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2013-11-05

Antónioi Rodrigues - Coimbra

Alexandre & Companhia,

Agora, que me sinto plenamente integrado, bem gostava de ir a Palmela e ver ainda o comboio descendente. Mas nem o deus Mercúrio me cede as suas sandália aladas nem Esculápio me garante uma ida e um regresso  sossegados. Os Hipócrates actuais são ainda muito mais acautelados. Portanto, fico-me por aqui. Contudo, a partir das dez horas e antes que aniteça, comerei das minhas(nossas) castanhas e beberei um cálice do nosso moscatel ou do generoso do Douro. Quero, pois, que me considerem entre vós.

Além da companhia apreciaria muito o não repetir ou citar intervenção(ões) anterior(es); não poder optar pelo silêncio e falar apenas  entre cinco a quinze minutos. Muito bem pensado e...

Muita saúde, muito boa disposição e até um destes dias.

António Rodrigues

2013-11-05

Antónioi Rodrigues - Coimbra

Aventino, não sei qual foi o dia do teu aniversário nem isso é o mais importante. Tiveste perendas, livros, coisa que parece te agrada, e a lembrança de amigos.

Desejo que ainda faças muitos, com saúde e autonomia.

Juntamente com os livros da infância de outros tempos, no caso de o não teres feito ultimamente, recomendo-te a revisita àquela poesia de João de Deus "Com que então caiu na asneira / De fazer a Quint-Feira. vinte e seis anos! ..."

Não devo dar-te mais conselhos. Estive oito dias no Douro, terras de Sanfins, com passagem por Sabrosa e só hoje abri o computador.

Até um dia destes.

Antómio Rodrigues

2013-11-01

Assis - Folgosa - Maia

Mesmo atrasado, quase como em questões de lembraças de aniversários - já um ano me esqueci do próprio - vou começar por aqui "parabenizar" (?) o nosso Aventino, sem livros para lhe dar, pois ainda não escrevi o meu. Já tenho filhos, já plantei árvores várias, mas, quanto a livros, julgo que tudo já está escrito. Para quê borrar mais este nosso planeta já tão sujo de petróleo com a queda de mais umas árvores.? Fico-me com o prazer de plantar mais algumas para quem ainda suspeite não haver já papel suficiente para os seus escritos. É a minha oferta, com algumas flores agrestes à mistura, amigo Aventino, pois sei se encontra na gaveta da tua secretária um menino mais ainda em gestação.

- Pois hoje, dia último de Outubro, fui com o Barros Lima, encher os pulmões com o ar puro da serra das maias, na encosta da minha Bica, um pequeno olival em Cedovim. Os pulmões, sim, mas também a menina dos nossos olhos com as cores do arco-íris do Douro vinhateiro. Um Douro tão generoso em vinho como em coloridos pigmentos. Uma verdadeira sinfonia de cores. Algém me perguntava há dias, do outro lado do Atântico, se as imagens que lhe havia enviado eram reais ou se tratava de pintura...à minha resposta, do lado de lá um perentório "tenho que ir ver" surgiu. - Paisagem quase inacreditável esta do nosso Douro. Quem possa, venha de imediato, antecipe-se à chegada das geadas.

Um abraço amigo e

até às castanhas de Palmela

2013-10-31

manuel vieira - esposende

“Sobre a ordenação de mulheres a Igreja disse: não!” é o título do texto escrito pelo Luís Guerreiro e que está disponível nos "Pontos de vista".

O outono trouxe os Magustos e a tradição vai repetir-se no próximo dia 9 em Palmela, conforme já foi divulgado.

Os parabéns atrasados para o Aventino que recebeu uma prenda simples, tão simples como o livro da primeira classe, reeditado já há alguns anos mas que gera nostalgia em cada página que se observa. As figuras e as suas cores, a letra grande e desenhada, tudo mexe com as nossas memórias abertas.

O nosso poeta Lamas vai estranhando os silêncios mas os sons só são apetecíveis por esses intervalos silenciosos que recortam o tempo de espera.

Ontem tomei um cafezinho com o Freitas de Seide, Famalicão, mas em Esposende.

Hoje conversei na hora de almoço via Skype com o Luís Guerreiro e continua "trabalhando" a fazer umas traduções, o que lhe vai dando dando agilidade mental.

Como as correntes subterrâneas que "circulam", também os AAARs não estão parados como por vezes parece: aqui e ali os diálogos existem e daí também que os pequenos Encontros regionais tenham a sua importância, vou dizer, estratégica, para que a vida do grupo não tenha oportunidade de enferrujar.

2013-10-30

JOSÉ MANUEL LAMAS - NAVARRA - BRAGA

É assim o Outono....sempre igual

Arrancando a fôlha das vinhas

E até mandou o nosso Cabral

De viagem... junto com as andorinhas.

 

Aquele abraço p'ra todos.

Zé Lamas

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