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2013-01-15

manuel vieira - esposende

Há minutos tirei duas de conversa com o Martins Ribeiro, que se dizia acochichado em frente aos aquecedores que contrariavam a branda friúra avistada no alcandorado presepial das aldeias do lado do Mezio, como bem diria Manuel de Boaventura nos seus Novos Contos do Minho.

O Minho está fresco e recomenda as boas lãs e o macio algodão que não engana e dos Arcos se avistam as serranias a cingir-se de invernos curtos com os cumes brancos de amostragem breve.

São as paisagens de contrastes breves que convidam aos bons comeres de lembranças fartas.

O nosso Martins Ribeiro, que tanto se queixa dos cortes duros e da maleita do malfadado orçamento geral, é um privilegiado bon vivant dos ares ternurentos das paisagens sadias do idílico Minho.

"Apascenta" as vistas no que de belo a natureza dá, conforta-se com o que de bom as mãos sábias trazem às cozinhas, ilude-se com o que a natureza por vezes passeia nas avenidas do Vez. É um sortudo, diremos nós!

2013-01-13

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Caros companheiros:

Ides desculpar-me por só agora vir reagir aos textos do e sobre o nosso Peinado, o que em nada pode beliscar a enorme amizade que, embora desfasada entre tempos e gerações diferentes, não deixa de ser a que é. Devo dizer que não fui eu o altruista oferecedor de que o Peinado falou, por diversos e variados motivos: primeiro, porque sou um ser imperfeito e distraído e nunca me poderia ocorrer semelhante coisa depois, porque mesmo que quisesse, também o não poderia fazer pois as minhas vísceras duplas mais parecem uma pedreira do Bazonco (na minha terra) impróprias para consumo e só serviriam para piorar a situação. Pelo que depreendi de toda esta conversa sobre o assunto, me parece que o grande companheiro está ainda mais predisposto que eu a fazer uma retirada estratégica. Que ideia tão estapafúrdia pois lhe não descortino a razão. Por sua vez, para mim seria um acto pernicioso pois que, dessa forma, e sendo ele um agente negociador de talhões do céu, não poderia fazer com ele qualquer convénio para meu benefício. Grande amigo Peinado, deixe-se de especulações sem sentido, pois há muita mais gente, onde eu me incluo, com bilhete comprado e muito á sua frente na fila do cais de embarque. Não venha com histórias porque, suponho eu e apesar da famigerada crise, ainda haverá muitas cabritadas, bacalhauzadas e cozidos onde poderemos conviver. A menos que o amigo pretenda fugir! Grande abraço!

2013-01-13

Peinadp Torres - Porto

Boa tarde AMIGOS E COMPANHEIROOS Esta mimha intervenção vai ser muito breve, pois tenho que ir assistir ao Benfica-Porto, e para desgosto do nosso AMIGO MARTINS RIBEIRO e mais uns quantos benfiquistas, espero que o F C PORTO, de muitos de nós GANHE, se não for assim não haverá grande problema, pois não me consta que o VINMHO irá subir. CARO AMIGO ARSÉNIO, és um mentiroso simpático e é aasim que o mento exige, o FILÓSOFO ALEX deu-te a informação certa, mas reccomendou-te recato, o teu comportamento foi impecável. Brevemente vou dedicar um escrito ao ARSÉNIO, é um dever meu de estado de espírito, se quiserem assim chamar, ou de CONSCIÊNCIA, a ver vamos. Companheiro RODRIGUES, afinal tinha razões para não te conhecer, pois não fomos contemporâneos, mas acredita que apreciei as tuas palavras, e espero vir a conhecer-te e conviver contigo, tal como o ISMAEL VIGÁRIO, cujos textos e poesias leio sempre com o maior interesse. Estou com pressa para lanchar e ir ver o PORTO cilindrar o BENFICA. Até breve Voltarei Peinado Torres
2013-01-12

Arsénio Pires - Porto

É sempre bom ouvir o bom humor e a maneira positiva que o Peinado tem de nos fazer olhar para as coisas e pessoas.

Temos muito a aprender com ele.

A propósito da tua sugestão, amigo Peinado, apressei-me a contactar o Alex para saber de que “excursão” de ex-reclusos se trata.

Afinal, a tal dita “excursão” foi adiada para Fevereiro. Era na Quinta dele para o inauguramento de mais uma fase das constantes obras nas suas Capelas Imperfeitas, em Palmela!

2013-01-12

ANTÓNIO M RODRIGUES - COIMBRA

Amigo Peinado, é natural que não guardemos memória um do outro.

Sou do curso de 1959/60 e fui até o primeiro noviciado na nossa casa de Guimarães.

Andei ausente todos estes anos e, se não sou o último, sou certamente dos ultimamente regressados. Em boa hora o fiz.

Ao ler o teu texto fiquei, como muitos outros, um pouco tocado. Só isto e mais o seguinte: a Barosa e o Seminário de Cristo Rei, para mim, são um espaço e um tempo áureos. Sagrados, também diz bem o que sinto por eles.

Para lá do conhecimento directo, das amizades e cumplicidades mais ou menos próximas estabelecidas entre cada um de nós, com a decantação do tempo, venho experimentando um sentimento que, por comodidade, designarei de simples e "vera fraternitas". Foi neste espírito que mae dirigi a ti. Espero ter sido aceite.

Obrigado e saúde.

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