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2013-07-26

António Rosa Gaudêncio - LISBOA

Meus caros amigos reclusos e ex-reclusos

De quando em vez sinto que sabe bem dar uma "sapatada" para espevitar a malta. E o que aconteceu, nestes últimos dias, foi um fenómeno desses. O povo acordou, e gostei das intervenções que por aqui apareçam. 

Meu caro Manuel aqui não há lugar ( pelo menos no que me toca) para melindres, daí a desnecessidade de pedir desculpas. Quanto ao nosso amigo Lamas, que eu não conheço mas hei-de conhecer, terá que ser ele a pronunciar-se e se for em verso tanto melhor.

Quanto ao meu amigo Arsénio estou plenamente de acordo contigo pois não deve ser fácil "paroquear" tal freguesia uma vez que, julgo eu, vários dos textos, que por aí surgem, devem exceder em muito o comprimento desejável para uma boa administração do parco espaço da Revista.

Eu confesso ter o péssimo defeito de, quase sempre, pensar e  desenvolver um qualquer tema mas sem ir medindo o seu comprimento e depois vem a guerra de o encurtar sem o truncar. Isso para mim nunca é fácil e daí a minha pouca propensão para cortar e embrulhar um assunto numa folha A4.

 Foram vinte e tantos anos a escrever relatórios sem ter que medir os metros ou centímetros dos mesmos............ Mas já estou a ficar "domesticado". O tempo dirá se é verdade!!!!!!!

Junto-me aos que esperam que o ENCONTRO ANUAL seja um momento de alegria, de bom convívio, de cultura e, porque não, também uma boa oprtunidade para continuarmos a nossa CATARSE colectiva.   

PS: Também começo a ter saudades das crónicas do nosso amigo Peinado!!!!!!!!!!

2013-07-25

manuel vieira - esposende

»

Escrevia eu que o nosso poeta Lamas se roera de ciúmes por ver na mesa uns pratos maiores do que o dele e como diz o velho ditado  "quem não se sente não é filho de boa gente".

Pois a minha mensagem tinha outro destinatário que era o meu amigo Gaudêncio,. autor da leve contundência e que eu pela velocidade do "zaping" com que às vezes corro os diversos sítios onde mexo, acabei por confundir.

As minhas desculpas para ambos e a minha pretensão era de pegar um poucochinho com o poeta de S.Frutuoso.

Quando o Arsénio limita a uma folha A4 é para poder gerir melhor o manancial de escritos que por vezes lhe aparecem na mesa e para que o escrivão saiba quanto lhe estão a pedir. Quando ele me pede um texto eu pergunto-lhe logo qual o espaço que pretende ocupar com o meu escrito para ser mais fácil para mim dimensionar a mensagem.

A Sónia da família do Belmiro emitiu opinião e muito bem, contrastando com os demais que não se manifestam como aliás fazemos em casa com a comida de todos os dias e é verdade que a cozinheira também apreciava de vez em quando uns elogios.

Mas valha-nos estes comentários para alimentar este espaço. Na mensagem sobre o Encontro Nacional constava mal o telemóvel do Alexandre mas já está acertado na "Agenda" e em "Actividades".

Vai-nos incomodando ligeiramente o silêncio do nosso amigo Peinado pois os seus escritos são sempre razão para sentir o seu abraço.

Entretanto já conversei com o nosso Peinado e espero estar com ele este fim de semana na estância turística de Esposende.

2013-07-25

José Manuel Lamas - Navarra-Braga

Meu caro Manuel Vieira

O Lamas ser poeta não almeja

Pode ser ciúme na brincadeira

Mas nunca sentir inveja

Dizes que nos vai incomodando

O silêncio do Peinado

Também tenho pensado ser demasiado tempo

Já cá faz falta ou talvez ele ache que não, daí a demora

Onde andará o Peinado, ele que não é de lérias

 

Estará ele cansado e resolveu ir de férias.

2013-07-24

Arsénio Pires - Porto

Caríssimos:

Não sei se sabem mas a Sónia é filha do nosso Belmiro.

A sua sensibilidade feminina foi por mim agradecida em nome da equipa Palmeira. Como leram.

Nós, os “ex-reclusos” (abração, Peinado!), fomos e estamos amputados do lado feminino que por génese recebemos mas por educação sufocámos.

Era só isso!

Não é que a equipa “maravilha” sinta necessidade de louvores ou, muito menos, de bajulações. Se deles carecêssemos não teríamos chegado ao nº 35. Mas que os louvores sabem bem, sabem!

Apreciamos bastante mais a útil sugestão-reparo do Gaudêncio sempre directo e direito como convém a quem gosta da verdade.

Pois é mesmo assim, Gaudêncio: “Se soubesses o que custa mandar, gostarias mais de obedecer.”- disse o outro da cadeira. Mal sabes o trabalho que nos dão aqueles que gentilmente respondem aos nossos pedidos mas se esticam grávidos de generosidade. E como é custoso ter que pedir que utilizem a tesoura. E lá se vai conseguindo um buraco, ora diminuindo o tamanho das letras ora reduzindo o espaço entre as palavras.

Mas tomaremos em consideração este teu reparo. Seremos mesmo rigorosos: uma página A4 e... mais nada! :-)) Até porque, ultimamente, os colegas têm sido muito generosos em participação!

Caríssimos:

Que as férias nos preparem para o Encontro Nacional que, pelo programa, vai ser de arromba.

Já fiz a minha pré-inscrição. E tu?

2013-07-24

António Rosa Gaudêncio - Lisboa

Uma pequena frase, aqui deixada pelo Arsénio, quase me fez dar um pulo na poltrona:

 "OBRIGADO, Sónia! 

Ao menos......tu!"

Estas cinco palavrinhas não foram dirigidas, apenas, à senhora que deu os parabéns pela revista. Elas foram dirigidas a todos os «índios» que receberam a revista e não se dignaram agradecer, comentar ou, ao menos, expressar alguma gratidão para com os companheiros que perderam muitas das suas horas de lazer a preparar A PALMEIRA. 

Aqui chegado, poderia continuar a falar do assunto de diversas maneiras, mas não vou por aí. Encerro a escrita mas deixo-vos um pequeno lembrete: já que não valorizaram convenientemente o esforço feito pelos nossos colegas que se preocupam em nos pôr nas mãos a revista, a nossa querida revista, de castigo, agora ficam a chuchar no dedo!!!!

Confesso que, embora  tivesse apreciado  o último número da Palmeira, não me quis pronunciar sobre ela por dois motivos :

Eu também escrevi e colaborei no último número e não me pareceu curial tecer louvaminhas a trabalho próprio.

E, em segundo lugar, tenho a dizer que, das vezes em que me pedem para escrevinhar qualquer coisa para a Revista, tenho sofrido grandes pressões para não ultrapassar uma página A4. Todavia, se forem ver o último número da revista, hão-de constatar que mais de um colaborador teve direito a mais A4s do que uma só e, opinião minha, para o meu gosto os conteúdos não justificavam tal excepção. Mistérios ....... critérios................

Mas continuo grato e apreciador do trabalho e esforço que aqueles três ou quatro mosqueteiros fazem para termos uma revista que nos  mantem unidos e vivos e um lugar onde podemos  expressar as nossas ideias ou a falta delas.

Por fim um apelo ao grupo "editor " : não desanimem e contem sempre com a nossa gratidão mesmo que sejamos canhestros a expressá-la.

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