. Coisas que não esquecem.

Vale bem a pena ler a notícia que decreve um pouco a figura de um homem importante que nasceu há 100 anos.

Em Palmela decorreu hoje o magusto e estiveram lá 16 convivas. Do Norte foi apenas o Meira.

Mas esteve lá o Valdemar do meu curso que tem também  uma quintinha em Palmela e aproveitou para rever os também transmontanos Delfim e o Separicos que são do seu tempo. Comeu-se, bebeu-se e cantou-se mas é bom que o relato e as novidades sejam dados pelo anfitrião Alexandre.

Pena é que o Cabral não tenha podido ir pois convive-se bem e percebe-se facilmente quanto empenho e saber o Davide remete para a grelha.

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