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2013-04-03

Assis - Folgosa - Maia

Acabo de pisar a areia do mar.

Segui o conselho do Aventino. Vim ver as ondas, cheirar seu sal, espreitar a noite, esperar pelo amanhecer enquanto a chuva miudinha molha meus pensamentos, na tentativa de lavá-los. Está fresco e a música da guitarra clássica do you toob acompanha-em surdina. Não me atrevo a cantar. Leio, entre as estrelas e as núvens que passam, a notícia de mais um amigo que nos dexa, o João. Aquele garoto que grande parte de nós conheceu e com ele conviveu na Barrosa, acabou de soltar-se da Cruz e voou, passou pela praia esta noitinha. Foi dia de Ressurreição. A mágoa de nos ter deixado sem nos dizer adeus fica, mas mais a de não lhe termos podido dizer que lhe queríamos mais. Até um qualquer dia destes, Amigo João.

Aos seus familiares mais chegados, o nosso sentimento de Amizade.

2013-04-02

manuel vieira - esposende

Faleceu ontem em Lisboa o nosso colega João Manuel da Cruz, mais tarde com o nome de João Manuel da Cruz Malheiro Ferraz e que era natural da aldeia de marzagão no concelho de Carrazeda de Ansiães.

Nos últimos anos esteve presente num Encontro em Gaia e a sua doença manifestou-se há pouco mais de um ano.

Foi o Davide que teve conhecimento da situação e teve o cuidado de informar-me para que desse conhecimento aos colegas e já o fiz em "Notícias". Sei que informou também alguns colegas que residem na zona de Lisboa e apenas não soube a hora do funeral.

2013-03-31

ANTÓNIO GAUDÊNCIO - LISBOA

"Quem sabe se não és tu, tu que vives num silêncio inquieto, que queres, perdidamente, partilhar". Esta frase, que aparece entre aspas, não é minha mas "roubei-a" ao nosso companheiro Aventino. E eu, com muito gosto, vou aproveitá-la porque ela me dá o mote para o que vou escrevinhar em seguida.

Não há dúvida que a nossa infância e adolescência foram troncadas, assombradas e formatadas pelos anos passados na Barrosa, à sombra da Palmeira. Depois, uns recuperaram, outros disfarçaram mas alguns,  e  constatamos isso com certa tristeza, enconcharam-se e não querem falar, debater e analisar aquele lapso de tempo das nossas vidas. E eu entendo que deviam fazê-lo quanto mais não fosse para esbater, diminuir ou apagar as mágoas que, derivadas desses tempos, possam, eventualmente, continuar a torturá-los.

Venham, companheiros, e façamos uma catarse colectiva que pode ser muito benéfica para todos : para os que teimam em não se aproximar da AAAR mas também para os que já orbitam a Associação.

Não se limitem a espreitar o site e a desfrutar de palanque o que alguns vão escevendo. Intervenham, escrevam, queixem-se, digam mal, critiquem mas mexam-se e colaborem. Verão depois que valeu a pena sair da concha e partilhar angústias que, não tenhais dúvidas, são comuns a  todos ou quase todos nós.

Feito este apelo, passemos a outro assunto.

De todos os Papas que conheci, excepção feita ao Papa João XXIII, não gostei  de nenhum. Mas este homem das pampas está-me a deixar meio "apalermado". Será que vamos ter alguma coisa nova na Igreja ou esta entrada é apenas um modo de marcar alguma diferença em relação àquela cambada que, nos últimos trinta anos, havia tomado conta do Vaticano? Vou-me resguardar para ver e opinar depois.

  

2013-03-30

AVENTINO - PORTO

SE AO MENOS AO FINZINHO DA TARDE FÔSSEMOS VER O MAR

Não venho escrever-vos sobre a nossa PALMEIRA, não. Nem falar-vos desse encanto dos dias em que me bate o coração, aceleradamente, à espera da voz da voz dos que nela escrevem. Tenho pudor, decoro e reserva de me pronunciar sobre essa boa nova que ansiosamente chega a nossas casas, apenas, pela simples ou complexa razão de que, nela escrevo. E quem nela escreveu, apenas nela escreveu. O demais, o sentir e a critica, a elevação ou a derrota, fica para ti, querido AAR que ainda não nos falaste dos teus dias. E se algumas vezes aqui te provoquei a abrires o teu coração foi porque há duas pessoas que o querem ouvir. Uma sou eu próprio. A outra?! A outra?!Quem sabe se não és tu, tu que vives num silêncio inquieto, que queres, perdidamente, partilhar.

2013-03-27

manuel vieira - esposende

Esta chuva que não nos larga escurece os dias e não facilita o negócio de Páscoa. Em Esposende sentem-se os aromas das amêndoas torradinhas e com tons alegres nos sabores. Os bombons de chocolate são um privilégio para as sensações.

E relendo o Lamas:  se são poucos a escrever, muitos mais serão a ler e isso é sempre a forma de estar nestes  espaços.  Aguentem as bancadas com tanta gente boa porque os intervalos são para arrefecer o atrito de tanto que se escreve. Ou deveria ser.

No próximo domingo vai mudar a hora, mas antes eu vou desejar aos meus amigos uma Páscoa Feliz, com um bom cabritinho assado no forno, bons folares transmontanos, pão de ló bem amarelinho e por cá umas clarinhas de Fão com o suculento recheio de chila. Bons vinhos a acompanhar.

A temperar as mesas a alegria familiar, os sorrisos das crianças e os abraços dos familiares que se revêm. Sem esquecer quem nos rodeia para que a nossa atenção e dádiva atenda a quem a sorte esqueceu.

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