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2013-09-18

manuel vieira - esposende

No seu ligeiro poema, o Lamas abraça toda a importância do nosso Encontro e dos reencontros neste Douro, falando pouco e dizendo muito, como diria a sua mãe.

Para ele foi a primeira experiência de reencontro em grande  e isso trouxe-lhe felicidade...

É essa "lealdade de afectos" que reforça o nosso grupo e quando percorremos estes dias os trilhos de Miguel Torga com paisagens imensas,  onde o entrançado das vinhas ainda prenhes aguardavam vindimas, sentimos a ausência de tantos outros amigos que perdiam as emoções de  momentos tão bons.

As imagens que registei neste Encontro já estão no nosso site na "galeria de imagens" em "Encontro 2013", permitindo rever muitos dos momentos tão bem vividos.

Parabéns ao "team" que tão bem programou e preparou o percurso!

2013-09-17

António Manuel Rodrigues - Coimbra

Depois da minha entrada no Seminário, em 1959, no encontro do ano passado senti-me um neófito muito bem aceite, confirmado (crismado) nos dias 14 e 15 deste mês. É este o meu actual estado de graça.

Parafraseando o Torga, apesar da força genesíaca dos locais visitados e da companhia privilegiada em que nos envolvemos, quer na ascensão quer nos momentos descendentes, não descobri o meu Tabor nem sofri qualquer transfiguração mas, um pouco ao modo de Anteu, todos teremos vindo de lá um nadinha mais fortalecidos e confortados de corpo e alma. Acredito nisto e,

Valete, fratres.

2013-09-17

Jose Manuel Lamas - Navarra-Braga

HOJE ESTOU FELIZ  !

 Começo por vos pedir um pouco de paciência pois introdutoriamente (ora bolas, onde ouvi este palavrão, ou será que foi inventado agora ? ) vou lembrar aqui, um dos muitos conselhos que a minha mãe me dava, quando eu era criança e só podia ser nesse tempo, pois como já sabeis, saí da beira dela muito cedo, talvez até demais.
 A certa altura da minha meninice, dizia-me a minha mãe:  meu filho, tu falas pouco mas isso não é defeito, pois para te fazeres entender, basta que uses as palavras certas e assim podes dizer muito falando pouco.
É deste modo que vos vou falar deste fim de semana que passámos juntos...  Então lá vai e à minha maneira (Alexandre, por favor, não me chames poeta):

 No passado fim de semana vivi um grande momento                                         
 E posso afirmar-vos que para mim foi perfeito                                                     
 Pois se na ida levei meus irmãos no pensamento                                               
 No regresso a casa trouxe-os dentro do peito. 
     
 Agora ao Cabral quero dizer:  Cabral, vai depressa a Porto de Ovelha talvez ainda consigas despedir-te das tuas andorinhas. As minhas nem esperaram que lhes assinasse as guias de marcha. Hoje não as vi em todo o dia, o que quer dizer que partiram sem se despedirem de mim. 
                                                                                                                                                                          
Para todos aquele abraço!

2013-09-12

António M. Rodrigues - Coimbra

Amigo Gaudêncio,  (reenvio com emendas ortográficas)

Garantias absolutas não as dou nem de mim mesmo.

Sobre este meu amigo posso dizer: conhecemo-nos desde 1977; ele tem uma carreira universitária firme na F.L da U. de Coimbra; é católico mas, que eu saiba, não frequentou nenhum seminário; não é teólogo e não posso compará-lo a um Frei Bento Domingues ou ao Pe. Anselmo Borges.

Numa das nossas esparsas conversas, perguntando-me ele se eu tinha o meu problema religioso resolvido, respondi-lhe que não mas eu e Deus lá nos havemos de encontrar e então veremos.

Garanto que o problema religioso em M. Torga e A. de Quental é ideia minha e admito que dos temas propostos será o que mais trabalho lhe dará. Até onde a minha modéstia o permite, posso garantir a sua honestidade pessoal e intelectual.

Perante isto resolveremos  o que pretendemos, apresento-lhe a nossa proposta e, depois, participo a decisao dele.

Notas de rodapé:

1.- A disponibilidade deste amigo foi espontânea e é natural. Como ele é solicitado a participar activamente em diversos encontros por cá e lá por fora, quanto ao momento tudo terá de ser combinado.

2.- No nosso encontro direi naturalmente quem ele é. Aqui e agora não devo deixar grafado o seu nome. Regras de convivência e não de subserviência ou falsa modéstia.

Um abraço para toda a irmandade.

2013-09-10

ANTÓNIO GAUDÊNCIO - LISBOA

Meus caros companheiros da Quinta

Uma entrada breve para dois pequenos comentários.

  • Meu caro Alexandre, se queres manter a tua auréola de escritor de excelentes histórias de amor, tens que te aprimorar porque o nosso decano, M. Ribeiro, não tarda muito, come-te as papas na cabeça. 

Brincadeiras são brincadeiras e vamos ao outro tópico.

  • Meu caro António Rodrigues a ideia que lançaste é excelente sobretudo se formos a Coimbra para ouvir falar do aspecto religioso de M.Torga e de Antero de Quental. Mas importa ver se o conferencista é isento e não está contaminado  por algum vírus capcioso.

Eu não iria a Fátima nem a pé, nem de bicicleta nem de carro mas para ouvir uma boa palestra sobre o tema acima aludido, se for preciso, até vou a pé a Coimbra.

A todos os que se disponibilizaram para ir ao Douro, um até sábado; aos que vão ficar  em casa, até um dia destes. 

  

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