fale connosco


2012-12-02

Fernando Viterbo Abrunhosa Sousa - SETÚBAL

 

Como o colega David Vaz noticiou neste espaço, fiz uma plastia da válvula mitral, no Hospital da Luz, no passado dia 26. Ontem, antes de decorrida uma semana, já me encontrava em casa. A intervenção foi complexa mas, ao que me disseram e os exames já feitos parecem demonstrar, muito bem sucedida.

Também nestes momentos se aprende e eu tirei deste dois ensinamentos: Um, que os receios são quase sempre desproporcionados. Não tive dores ou grande sofrimento e fui tratado por uma equipa médica, de enfermagem e auxiliares verdadeiramente fantástica. O outro, foi conhecer o verdadeiro significado da amizade. Definições conhecia inúmeras e de gente sábia. Para conhecer o seu valor e quanto ela nos é importante, tive que passar por este momento.

A vossa foi-me particularmente grata.  Bem hajam!

2012-11-29

manuel vieira - esposende

A chuva empurra-nos para Dezembro com um zinote de acomodar a samarra até às orelhas.

Na sua última mensagem o nosso amigo Martins Ribeiro esboça   o guião para 2013 enquanto a insensibilidade dos nossos contabilistas nos vai enchendo de raiva e de alguns receios, sempre ansiosos  por  nova bonança.

Na maré de problemas de saúde que tem afectado alguns colegas, também o  Pedro Barreira esteve há dias internado no Hospital Militar da Estrela para uma pequena mas incómoda cirurgia, que correu bem. As melhoras para ele e uma rápida recuperação.

2012-11-29

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

ORAÇÃO DA VELHINHA ROUBADA

Saiu o bando de ladrões por todos os recantos do reino para roubar desenfreadamente e rapinar tudo aquilo que luzisse: ouro, dinheiro, pão para a boca, dignidade; nada lhes escapava. Mas como os ladrões sempre temem alguma reacção dos mais fortes e válidos, a tiro de caçadeira, á facada, á paulada ou  mesmo a soco, não se atreveram a assaltar todos aqueles que lhes pudessem fazer frente. E então, cobardes como são, decidiram assaltar os doentes, os aleijados, os esfomeados, os pedintes, os vagabundos e os velhos. Espalhando o terror por todos os cantos do reino, chegaram á porta duma velhinha de cabelos brancos como a neve, que mal podia andar, encarquilhada e trémula, toda vestida de preto e encolhida num recanto da sua mísera casa, entraram por ali dentro e ensacaram o pouco que ela tinha que era quase nada. E riam-se os ladrões! Cena infamante! Claro que a velhota não podia reagir;  era desvalida, não tinha caçadeira, não tinha facas, nem varapaus, nem pedras, mal podia com a alma. Então, lembrando-se de que tinha havido, certa vez, um "bom ladrão, resolveu apelar á piedade e ao coração do gatuno, caiu de joelhos aos pés dele, pôs as mãos e rezou assim:

senhor ladrão, tenha pena desta pobre velha, doente e desamparada e não me roube o meu dinheirinho que tanta falta me faz! 

E os ladrões riam!

Senhor ladrão, pelas alminhas de quem lá tem não me tire as minhas coisinhas, senão depois não posso comprar sequer um pãozinho para matar a fome, nem umas canhotinhas para acender o lume e não morrer de frio, nem aquecer uma botijinha e aquentar os pés na cama.

E os ladrões cada vez riam mais!

Senhor ladrão, pela sua rica saudinha, deixe-me esses brinquinhos que foi a minha santa mãezinha que mos deixou e pouco ou nada valem. 

E os ladrões iam rebentando a rir! 

A velhinha num desespero:

Senhor ladrão, olhe que me deixa na miséria e eu já não posso ir para a rua pedir uma esmolinha. Senhor ladrão, olhe que eu já me sinto muito trôpega e não posso estender a mão á caridade. 

Então a velhinha começou a chorar! Aqui os ladrões pararam de rir, empurraram a pobre criatura com brutalidade deixando-a estendida na soleira da porta. 

Na sua ingenuidade não sabia a velhota que os ladrões não têm alma nem coração, nem se comovem com orações de infortúnio, que são todos maus e cruéis. Como já tinha mais de oitenta anos, a infeliz morreu logo depois de a terem assaltado e não pôde sentir a extrema felicidade de assistir á derrocada dos bandoleiros, mais tarde todos abatidos e escorraçados a chumbo de caçadeira.

O que a mim me dói é que também eu não irei ter esse deleitoso prazer de os ver corridos a tiro, fugindo como fétidas ratazanas o que, mais cedo ou mais tarde, irá fatalmente acontecer. O que posso pedir, isso sim, é fazer votos para que não demore muito.

 

 

2012-11-29

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Amigos e companheiros: 

Após a magustada do dia 24 na casa do Assis em Orbacém eu nada disse porque logo de imediato já tudo foi dito sobre esse evento. Etecetara e tal, correu tudo muito bem, foi muito lindo, etecetara e tal. O que eu estive a fazer foi a editar um pequeno filme que lá fiz e a pô-lo no YouTube para todos poderem ver, que estas coisas convém que sejam divulgadas. E é só para dizer que o nosso Presidente Né Vieira já o colocou no site, de maneira que, agora, é  fazer as honras e visioná-lo. Tem de especial uma intervenção, entendo eu que muito interessante, do Pe. Mário. Abraço a todos.

2012-11-27

manuel vieira - eposende

As melhoras para os nossos colegas Duarte de Almeida e para o Fernando Viterbo e que o restabelecimento seja rápido.

Obrigado Davide pelo teu cuidado em informar e leva um abraço solidário para o Viterbo.

A anarquia do "jardim" do Assis é meramente simulada pois na prática tem organização com os talhões das saladas, mais os dos feijões, mais os das favas. Numa visão aérea a folhagem encobre um trabalho metódico mas sem o rigor dos alinhamentos exactos. Ah, esquecia-me da anarquia dos fisális que invadiram a zona arável.

Mas a primavera pincela os verdes desregulados com os tufos de flores de matizes variados e a quinta tem ainda mais encanto.

Quer partilhar alguma informação connosco? Este é o seu espaço...
Deixe-nos aqui a sua mensagem e ela será publicada!

.: Valide os dados assinalados : mal formatados ou vazios.

Nome: *
E-mail: * Localidade: *
Comentário:
Enviar

Os campos assinalados com * são de preenchimento obrigatório.

Copyright © Associação dos Antigos Alunos Redentoristas
Powered by Neweb Concept
Visitante nº