fale connosco


2013-01-07

António Peinado Torres - PORTO

Bom dia Companheiros Passadas as FESTAS NATALICIAS, cá me apresento aos AARS com todo o meu empemho,para comunicar com todos vós, um acto que me dá alguma alegria e me entretem. O tema que escolhi é simples, como não podia deixar de ser " BALANÇO DO ANO DE 2012 ", o que de importanta se passou na minha vida no ANO que terminou. Felizmente e infelizmente, muitos factos, mas houve um que me sensibilizou muito particularmente, que vou passar a narrar. Um condiscípulo meu, e portanto menbro da AARS , cujo nome não divulgo sem sua autorização, quando soube da minha insuficiência renal, ofereceu-se para me DOAR UM RIM. Não aceitei, e nem sequer procurei saber se era compatível com o meu organismo, e porque? muito simplesmente, como eu já uma vez aqui escrevi, não sei quanto tempo falta , mas sei que estou a chegar ao fim da linha, além de que, sei que quase já fiz o meu ciclo de vida, realizei-me pessoalmente, familiarmente e profissionalmente. Dado que a mente ainda funciona regularmente, alguma coisa mais ainda posso fazer, mas é por acréscimo, e quando o futuro passa a ser o dia de hoje, pois é assim que eu tento fazer a gestão do meu tempo e da minha vida, não seria justo aceitar uma dádiva tão sublime, e o sacrifício inerente ao doador. Este foi para mim o facto mais relevante do ano que passou, e um dos mais importantes de toda a minha vida. O AMIGO a que me refiro ainda não se dispos a colaborar nesta página, mas é leitor assíduo, e é uma pena, pois também tem uma vida cheia de factos e ocorrências que se nos transmitisse muito contribuiria para enriquecer os nossos conhecimentos de VIDA. Porenquanto é assistente de bancada. Pormotivos pessoais e profissionais ainda não li totalmente a última PALMEIRA, e tal como outros AARS Já fizeram tenho que louvar todo o empenho que o TRIO MARAVILHA teve na elaboração, e aos respectivos COLUNISTAS, que enviaram textos agradabilíssimos e com conteúdo. AMIGOS que o NOVO ANO nOs traga PAZ, SOLIDERIEDADE E SAÚDE, para termos uma vida tranquila e o mais alegre possivel, e mesmo sabendo que quem nos governa não presta ,pagaremos os nossos IMPOSTOS com sacrifício, mas com um SORRISO. VOLTAREI PEINADO p s Felicito a estreia nesta página do Padre Mário e do RODRIGUES, creio que não me escapa mais nenhum, continuem nem que sejam com receitas de culinária para fazerem concorrência ao nosso PRESIDENTE
2013-01-02

manuel vieira - esposende

Que cantam os nossos poetas de agora?

Que olham os nossos poetas de agora?

Que sentem os nossos poetas de agora?

Cantariam assim os Aquaviva em versão adequada aos meus propósitos de me associar ao Assis e instigar o Ismael à sua criatividade e gostosa inspiração.

Lembro os "poetas andaluces" cantados pelo Coro de Cristo Rei tão bem orientado pelo José Maria Pedrosa e o dedilhado da viola que registei em memória nota a nota.

Um incentivo aos nossos poetas de agora, que temos de tão boa qualidade e que aqui por vezes espreitam.

2013-01-02

Assis - Folgosa - Maia

AMIGOS POETAS...

Só vós sabeis dizer o que vale a pena na vida e

os Músicos cantar essa mesma vida

 

Obrigado a vós

2013-01-01

Ismael Malhadas Vigário - Braga

Braga, 1 de janeiro de 2013

 

I

O sol tocou o teu rosto amaciado.

As aves descreveram círculos torneantes, calmos e estendidos.

A luz poisou calma sobre as ervas molhadas das chuvas anteriores.

Nos passeios passam promeneurs moles de uma noite longa e compassada.

 

As leituras destes dias fermentam a imaginação ardente, serena por fora

e há a poesia de Pessoa e de Walt Whitman, nestes dias de nuvens em viagem,

para dentro de mim.

Não há outro caminho para os dias que se estendem à minha frente.

E há a geração de vídeo-jogos imparáveis, da musculação e cultura do corpo,

sempre à volta de mim, do meu quarto donde me chega o mundo.

Todos os inícios são um sinal de transpor o caminho do desejo,

 descer e subir a colina alongada do tempo.

Jano abriu as portas de par em par e entrou dentro da minha casa,

Sísifo exige o trabalho árduo por fora e dentro de mim,

elevar longe o peso dos dias que o tempo faz perdurar neste entardecer

dos dias maduros e saborosos de viver.

Ano do amor das famílias, da solidariedade, fazer amor, paz

às indústria de armas.

Ano de promenades à beira- rio, românticos:

com um cão de trela, falando às ervinhas,

lançar uma semente à terra, plantar árvores,

 desejo o futuro, aqui à volta de mim.

 

II

Exposto sem estar apreensivo nestes dias que decorrem das tertúlias de café,

de políticas lorpas que engastam  e indeferem esta vida boa de viver.

Deixemos o dia amanhecer, dia de luz e calor a amaciar estes jorros deslizantes,

este tempo de abraços e não tanto disputa de ideias;

Este homem é antigo e a solução está à frente do olhar e do ouvido.

Quem tem ouvidos que oiça.

 Há palavras cansadas dentro de mim que não são as palavras escolhidas neste dia

que se quer de amanhecer.

Há um novo desejo em todos os dias que me levanto,

 e pensar que o dia que vem é melhor que o dia que já passou,

águas que passais por mim, sem poder segurar-vos todas

cá dentro.

O sabor desta água inebria e ilumina e abre

a esperança de um novo caminho dos  que já foram lavrados,

por pedras e escolhos donde me soube separar.

 

III

Os automóveis desconchavados passam de novo a estrada,

 gasolina  tão estragada no preço a ajudar alguém,

arranha-céus nas américas ou nas arábias, novos jardins suspensos da Babilónia.

 

E esta mania monótona de gastar dinheiro: andar de automóvel

para todo o lado e para lado nenhum.

Caminhos de hoje já não são os caminhos de ontem e, se não bastasse,

mudam-se  à força de os transformar,

e mudam-nos cá por dentro, a nós,  à força de os repetir.

IV

Andar à beira rio e de mão co’ amada,

 assistir ao dealbar lento de  ervas a crescer, flores inverniças, dolentes e adormecidas,

e a visão da mulher acabada de se extasiar, a tocar a fresca brisa,

Coração de manhã a acordar em braços duma  esperança,

 feita duma outra ternura,

e não este país a definhar de contente,

 por teimar em não querer ser diferente.

2012-12-31

ASSIS - FOLGOSA-MAIA

A todos os amigos da AAAR e seus familiares a minha saudação de Fraterna Amizade e os votos de um Ano Novo repleto de todos os bens de saúde e beleza. Um alegre 2013.

Chegado das terras frescas da Polónia e já refeito de uma pequena gripe, estou preparado para saborear os nossos sabores  próprios da época e deleitar-me com os sabores de quantos escreveram em APALMEIRA de papel e via internete. Sem preferência por qualquer trabalho concreto, o meu agradecimento a todos quantos  nela depositaram seu saber ,poema ,notícia, ou seu suor, pois sei serem carregados de generosidade. Por todos, também por aqueles que não podem beber e até mais por esses e pelo nosso saudoso “ROUXINOL”/Faustino Honrado que acaba de nos cantar seu último canto de natal e se foi juntar a quantos amigos antes haviam já partido, por todos à meia noite levantarei o meu cálice de vinho que o nosso doce Douro tão generosamente nos oferece- daí o seu qualificativo de “vinho generoso”, por todos fraternalmente bridarei,

FELIZ 2013

F.Assis

Quer partilhar alguma informação connosco? Este é o seu espaço...
Deixe-nos aqui a sua mensagem e ela será publicada!

.: Valide os dados assinalados : mal formatados ou vazios.

Nome: *
E-mail: * Localidade: *
Comentário:
Enviar

Os campos assinalados com * são de preenchimento obrigatório.

Copyright © Associação dos Antigos Alunos Redentoristas
Powered by Neweb Concept
Visitante nº