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2014-01-10

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

Peinado tem cautelinha

Tu és pessoa astuta

O que omiti não diz Paulinha

Quer apenas dizer puuuuuta.

 

Ao ler palavra tão perversa

Até se me toldam as vistas

Mas será isto conversa

Própria de ex-seminaristas ?

 

Aquele abraço

   Zé Lamas.

2014-01-10

Antonio Peinado Torres - Porto

 Bom dia Amigos e Companheiros

A minha cabeça já deita fumo e estou atingir o limiar da LOUCURA, e porquê ? O nosso poeta ANTÓNIO ALEIXO, que também usa o pseudómino de ZÉ LAMAS enviou um dos seus versos que terminava com os seguintes carateres P......a. Se tivesse só .., é óbvio que saberia o que quereria escrever.

Se tivesse ....., pensaria que fosse o diminuitivo carinhoso da 1ª conclusão, mas ......, não chego lá, consultei dicionários , enciclopédias, li Bocage e até António Aleixo, e nada, cheguei a PAULINHA, mas este diminuitivo não me diz nada.

Todos os que consultam esta página devem ter chegado lá, eu não, e portanto peço ajuda pois ainda tenho uma boa parte do cérebro a funcionar e gosto de interpretar bem aquilo que leio.

 Meu caro MARTINS RIBEIRO,se nada houver em contrário no próximo dia 18 lá estarei na hora e no HOTEL por si indicado para participar no ACTO.

ZÉ CASTRO " VOLTAREI "não está registada, nem paga direitos de autor, podes usá-la sempre que te aprouver, este rapaz sentirá alegria e lisonjeado, por ver que daquilo que escreve pelo menos o termo da despedida agrada a alguns VOLTAREI PEINADO

2014-01-09

alexandre gonçalves - palmela

VENTOS UIVANTES

 

Tenho lido com regularidade os ventos que sopram na Palmeira. É sempre louvável sacudir os espíritos, que tendencialmente adormecem no conforto das rotinas. É indiscutível o mérito do Aventino, ao confrontar-nos com a nossa vida contentinha, mais dada ao elogio que à reflexão. De resto, herdámos duma educação uniformizante e acrítica hábitos que perduram. Nós somos bons em "coisas de Nosso Senhor". Mas a vida passou-nos quase sempre ao lado. E a Palmeira é muitas vezes um espelho dessa ausência. Assim sendo, saúdo este vento oblíquo que provocou já longos arrazoados e testou a vitalidade que ainda se respira a bordo.

Vou rerferir-me apenas a dois pontos que julgo merecerem particular atenção. Até porque o debate já vai longo, revelando já algum cansaço e não poucas repetições.

1. O Corpo da Palmeira

Já me pronunciei a este respeito na última edição. O grupo coordenador talvez não faça perfeito mas faz. Há ali tempo acumulado, há ali conhecimentos técnicos, há ali um gosto, uma estética, um brio. Também não é pelo nome que alguma coisa vai mudar. Dificilmente se encontraria outro que suscitasse mais acordo do que este. Este "boletim" nasceu palmeira e pameira ficaria mesmo que outro nome lhe chamássemos. Quanto a cores e tamanho, ela exprime uma certa dimensão interior, que é o tamanho destes sócios e não outros. Está adequada à finalidade que a justificou. E cumpriu até agora as expectativas que lhe foram sendo atribuídas. Um "panfleto do EL Corte"? As palavras tentam mas nem sempre são justas. Ali não se vende nada, nem a cor comercial está ao alcance de quem apenas constrói uma ponte para todos, em querendo, podermos passar. Financiamento? Claro, o que resulta das quotas e da imaginação. Exclusivamente. Os AAARES podem mais e melhor. Podem? 

2. A Alma da Palmeira.

A Palmeira é um espelho quebrado. Em cada fragmento vê-se o rosto de quem escreve. A soma dos diversos fragmentos dará um  final feliz? Essa questão pode colocar-se em quaisquer publicações de grande impacto editorial. A Palmeira tem a qualidade espiritual dos seus colaboradores. Será apenas "suficiente"? Será elevada? "Tem um odor a padre, à Igreja, à religião"? Estou inclinado a dizer que sim e que isso é factor de separação. A alma da revista é bastante doente. Ela traz de volta um tempo e uma pedagogia que não formava homens livres. Convém não esquecer as três virtudes que marcavam o crescimento. Não eram as teologais, com certeza. Estas eram miragens distantes e abstratas. As que mordiam o corpo e alma, as que efectivamente atrapalharam as forças interiores daquela idade, eram a cega obediência (pedagogia dogmática), a obscura castidade e a humilhante pobreza. A instituição formava homens ou amestrava cavalos? Um dia todos temos de nos pôr em questão, de filtrar esse passado e ver o que dele realmente é aproveitável. A passividade é a nossa herança. A Palmeira revela muitas vezes resíduos clericais, tiques nervosos de uma vaga crença em entidades que decidem o nosso destino. A escrita, esta oportunidade de assumir as consequências, não do que dizemos, mas do que escrevemos, exige trabalho, generosidade, utopia. Se nos libertarmos das teias de aranha que povoaram o tempo da nossa formação, então a alma da Palmeira cumprirá o papel que lhe atribuímos: exprimir-nos criativamente. E a nossa diferença, aquela que trazemos na vontade e nos valores, na inteligência e na cultura, dará um rosto novo à revista, que não se confundirá com o lixo que entra pela caixa do correio. Não é preciso mais nada. Basta trabalhar. 

2014-01-08

José Manuel Lamas - Navarra - Braga

A nossa palmeira é bela

E pode vir a ser secular

Mas se não cuidarmos dela

Corre o perigo de secar.

Aquele abraço.

Zé Lamas

2014-01-07

A. Martins Ribeiro - Terras de Valdevez

Anda por este sítio um chinfrim danado sobre a “PALMEIRA” mas eu fiz de conta que tal assunto não era nada comigo nem me dizia respeito. Claro, comigo podia não ser mas, pensando bem, respeito dizia-me … e muito. Confio sempre nas capacidades dos outros, dos meus amigos e companheiros e, por isso, aceito de bom grado e até com reconhecimento todo o trabalho que têm vindo a produzir. De qualquer forma, não vou deitar achas para a fogueira da estrutura da revista porque, para mim, feita duma maneira ou doutra, vestida de chita, de pano cru ou de seda, ela será sempre linda. É como uma mulher: quando ela é boazona não interessa o modo como se aproxima de nós. Era, pois, para não intervir neste assunto mas, depois de ler a última postagem do nosso Castro resolvi aparecer, até porque me senti um pouco encostado á parede no que toca ao financiamento da publicação. Eu sou daqueles que, ainda assim, posso muito bem pagar e não tenho intenção de seguir o conselho da conhecida canção - “… chamem a polícia que eu não pago”: pelo contrário, posso dizer, “eu pago, sim, e por isso não vale a pena chamar a polícia”. Infelizmente os tempos, como sabemos, estão maus e, mais que nunca, se torna necessário fazer uma boa gestão das nossas possibilidades o que eu, apesar de tudo, sempre fiz durante toda a vida, tendo acertado já o pagamento da PALMEIRA e de outros calotes (reconheço) com o Assis, digníssimo e muito abalizado tesoureiro da nossa “confraria”. Garanto-vos que não vai passar deste mês sem que tudo fique arrumado. Apenas peço respeitosamente ao amigo Samuel Beckett que espere um pouco pelo seu Godot. Só neste caso, pois no que toca a outras situações nunca esperei por Godot nenhum nem por ninguém, nem nunca quis saber de Godot para nada. O seu, a seu tempo! É inegável que todos devemos contribuir para o sustento dessa “Dama” e entendo que não ficaremos mais pobres com isso.

Estou absolutamente de acordo com o Castro na sua apreciação á passagem de todos nós pelo Seminário; é igualmente o meu conceito irremovível. Também comi o que pude e quando pude, muito ou pouco, com calma ou a correr mas, como aconteceu com Maria, fiquei, isso sim, com a “melhor parte” a qual nunca ninguém me tirou: a formação e os valores. Hoje, na verdade, a grande maioria da juventude que por aí vegeta não sabe mesmo o que é o amor, o sexo, a mulher; nem faz  sequer a mínima ideia da beleza e da epopeia que isso representa: ou representava nessa altura. Consistia em fabulosas aventuras que nos atraíam pelo seu mistério e pelo perfume que deixavam. Quer-me parecer até que o verdadeiro romantismo morreu com alguns de nós desse tempo.

Resumindo: acho que a nossa PALMEIRA deve aparecer duma forma ou doutra, com simplicidade ou erudição, com pintura ou sem pintura, com alguns erros ou sem erros. 

Mudando de assunto e aproveitando o ensejo quero pedir aos meus amigos, sobretudo àqueles que são ferrenhos nestas andanças, que comeceis a pensar na “segunda” de Monção para eu poder tratar dos respectivos prolegómenos. Aventou-se que a melhor ocasião seria o dia 18 deste mês (o Peinado que me desculpe e não me bata) mas estas coisas têm que ser programadas com alguma calma e entendi que, antes de mexer em nada, tinha que reunir dados concretos: porque quero saber com quem posso contar. Ide, pois, transmitindo a vossa disponibilidade. Fico á espera. 

Abraço!

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