fale connosco


2013-04-21

Arsénio Pires - Porto

E o ENCONTRO NACIONAL 2013?

2013-04-21

Francisco Cabral de Sousa - ESTORIL

Caros amigos, Regressei, ontem, das "berças" (Porto de Ovelha) e fui logo direitinho ao "Fale Connosco". Fique satisfeito com o texto do David. A ele devo o meu ingresso na aaar e espero que esteja presente no nosso próximo encontro, para lhe dar um abraço. Ó Manuel Vieira, essa de adicionar uma garrafinha de água das pedras à cozedura dos grelos para que fiquem verdinhos embaraçou-me, pois não sei como explicar à minha mulher tal arte culinária. A guarda dos ninhos das andorinhas pelo Lamas, merece o meu aplauso. A minha casa de Porto de Ovelha é conhecida por "Solar das Andorinhas", pois já são 16 os ninhos que, religiosamente,lá permanecem. Também quero dizer ao Alexandre Gonçalves que continuo a prestar muita atenção aos seus textos, onde a filosofia e a poesia cohabitam. Um grande abraço para todos e como diz o Peinado - VOLTAREI.
2013-04-20

Arsénio Pires - Porto

É o Encontro Nacional 2013 que nos falta!

E já vai sendo tempo de o anunciarmos.

Como dissemos na última Palmeira, não o publicitámos porque ninguém se ofereceu para o organizar dando cumprimento ao que foi definido na última Assembleia Geral.

O tempo vai sendo escasso para organizar este nosso Encontro Anual.

Que fazer?

Ninguém quer avançar?

2013-04-20

Davide Vaz - Almada

Meus caros ex.reclusos da Barrosa, como diz o nosso amigo Peinado.

 Armado em super preguiçoso, vou lendo e relendo o que os outros escrevem e eu...nada. Mas todos os dias vou visitar o nosso site e falando com algum companheiro.

Perdoem esta minha falta de colaboração mas, perante tão bons escritores, como sejam o Martins Ribeiro, o Ismael Vigário, o Alexandre Gonçalves, o Manuel Vieira, o Ricardo Morais, o António Gaudêncio, o Francisco Assis e outros, eu sinto-me pequenino... Quero no entanto dizer-vos que vos tenho a todos no coração e também que já faz falta um novo grande encontro.

 Ando cá a magicar uma escapadela ao norte para ver os que estão mais longe. E só ainda não o fiz porque, quando planeava ir até aí em cima tive uma avaria no pópó mas, um dia destes, vou mesmo. Até lá, vou vindo por aqui pelo site para matar saudades.

 Um grande abraço do DAVIDE VAZ

 

2013-04-19

manuel vieira - esposende

Que cantam afinal os nossos poetas de agora?

O Alexandre fala em musas e o Martins Ribeiro atiça as orelhas sentindo no extremo os impropérios dos feitiços da inspiração que ditaram rezas de volúpia.

Mas afinal que cantam estes poetas sem sobriedade na língua ?

Deambulam em temas  com pretensões ambíguas de derrubar o tédio de quem em silêncio assenta o traseiro na esplanada do sossego?

Não sei porque ainda poeta não sou, mas ao ler o Alexandre lembrei Camões e os canhões assinalados e apontados aos meus tempos de estudante que obrigavam à leitura dos Lusíadas por parte dos barões e reli e reli sorrindo perante a maldade de lançar o repto aos audazes da preguicite.

Não sei se até agora disse alguma coisa de jeito mas a intenção era despretenciosamente recortar o silêncio e preencher vazios.

Mas mude-se de aromas e vamos até ao nosso Assis na esperança de o apanharmos a debulhar o feijão e depois  a demolhar em água corrente  lá do monte para que fique rijinho e nos convide para umas costelinhas grelhadas com molho picantezinho como ele gosta de referenciar ou outros acrescentos de boa ementa já sugerida.

Ah! Um molhinho de grelos a que acresce na cozedura uma garrafinha de água das pedras para que fiquem verdinhos e o ligeiro amargo dará substância a um empratamento de fazer crescer água na boca.

Isto acaba sempre em comida mas vamos esperar pelo tempo...

 

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